Comprimento total : 5,773m Largura total: 2,158m Altura total: 2,39m Peso total: 14,0t Tripulação: 3 pessoas Motor: Renault 4 tempos em linha 4 cilindros a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima: 74hp máximo velocidade: 18,1 km / h Distância de cruzeiro: 90 km Armados: 27,6 calibre 47mm canhão tanque SA34 × 1 (120 tiros) 7,5 mm canhão motor M1931 × 2 (2.000 tiros) Espessura da armadura: 14-35 mm
<D2 Tanque médio>
Comprimento total : 5,456 m Largura total: 2,21 m Altura total: 2,667 m Peso total : 19,7 t Tripulação: 3 motores: Renault 4 tempos em linha 6 cilindros em linha de gasolina líquido-frio Saída máxima: 150 hp de velocidade máxima : 22,5km / h Alcance de cruzeiro: 100km Armados: 27,6 calibre 47mm tank gun SA34 × 1 (120 tiros) 7.5mm metralhadora M1931 × 2 (2.000 tiros) Espessura da armadura: 20-40mm
<Referências>
・ "Panzer outubro de 1999 emissão French Char D-1 tank" por Miharu Kosei Argonaute Co. , Ltd.・ "Panzer January 2012 issue French Renault D tank series" pela empresa Tatsu Hirata Argonaute ・ "Panzer abril 2001 French Tanks in the Early Wars ”Nobuo Saiki, Argonaute ,“ World Tanks 1915-1945 ”Co-autoria de Peter Chamberlain / Chris Ellis Dainippon Painting ,“ Grand Power December 2017 German Army Capture " Tanks" por Hitoshi Goto Galileo Publishing , "Tanks of the World (1) Primeira e segunda guerras mundiais "Galileo Publishing ," Tank Directory 1939-45 "Koei
Os Pioneiros Esquecidos: A Evolução dos Tanques Médios Franceses Renault D1 e D2
Entre as Guerras Mundiais, a França desempenhou um papel central no desenvolvimento de conceitos blindados. Enquanto a infantaria e o alto comando buscavam veículos de apoio adaptados para a guerra de trincheiras ou para rompimentos táticos estruturados, a indústria francesa tentava equilibrar poder de fogo, blindagem e mobilidade mecânica.
Nesse cenário de transição, a Renault projetou a série de tanques médios D1 e D2, veículos que marcaram a doutrina blindada francesa do período entre-guerras, servindo como elo vital entre os tanques leves da Grande Guerra (como o FT-17) e os projetos mais pesados que enfrentariam o Blitzkrieg em 1940.
1. Renault D1: O Confiável Pilar de Transição
O Renault D1 nasceu da necessidade de substituir os antigos tanques de apoio da Primeira Guerra Mundial, incorporando tecnologias mais modernas e uma torre capaz de combater outros blindados e fortificações. Desenvolvido no final da década de 1920, entrou em serviço ativo nos anos 1930.
Ficha Técnica — Renault D1
Comprimento total: 5,773 m
Largura total: 2,158 m
Altura total: 2,39 m
Peso total: 14,0 toneladas
Tripulação: 3 pessoas (Comandante, Atirador/Motorista, Operador de rádio/metralhadora)
Propulsão: Motor Renault a gasolina de 4 cilindros em linha, 4 tempos, refrigeração líquida
Potência máxima: 74 hp
Velocidade máxima: 18,1 km/h
Autonomia (Distância de cruzeiro): 90 km
Armamento:
1 × Canhão de tanque SA34 de 47 mm (calibre 27,6) — 120 munições
2 × Metralhadoras Reibel M1931 de 7,5 mm — 2.000 munições
Blindagem: 14 mm a 35 mm
Desempenho e Operacionalidade
Com uma blindagem frontal e lateral respeitável para os padrões do início dos anos 1930 (chegando a 35 mm), o D1 oferecia boa proteção contra armas antitanque leves da época. No entanto, seu motor de apenas 74 hp limitava severamente sua mobilidade, resultando em uma velocidade máxima de pouco mais de 18 km/h e uma autonomia restrita a 90 km.
Apesar de suas limitações mecânicas e de sua silhueta alta, o D1 formou a espinha dorsal das unidades blindadas autônomas da infantaria francesa antes de ser relegado a funções de treinamento ou enviado para colônias no Norte da África no final da década.
2. Renault D2: Potência Ampliada e Ambições Maiores
Aprendendo com as restrições de desempenho do D1, a Renault desenvolveu o Renault D2. Concebido para ser um tanque de batalha principal mais robusto, capaz de liderar avanços decisivos, o D2 trazia melhorias significativas em termos de motorização, blindagem e desempenho geral.
Ficha Técnica — Renault D2
Comprimento total: 5,456 m
Largura total: 2,21 m
Altura total: 2,667 m
Peso total: 19,7 toneladas
Tripulação: 3 pessoas
Propulsão: Motor Renault a gasolina de 6 cilindros em linha, 4 tempos, refrigeração líquida
Potência máxima: 150 hp
Velocidade máxima: 22,5 km/h
Autonomia (Distância de cruzeiro): 100 km
Armamento:
1 × Canhão de tanque SA34 de 47 mm (calibre 27,6) — 120 munições
2 × Metralhadoras Reibel M1931 de 7,5 mm — 2.000 munições
Blindagem: 20 mm a 40 mm
Evolução e Impacto Tático
O D2 dobrou a potência do motor em relação ao seu predecessor (alcançando 150 hp), o que permitiu empurrar o peso para quase 20 toneladas sem perder completamente a agilidade — elevando a velocidade máxima para 22,5 km/h e estendendo a autonomia para 100 km. Sua blindagem foi reforçada para até 40 mm, tornando-o um alvo resistente para os canhões alemães de 37 mm no início da Campanha da França em 1940.
Apesar de sua superioridade conceitual sobre o D1, o D2 sofreu com problemas de confiabilidade mecânica crônicos (especialmente na transmissão e no sistema de arrefecimento) e com uma produção industrial limitada, o que impediu que o Exército Francês contasse com um número expressivo desses veículos nas linhas de frente quando o conflito eclodiu.
Comparativo Técnico Direto
Característica
Renault D1
Renault D2
Peso
14,0 t
19,7 t
Comprimento
5,773 m
5,456 m
Largura
2,158 m
2,21 m
Altura
2,39 m
2,667 m
Motorização
4 cilindros, 74 hp
6 cilindros, 150 hp
Velocidade Máxima
18,1 km/h
22,5 km/h
Autonomia
90 km
100 km
Espessura da Blindagem
14 – 35 mm
20 – 40 mm
Armamento Principal
Canhão SA34 de 47 mm
Canhão SA34 de 47 mm
Legado
Os tanques médios Renault D1 e D2 representam a engenharia de transição militar francesa: corajosa em termos de proteção balística e poder de fogo para a época, mas severamente prejudicada por restrições industriais, doutrinas rígidas de emprego tático e problemas de confiabilidade mecânica. Ambos os veículos desempenharam papéis fundamentais na história dos blindados, servindo de base para o entendimento técnico que moldaria a indústria de defesa europeia subsequente.
É sede do município do Barreiro[2] com 36,39km² de área[3] e 78 359 habitantes (2021),[4][5] subdividido em 4 freguesias.[2] O município é limitado a leste pelo município da Moita, a sudeste por Palmela, a sul por Setúbal e Sesimbra, a oeste pelo Seixal e a norte pelo rio Tejo e o seu estuário. Na outra margem encontra-se a cidade de Lisboa.
De salientar que a cidade do Barreiro apresenta uma posição estratégica a 6km da Baixa Alfacinha. Banhada pelo rio Tejo e apoiada por um importante terminal rodo-ferro-fluvial, dista, por via terrestre, 20km da cidade de Lisboa (pela Ponte 25 de Abril — 35km pela Ponte Vasco da Gama) e cerca de 35km de Setúbal, capital de distrito (pela A2).
O Barreiro foi elevado a cidade a 28 de junho de 1984, sendo Presidente da Câmara Hélder Nobre Madeira. O Presidente da Câmara Municipal é Frederico Rosa do PS. O feriado municipal é a 28 de Junho.
A cidade portuguesa de Barreiro teve origem numa «pobra» ou aldeia ribeirinha, repovoada após a reconquista, sob a égide dos Cavaleiros da Ordem de Santiago da Espada. A paróquia de Santa Cruz do Barreiro remonta aos séculos XIII-XIV, tendo sido comenda da Ordem de Santiago da Espada.
Os seus povoadores dedicavam-se às actividades piscatórias e da extracção do sal. Terra de pescadores e de gentes do campo levou vida obscura, se bem que tivesse sido elevada a vila em 1521. No esteiro do rio Tejo que no Barreiro entra pelo Rio Coina encontrava-se Vale de Zebro, onde outrora se erguiam fornos que fabricavam os biscoitos que abasteciam as naus que saíam de Lisboa, rumo à Índia e ao Brasil.
O desenvolvimento do Barreiro teve início em 1861, com a exploração das linhas férreas até Vendas Novas (57km) e até Setúbal (13km). A sua expansão deve-a, contudo, a partir de 1906, com a adjudicação a um grupo de industriais do Caminho-de-Ferro-Sul-e-Sueste, inicialmente entre o Barreiro e Vendas Novas. Com o surgimento deste meio de transporte, este haveria de despoletar um processo histórico, que viria a ser determinante, não só para o município, como para o país. A implementação de indústrias pela Companhia União Fabril (CUF), desde 1898 dirigida pelo dinâmico e empreendedor empresário que foi Alfredo da Silva.
Desde então o Barreiro tornar-se-ia uma “moderna vila industrial e operária", transformando por completo o antigo aspecto da vila, tanto social, económica, como urbanisticamente, o Barreiro transfigurava-se. A malha urbana cresceria além dos limites do próprio município, até à vizinha Moita. Os vestígios deste passado são ainda hoje uma marca da cidade, através das oficinas da CP, dos bairros operários, e em especial do ainda presente parque industrial-empresarial da Baía do Tejo (actual nome da antiga CUF, QUIMIGAL e Quimiparque).
O Barreiro ascendeu ao título de cidade em 28 de Junho de 1984, sendo presidente da Câmara na época Hélder Nobre Madeira. O presidente actual (2021) é Frederico Rosa.
A cidade do Barreiro é repleta de espaços verdes, de variadas dimensões. Existem 3 grandes parques, entre eles o Parque Recreativo da Cidade (com área aproximada: 48 700 m²), situado na União das Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena. Jardim do Convento da Madre de Deus da Verderena, com área aproximada: 6000 m². Parque Catarina Eufémia com area aproximada de área aproximada: 14 000 m².[7]
Freguesias
Freguesias do município do Barreiro.
O Município do Barreiro está dividido em 4 freguesias:[2]
O Barreiro é tido como uma cidade desportiva, onde os espaços para os vários desportos, são consideravelmente variados. Da cidade são bastante representativos os seus maiores clubes, como o Futebol Clube Barreirense, o Clube União Fabril e o Galitos Futebol Clube, cuja história se encontra nos anais do desporto nacional nas várias modalidades que representam. Em Futebol, o Barreirense, é o clube Português com maior número de campeonatos ganhos na 2ª Divisão (7 campeonatos) e com 24 representações na primeira Divisão do Campeonato Nacional, e o Clube União Fabril (CUF/QUIMIGAL/FABRIL) com 23, sendo respectivamente os clubes que se encontram em 11º e 13º no ranking de presenças de clubes, o que os torna Históricos do Futebol Nacional, de onde saíram diversos nomes de internacionais Portugueses. Também em basquetebol, o FC Barreirense é um histórico, com 2 campeonatos e 6 taças de Portugal, e com aquela que é tida como a melhor formação nacional da modalidade, pois na época de 2007/2008, destacou-se João “Betinho” Gomes, que chegou a fazer provas para a NBA. Por falar em formação, e já na década de 2000 o FC Barreirense foi distinguido por 2 vezes com o troféu da Federação Portuguesa de Basquetebol para o melhor clube de Basquetebol de Portugal em virtude das grandes prestações em todos os escalões em que esteve envolvido. Em títulos é 3º clube com maior número de troféus conquistados em basquetebol, cifrando em mais de 2 dezenas os campeonatos conquistados (Juniores A, Juniores B, Cadetes, Iniciados) e troféus em torneios, conquistados nos últimos 10 anos. No basquetebol, também o Galitos Futebol Clube tem marcado presença na LPB (I Liga).
A cidade tem boas infra-estruturas para modalidades, como o Estádio Alfredo da Silva (Fabril-1965) com uma capacidade de cerca de 25000 espectadores, e às suas infra-estruturas de raiz, que lhe permite ainda hoje ser considerado um dos melhores estádios Portugueses, inserido num complexo com mais dois campos de futebol relvados, e um Pavilhão Desportivo. O FC Barreirense, construiu recentemente um pequeno centro de formação e tem em construção um pequeno estádio dotado de modernas e confortáveis condições, que substituirá o já desaparecido Manuel de Melo.
Escolas
Uma das curiosidades no ranking das provas nacionais de 2019 foi a maior queda no top 15. Esta, foi a do Colégio Minerva, no Barreiro, precisamente a escola particular que no ano anterior tinha alcançado a medalha ouro. Com uma queda de 67 posições, desceu do 1.º lugar para o 68.º.
Incluíndo o Colégio Minerva, o Barreiro dispõe de cerca de uma dúzia de escolas primárias e básicas, para alem de seis escolas secundárias.
Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita (até ao secundário)
Agrupamento de Escolas do Barreiro (até ao 3º ciclo)
Agrupamento de Escolas de Santo André (até ao secundário)
Agrupamento de Escolas dos Casquilhos (até ao secundário)
Agrupamento de Escolas Alfredo da Silva (até ao secundário)
Agrupamento de Escolas Álvaro Velho (até ao 3º ciclo)
Agrupamento de Escolas de Santo António (até ao secundário)
Colégio Minerva (até ao secundário)
Barreirenses ilustres
Álvaro Velho (século XV-XVI), marinheiro ou soldado na expedição de Vasco da Gama à Índia. Deixou-nos o seu Diário de Bordo da viagem.
★ Os Recenseamentos Gerais da população portuguesa, regendo-se pelas orientações do Congresso Internacional de Estatística de Bruxelas de 1853, tiveram lugar a partir de 1864, encontrando-se disponíveis para consulta no site do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste município à data em que os censos se realizaram.
De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no município à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)
Barreiro: Da Epopeia dos Descobrimentos ao Vanguarda Industrial de Portugal
Estrategicamente posicionado na margem sul do Estuário do Tejo — a apenas 6 km em linha reta da Baixa de Lisboa —, o Barreiro é uma cidade portuguesa do Distrito de Setúbal com 63 119 habitantes e sede de um município de 36,39 km² que acolhe cerca de 78 359 residentes (dados de 2021).
Limitado pela Moita, Palmela, Setúbal, Sesimbra, Seixal e pelo próprio Rio Tejo, o concelho afirma-se como um nó crucial de transporte rodo-ferro-fluvial, conectando a Península de Setúbal à capital portuguesa (20 km via Ponte 25 de Abril e 35 km via Ponte Vasco da Gama).
[Séc. XIII–XIV] Povoamento pela Ordem de Santiago / Paróquia de Santa Cruz
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[1521] Elevação a Vila (Fornos de biscoitos em Vale de Zebro para as Naus)
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[1861–1906] Chegada do Caminho-de-Ferro-Sul-e-Sueste
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[1898–1900s] Implantação da CUF por Alfredo da Silva / Era Operária
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[1984] Elevação do Barreiro ao estatuto de Cidade (28 de junho)
1. Origens e o Papel na Era das Descobertas
O povoamento da então «pobra» ou aldeia ribeirinha iniciou-se após a Reconquista Cristã, sob a tutela da Ordem de Santiago da Espada. Durante séculos, a população subsistiu da pesca, da extração de sal e da agricultura.
No entanto, com a Expansão Marítima Portuguesa, a região assumiu uma função estratégica de suporte logístico à capital:
Os Biscoitos das Naus: Em Vale de Zebro (no esteiro do Rio Coina), instalaram-se fornos reais para a fabricação dos biscoitos que abasteciam as frotas enviadas à Índia e ao Brasil.
Moinhos de Maré: As duas margens dos esteiros encheram-se de moinhos movidos pelas marés do Tejo para moer a farinha necessária à panificação das naus, estrutura que perdurou até ao século XIX.
Ajuste Territorial: A 24 de outubro de 1855, com a extinção do concelho vizinho de Alhos Vedros, o Barreiro incorporou as antigas freguesias de Palhais e do Lavradio.
2. A Revolução Industrial e a Companhia União Fabril (CUF)
O destino do Barreiro alterou-se radicalmente na segunda metade do século XIX e no início do século XX, transformando o pacato município ribeirinho na capital industrial do país:
A Transformação Industrial do Barreiro
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O Nó Ferroviário (1861–1906) A Revolução da CUF (1898)
- Chegada do Caminho-de-Ferro-Sul-e-Sueste - Liderada pelo empresário Alfredo da Silva
- Conexão fluvial direta entre os comboios e Lisboa - Produção química, metalúrgica e têxtil
- Estaleiros e oficinas centrais da CP - Criação de bairros operários e malha social
Chegada do Comboio: A inauguração das linhas férreas para Vendas Novas e Setúbal (1861) e a concessão do Caminho-de-Ferro-Sul-e-Sueste (1906) converteram a cidade no ponto de transbordo obrigatório de passageiros e mercadorias entre o Sul de Portugal e Lisboa.
O Império da CUF: A partir de 1898, o empresário Alfredo da Silva instalou os complexos da Companhia União Fabril (CUF). A expansão foi tão expressiva que remodelou o tecido urbano, económico e social, estendendo-se até ao concelho da Moita e dando origem a um forte movimento e identidade operária.
Património Vivo: As oficinas da CP, os bairros operários e o atual parque empresarial da Baía do Tejo (herdeiro da antiga CUF, QUIMIGAL e Quimiparque) permanecem como testemunhos desse legado histórico.
3. Estrutura Administrativa e Freguesias
Com a reorganização administrativa de 2013, as freguesias do município foram agregadas, ficando atualmente dividido em 4 freguesias:
Freguesia
Característica Principal
Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena
Área urbana central, densa e dotada de parques recreativos.
Barreiro e Lavradio
Núcleo histórico, frente ribeirinha e zona industrial tradicional.
Palhais e Coina
Área de transição, com forte ligação ao patrimônio natural e histórico (Vale de Zebro).
Santo António da Charneca
Zona de expansão residencial periurbana.
4. O Barreiro Contemporâneo e Espaços Verdes
Elevado a cidade a 28 de junho de 1984 (data que se tornou o feriado municipal), o Barreiro redefiniu-se nas últimas décadas. A cidade equilibra o seu passado industrial com a valorização ambiental e o lazer ribeirinho:
Parque Recreativo da Cidade (Polis): Com cerca de 48 700 m², localiza-se na União de Freguesias do Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena, constituindo o principal pulmão verde e zona de lazer à beira-rio.
Jardim do Convento da Madre de Deus da Verderena: Espaço histórico e verde com cerca de 6 000 m².
Parque Catarina Eufémia: Um dos parques mais icónicos da cidade, com aproximadamente 14 000 m².
Hoje, apoiado pelo seu terminal rodo-ferro-fluvial, o Barreiro mantém-se como um ponto nevrálgico da mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa, aliando a memória da sua luta operária a um ecossistema focado na requalificação urbana e empresarial.