sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Castro – Estação Ferroviária

 

Castro – Estação Ferroviária


Com uma estrutura arquitetônica bastante simples, a estação ferroviária de Castro, inaugurada em dezembro de 1899, foi construída em alvenaria de tijolos sobre embasamento de pedras.

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Patrimônio Cultural Ferroviário

Nome Atribuído: Estação Ferroviária de Castro; Terreno; Sanitário no pátio da Estação Ferroviária de Castro.
Localização: Castro-PR
Decreto de Tombamento: Lei nº 11.483/07 e Portaria IPHAN nº 407/2010

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Estação Ferroviária de Castro
Localização: Av. Miguel Couto, s/n – Centro – Castro-PR
Número do Processo: 03/97
Livro do Tombo: Inscr. Nº 133-II, de 10/10/2000
Uso Atual: Departamento de Cultura Municipal

Descrição: Com uma estrutura arquitetônica bastante simples, a estação ferroviária de Castro, inaugurada em dezembro de 1899, foi construída em alvenaria de tijolos sobre embasamento de pedras. A estrutura da cobertura em tesouras de madeira tem duas águas, cobertas por telhas cerâmicas, do tipo francesa. Na área da plataforma, a água da cobertura avança para criar a área coberta de acesso, apresentando no conjunto da estrutura uma sequência de mãos francesas em madeira, engatadas em suportes também em madeira, na plataforma com uma cobertura estruturada sobre apoios metálicos.
As paredes são rebocadas e têm poucos detalhes. Destacam-se os pilares estruturais arrematados na parte superior por frisos em relevo. Internamente o piso é revestido, na parte original, com ladrilhos, e na parte recuperada com placas de ardósia. As paredes são rebocadas e pintadas e o forro em tabuado com mata-junta.
Desativadas pela RFFSA, após convênio, recebeu obras que foram realizadas pela Prefeitura Municipal de Castro, em 1992. Passou, então, a sediar um setor do Departamento de Cultura Municipal. Das três salas, duas são ocupadas pela Prefeitura e uma delas pela RFFSA.
Fonte: CPC.

Histórico das ferrovias no Brasil: A história das ferrovias no Brasil inicia-se em 30 de abril de 1854, com a inauguração, por D. Pedro II, do primeiro trecho de linha, a Estrada de Ferro Petrópolis, ligando Porto Mauá à Fragoso, no Rio de Janeiro, com 14 km de extensão. Mas a chegada da via à Petrópolis, transpondo a Serra do Mar, ocorreu somente em 1886.
Em São João del Rei (MG), o Museu Ferroviário preserva a história da antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, criada em 1872. Seu percurso ligava a cidade de Sítio (atual Antônio Carlos) à Estrada de Ferro D. Pedro II (posteriormente, Central do Brasil), partindo daí para São João del Rei. Com novas concessões, a ferrovia Oeste de Minas se estendeu a outras cidades e ramais, alcançando, em 1894, um percurso total de 684 km, e foi considerada a primeira ferrovia brasileira de pequeno porte.
As dificuldades e desafios para implantar estradas de ferro no Brasil eram muitos. Procurando atrair investidores, o governo implantou um sistema de concessões, que se tornou característico da política de infra-estrutura do período imperial. Entre o final do século XIX e início do século XX os recursos, sobretudo dos britânicos, alavancaram a construção de linhas férreas.
A expansão ferroviária, além de propiciar a entrada de capital estrangeiro no país, tinha, também, o objetivo de incentivar a economia exportadora. Desta forma, as primeiras linhas interligaram os centros de produção agrícola e de mineração aos portos diretamente, ou vencendo obstáculos à navegação fluvial. Vários planos de viação foram elaborados na tentativa de integrar a malha ferroviária e ordenar a implantação dos novos trechos. Entretanto, nenhum deles logrou êxito em função da política de concessões estabelecida pelo governo brasileiro.
Fonte: Iphan.

Patrimônio Ferroviário: A Lei 11.483, de 31 de maio de 2007, atribuiu ao Iphan a responsabilidade de receber e administrar os bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural, oriundos da extinta Rede Ferroviária Federal SA (RFFSA), bem como zelar pela sua guarda e manutenção. Desde então o Instituto avalia, dentre todo o espólio oriundo da extinta RFFSA, quais são os bens detentores de valor histórico, artístico e cultural.
O patrimônio ferroviário oriundo da RFFSA engloba bens imóveis e móveis, incluindo desde edificações como estações, armazéns, rotundas, terrenos e trechos de linha, até material rodante, como locomotivas, vagões, carros de passageiros, maquinário, além de bens móveis como mobiliários, relógios, sinos, telégrafos e acervos documentais. Segundo inventário da ferrovia, são mais de 52 mil bens imóveis e 15 mil bens móveis, classificados como de valor histórico pelo Programa de Preservação do Patrimônio Histórico Ferroviário (Preserfe), desenvolvido pelo Ministério dos Transportes, instituição até então responsável pela gestão da RFFSA.
A gestão desse acervo constitui uma nova atribuição do Iphan e, para responder à demanda, foi instituída a Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário, por meio da Portaria Iphan nº 407/2010, com 639 bens inscritos até 15 de dezembro de 2015. Para inscrição na Lista, os bens são avaliados pela equipe técnica da Superintendência do Estado onde estão localizados e, posteriormente, passam por apreciação da Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural Ferroviário (CAPCF), cuja decisão é homologada pela Presidência do Iphan.
Os bens não operacionais são transferidos ao Instituto, enquanto bens operacionais continuam sob responsabilidade do DNIT, que atua em parceria com o Iphan visando à preservação desses bens. Esse procedimento aplica-se, exclusivamente, aos bens oriundos do espólio da extinta RFFSA. Os bens que não pertenciam à Rede, quando de sua extinção, não são enquadrados nessa legislação, podendo, entretanto, ser objeto de Tombamento (Decreto Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, aplicado a bens móveis e imóveis), ou ao Registro (Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000, aplicado ao Patrimônio Cultural Imaterial).
Fonte: Iphan.

CONJUNTO:
Patrimônio cultural ferroviário IPHAN

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Manual Técnico do Patrimônio Ferroviário

Castro – Fazenda Capão Alto

 

Castro – Fazenda Capão Alto


Localizada em terras de sesmarias concedida na região no início do séc. XVIII (1704), a Fazenda do Capão Alto se situa no quadro da ocupação dos Campos Gerais.

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Fazenda Capão Alto
Localização: Capão Alto – Castro-PR
Número do Processo: 82/81
Livro do Tombo: Inscr. Nº 80-II, de 26/11/1983
Uso Atual: Grupo Folclórico de Castrolanda

Descrição: Localizada em terras de sesmarias concedida na região no início do século XVIII (1704), a Fazenda do Capão Alto se situa no quadro da ocupação dos Campos Gerais, como decorrência da descoberta de ouro nas regiões de Minas Gerais, gerando a necessidade de alimentação e transporte para os mineradores que para lá convergiram. Data daquela época o início de uma atividade pastoril cujo objetivo era o fornecimento de gado para as catas auríferas, através da feira de Sorocaba.
A autorização régia de 1702, para a concessão de sesmarias, constituiu incentivo ao empreendimento. Entretanto, ao contrário do que aconteceu em outros lugares – Lages, por exemplo -, a ocupação dos Campos Gerais não teve sentido de colonização: era simples negócio a ser explorado enquanto as condições a favorecessem. A abertura da Estrada Viamão-Sorocaba motivou o surgimento, ao longo do caminho, de pousos, currais e invernadas, e um deles foi o estabelecido à margem esquerda do Rio Iapó, por volta da década 1730-1740.
Anos mais tarde, segundo documentação, já existia uma pequena capela no local chamado Capão Alto, que fazia parte de uma sesmaria inicialmente requerida por Pedro Taques de Almeida e que por sua morte foi ter ao filho José de Góes e Morais, cabendo a Timóteo Corrêa de Góes, outro membro do clã, a posse das terras ali localizadas.
Posteriormente Capão Alto foi vendida a João Gonçalves Figueira, cuja viúva viu-se obrigada a leiloar a propriedade, em 1749. O arrematador foi o capitão-mor José de Góes e Morais, figura importante da história paranaense, que embora paulista e não vivendo em suas terras no Paraná, concorreu para o povoamento dos Campos Gerais, ao estabelecer fazendas produtivas e doar terras para congregações religiosas, as quais, efetivamente, promovem a ocupação das propriedades.
Em 1751 a Fazenda do Capão Alto foi adquirida pelos carmelitas pela quantia de dois contos de réis; e com as terras da fazenda, que abrangiam área de 100 léguas quadradas, vieram, também, cerca de duas mil cabeças de gado e mais de 140 cavalos. Diz o livro de Registro de Terras da Paróquia de Sant’ana de Castro que a Fazenda do Capão Alto foi comprada “a 21 de outubro de 1751 por Frei João de Santa Izabel” e que suas divisas eram formadas “pelo rio Iapó, Ribeirão Tabor e rio Maracanã, sendo, na mesma data, dada posse ao procurador da Ordem Carmelita Pedro Alvarez da Paz, assistido pelos reverendos Superior Frei Ângelo Preto do Espírito Santo e Frei José de Sant’ana”. Ignora-se a data em que a escritura tenha sido lavrada, mas seria antes de 1754, pois naquele ano já existia a capela de Santo Antônio do Capão Alto, filial do convento de Nossa Senhora da Conceição do Tamanduá, que a ordem possuía nos Campos Gerais.
Até 1771 existem assentamentos a respeito dos carmelitas em Capão Alto, quando, não satisfeitos com a situação em que estava a igreja, ficou resolvida a construção de outra, em posição mais favorável, às margens do Iapó, sob a invocação de Sant’ana. Como esta igreja foi elevada à categoria de freguesia em 1769, os assentamentos passaram a ser feitos no templo da nova povoação que foi elevada à condição de vila e, mais tarde, cidade, com o nome de Castro. A vila deveria localizar-se no Capão Alto; entretanto, ciosos, provavelmente, de seus negócios particulares, os carmelitas forçaram a criação do povoado às margens do Iapó, ali construindo nova capela, consagrada, como já foi dito, a Sant’ana.
Posteriormente a capela de Santo Antônio foi substituída por outra, sob a devoção de Nossa Senhora do Carmo. Por muitos anos a Fazenda Capão Alto – após a retirada dos carmelitas para São Paulo e Rio de Janeiro – ficou sob a supervisão de um administrador até ser entregue, após breve arrendamento a terceiros, aos escravos que nela residiam e trabalhavam e que, entregues à própria sorte, organizaram uma república sob a invocação de Nossa Senhora do Carmo, “a quem ouvião e de quem recebião as ordens do dia”. Neste quilombo, que se manteve em ordeiro e pacífico por muitos anos, os negros trabalhavam a terra e criavam gado, vendendo em Castro apenas o que lhes era necessário para viver e reservando o resto da produção para a Virgem e, demais, mantendo elevada reputação de honestidade em toda a região.
Em 1864, os escravos do Capão Alto – na época, cerca de 300 – foram vendidos à firma Gavião, Ribeiro & Gavião, de São Paulo, o que motivou uma rebelião pelo fato de se considerarem livres e, “se escravos, somente de Nossa Senhora do Carmo”. Apesar de toda a reação, os escravos acabaram sendo levados para São Paulo. Em 27 de junho de 1870, segundo escritura, a Fazenda Capão Alto foi vendida por Frei Damasio de São Vicente Ferreira a Bonifácio José Baptista, abastado fazendeiro e político, produto típico da sociedade campeira que ocupou os latifúndios dos Campos Gerais e que encontrou no tropeirismo a forma de participação na sociedade local.
Adquirido por 30 contos de réis, o imóvel compreendia “campos, campinas, matos e logradouros por sesmarias e casas, mangueiras e todas as dependências”. Ao que consta, o novo proprietário teria mandado construir “casas do tipo colonial usado nas fazendas do Norte nos séculos XVI e XVII(…)”, adquiriu mobiliário, cercou-se de todo o conforto e importou reprodutores para os seus rebanhos. Em artigo publicado em 1886 na Gazeta do Paranaense, o cronista Nivaldo Braga faz referência à casa erguida por Bonifácio José Baptista: “Da cidade de Castro avista-se perfeitamente a nova morada mandada construir pelo actual proprietário, com certo gosto e capricho segundo dizem.
Apresenta uma bela e imponente perspectiva, contemplada de longe no meio do campo e sobressaindo das ondulações de uma série de lombas que se sucedem. Há estradas para carros, entre a cidade e a fazenda. Aos fundos desta chega-se pelo Iapó, em canoas”. Fixando residência em Capão Alto, Bonifácio José Baptista dedicou-se à leitura e organizou a Biblioteca de Castro, que chegou a ter seis mil volumes.
Em 20 de novembro de 1886 D. Pedro II conferiu a ele e a sua Herdada em 1905 por Evangelina Prates da Silva Baptista, neta dos barões e que se casou com Javert Madureira, médico, a Fazenda do Capão Alto, na década de 40, deste século, após rumoroso processo, foi ter às mãos de Vicente Fiorillo, que recebeu, também, a fazenda Monte Alegre, que com ela confirmava e que, em 1873, havia sido adquirida por Bonifácio José Baptista. Em 1979 a propriedade foi vendida à Cooperativa Castrolândia, cuja intenção, preliminarmente, foi a de restaurá-la, transformando-a em hotel-fazenda.
Capão Alto é, sem dúvida, um dos marcos históricos mais importantes do processo de ocupação dos Campos Gerais do Paraná. Inexistem documentos capazes de esclarecer quais construções havia ao tempo em que foi adquirida pelo barão de Monte Carmelo aos carmelitas. As 12 edificações – casa – sede, casa do capataz, casa dos arreios, cocheira, fábrica de queijos, estábulos, celeiros, aviários e depósitos – que compõem a propriedade – indicam, claramente, épocas distintas; algumas são de taipa-de-pilão com divisões internas de pau-a-pique ou estuque e delimitam os pátios fronteiro e posterior. As demais, de alvenaria de tijolos ou, então, de madeira, são, provavelmente, do tempo em que a fazenda, de gado para corte, passou a ser de gado leiteiro. A casa-sede tem à sua frente pátio murado, sendo que um dos lados é fechado pela parede das antigas edificações compostas pela casa do capataz, celeiro e casa de arreios. Um segundo pátio, aos fundos, ladeado pelo apêndice de serviços e pela antiga fábrica de queijos, tem no centro o poço e o tanque sob coberta de suas águas.
A casa-sede exemplifica na sua volumetria a arquitetura da segunda metade do século XIX: um pavimento sobre porão alto e um mirante central arrematado a composição. Na frente, em toda extensão da edificação, varanda com colunas e guarda-corpo em ferro. Diante do corpo central, enquadrado por duas portas com requadros em madeira e encimadas por vergas e sobrevergas em arco e em círculo pleno, com bandeira. Escadaria de acesso em cantaria. As demais aberturas são janelas emolduradas por requadros de madeira, sistema em guilhotina, divididas em quadrículos, vergas e sobrevergas retas. Mirante com janelas frontais (duas) e laterais; mesmo sistema do pavimento térreo; telhado, em quatro águas, em telha canal, arrematado por beiral em cimalha, de madeira. Os corpos laterais são cobertos por telhados em três águas, telha canal. Internamente, segue o programa tradicional das casas de fazenda: salões e capela ao longo da varanda, dormitórios e alcovas na faixa central e sala de refeições aos fundos. Cozinha e banheiro estão dispostos no apêndice que dá continuidade à lateral direita da casa.
Em 1983 a Coordenação do Patrimônio Cultural da Secretaria da Cultura e Esporte do Paraná, preocupada com a situação de abandono em que se encontrava a fazenda, estabeleceu contato com a Cooperativa Castrolândia a fim de encontrar um caminho para a restauração e reciclagem de uso da fazenda. Em 1984 a arquiteta Rosina Coeli Alice Parchen elaborou um projeto de restauração e reciclagem do conjunto para instalação de um hotel-fazenda com capacidade para 40 hóspedes.
Fonte: CPC.

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Castro – Museu do Tropeiro

 

Castro – Museu do Tropeiro


O Museu do Tropeiro, em Castro-PR, está localizado em casa do século XVIII que pertenceu a Carneiro Lobo. Construída sobre uma base de pedras.

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Museu do Tropeiro
Localização: Praça Getúlio Vargas – Castro-PR
Número do Processo: 64/77
Livro do Tombo: Inscr. Nº 63-II, de 06/03/1978

Descrição: Casa do século XVIII que pertenceu a Carneiro Lobo. Construída sobre uma base de pedras com colunas de madeira que sustentam toda a estrutura da cobertura. As paredes são construídas em sistema de pau-a-pique. A cobertura é de telas de barro.
Fonte: CPC.

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Coronel Vivida – Sítio Geológico Cratera de Impacto de Vista Alegre

 

Coronel Vivida – Sítio Geológico Cratera de Impacto de Vista Alegre


O Sítio Geológico Cratera de Impacto de Vista Alegre representa uma amostra do resultado provocado por fenômeno astrofísico que ensejou a formação de um monumento natural raro, denominado na geologia de astroblema.

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Sítio Geológico Cratera de Impacto de Vista Alegre
Localização: Coronel Vivida-PR
Número do Processo: 02/2007
Livro do Tombo: Inscr. Nº 24-i, de 15/07/2008

Descrição: O Sítio Geológico Cratera de Impacto de Vista Alegre representa uma amostra do resultado provocado por fenômeno astrofísico que ensejou a formação de um monumento natural raro, denominado na geologia de astroblema. Significa a evidência de antigo impacto de corpo celeste, provavelmente meteorito, na superfície terrestre, ocasionando uma cratera. No caso da cratera de Vista Alegre, uma das cinco evidências até o momento localizadas no território brasileiro e uma das únicas do mundo em rochas basálticas, com características geomorfológicas de 9,5 km de diâmetro e um desnível do assoalho até as bordas mais altas de 100m, formando uma grande depressão. Feições geológicas importantes comprovam tal fenômeno como a presença de “cones de estilhaçamento”, “fragmentos rochosos fundidos”, uma espécie de vidro e as chamadas “feições planares de deformação”, formando assim rochas aflorantes denominadas de “brechas”. O sítio, objeto do tombamento, é uma pequena pedreira, apresentando dimensões de 110m x 95m ou 10.450m² e composta por paredes de rochas nuas, cuja altura varia de 2 a 4 metros. Situa-se no distrito de Vista Alegre, junto à rodovia PR – 562 e na margem esquerda do Rio Surubi, tendocomo coordenadas geográficas 25º 56′ 13,0″ S 25º 42′ 29,0″ O, conforme memorial discritivo da área que consta dos autos do processo de tombamento às folhas 75 integrante do documento denominado “Termo de Anuência dos Proprietários”.
Fonte: CPC.

Prefeitura Municipal de Coronel Vivida-PR
Nome Atribuído:
 Cratera de Impacto do Vista Alegre
Localização: Coronel Vivida-PR
Resolução de Tombamento: 2008

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