domingo, 8 de junho de 2025

Lavadora de Alta Pressão TPW2700A 7,5 HP Gasolina Toyama

 Lavadora de Alta Pressão TPW2700A 7,5 HP Gasolina Toyama

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Lavadora de Alta Pressão TPW2700A 7,5 HP Gasolina Toyama

A Lavadora de Alta Pressão TPW2700A da Toyama é a escolha perfeita para quem busca um equipamento potente e autônomo para tarefas de limpeza. Com um motor a gasolina de 7,5 HP, este modelo dispensa a necessidade de fios e tomadas, proporcionando maior mobilidade e liberdade durante o uso. Seu design inovador a torna ideal para ambientes que exigem alta demanda, combinando eficiência e economia no consumo de água.

Equipada com um sistema de válvula de alívio (purgador), a TPW2700A protege a bomba, evitando danos e eliminando a água superaquecida. Com uma pressão impressionante de 2.700 libras e um consumo máximo de apenas 7,8 litros de água por minuto, esta lavadora é perfeita para diversas aplicações, desde a limpeza de maquinários agrícolas até fachadas de prédios e áreas externas.

Especificações do Produto:

  • Tipo de Motor: 4 tempos a gasolina
  • Potência: 7,5 HP
  • Pressão Máxima: 2.700 libras
  • Consumo de Água: Máximo de 7,8 litros por minuto
  • Tanque para Detergente: 3,2 litros
  • Rodas: 300 mm com eixo, proporcionando facilidade de deslocamento
  • Sistema de Segurança: Válvula de alívio para proteção da bomba

Indicações de Uso:

Ideal para:

  • Limpeza de maquinários agrícolas
  • Fachadas de prédios
  • Piscinas
  • Áreas externas
  • Qualquer lugar que necessite de um equipamento com mobilidade e eficiência

Com a Lavadora de Alta Pressão TPW2700A, você garante um desempenho superior em limpezas, unindo potência, segurança e praticidade em um único produto. A estrutura reforçada, o suporte para pistola e as rodas robustas oferecem proteção contra impactos, tornando-a um investimento seguro e durável.

Especificações técnicas

Vazão
7,8 L/min
Potência
7,5 Hp
Pressão Máxima
2.700 Psi
Tipo de motor
4 Tempos
Cilindradas
223 cc
Capacidade de óleo
1,6 L
Sistema de partida
Manual retrátil
Filtro
Duplo Elemento
Rotação
3600 rpm
Tanque de Combustível
3,6 L
Tipo de Combustível
Gasolina
Código
127581
Marca
TOYAMA



Serra Fita para Metais 1100W Mr-275 Motor Trifásico 220V Manrod

 Serra Fita para Metais 1100W Mr-275 Motor Trifásico 220V Manrod

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Serra Fita para Metais 1100W Mr-275 Motor Trifásico 220V Manrod


A Serra Fita para Metais Manrod MR-275 é a ferramenta ideal para cortes precisos em metais de diversos perfis. Conheça os benefícios e características exclusivas deste produto de alta qualidade:


A Serra Fita para Metais MR-275 da Manrod é a escolha perfeita para serralheiros e profissionais da metalurgia que buscam eficiência e precisão em cada corte. Com capacidade de corte em diferentes ângulos, esta serra oferece versatilidade para trabalhar com diversos tipos de metal, incluindo perfis quadrados, redondos, retangulares, ferro chato e cantoneiras. Com 2 velocidades de corte, ajuste angular de 0 a 60° e alimentação trifásica de 220V ou 380V, a MR-275 garante desempenho e segurança em cada operação. Desenvolvida com um corpo robusto em ferro, esta serra de fita é projetada para resistir ao uso intenso, proporcionando durabilidade e confiabilidade. Equipada com recursos essenciais, como manômetro para ajuste da lâmina, cilindro hidráulico para controle do avanço de corte e bomba de refrigeração, a MR-275 oferece praticidade e segurança durante o trabalho. Além disso, a serra acompanha acessórios importantes, como limitador do comprimento do corte, bandeja para cavacos e diversas chaves de ajuste. Com dimensões compactas e peso de 200 Kg, esta serra de fita para metais é uma escolha completa e eficiente para otimizar suas tarefas de corte. Invista em qualidade e tecnologia com a Serra Fita para Metais MR-275 Manrod e otimize sua produtividade com cortes precisos e eficientes. Garanta já a sua!


Ficha Técnica:

Nome: Serra Fita para Metais 1100W MR-275 Motor Trifásico 220V

Marca: Manrod

Modelo: MR-275

Potência do motor: 1.1KW (1.1/2HP)

Potência da bomba de refrigeração: 40W (0,05HP)

Alimentação: 220V ou 380V / 60Hz (trifásico)

Ajuste angular: 0 a 60°

Velocidade de corte: 45 e 90 m/min

Capacidade de corte a 0°: Ø 225 mm / 180 x 245 mm

Capacidade de corte a 45°: Ø 160 mm / 160 x 160 mm

Capacidade de corte a 60°: Ø 100 mm / 100 x 100 mm

Altura da base da morsa de fixação: 910 mm

Dimensões da lâmina: 27 x 0,9 x 2480 mm

Dimensões gerais: 1650 x 1050 x 1700 mm

Peso: 200 Kg

Número de velocidades de corte: 2

Equipamentos adicionais: Manômetro para ajuste de tensão da lâmina, cilindro hidráulico para controle do avanço de corte, bomba de refrigeração, morsa de aperto rápido, bancada de apoio, painel de comandos em 24V com 2 botões de emergência

Acessórios inclusos: Limitador do comprimento do corte, bandeja para cavacos, estojo plástico, chave phillips de 6x100mm, chave fixa de 12x14 mm, chave fixa de 17 mm, chave allen 4 mm, chave allen 5 mm, chave allen 6 mm

Especificações técnicas

Código
282463
Código do Fabricante
00877024444375
Marca
MANROD



sábado, 7 de junho de 2025

Linda imagem da RUA BARÃO DO RIO BRANCO do ano de 1948

 Linda imagem da RUA BARÃO DO RIO BRANCO do ano de 1948


Pode ser uma imagem de 4 pessoas, trole, rua e texto

Relembrando uma magnífica imagem, registrada do início da Rua Barão do Serro Azul, ao lado da Catedral, do final da década de 1910.

 Relembrando uma magnífica imagem, registrada do início da Rua Barão do Serro Azul, ao lado da Catedral, do final da década de 1910.


Pode ser uma imagem de 8 pessoas

Relembrando, um impressionante PANORAMA da Região Central de CURITIBA, registrado em 1870. Ao fundo. a antiga Catedral. Acervo de Paulo José da Costa.

 Relembrando, um impressionante PANORAMA da Região Central de CURITIBA, registrado em 1870. Ao fundo. a antiga Catedral. Acervo de Paulo José da Costa.


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O jeito caipira ajudou a integrar japoneses no interior da Paulistânia Caipira

 O jeito caipira ajudou a integrar japoneses no interior da Paulistânia Caipira


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O jeito caipira de moradores do interior de São Paulo é Paraná ajudou a conquistar os japoneses que migraram para o Brasil e diminuiu as diferenças entre dois povos tão distintos.
Massanoto Suzuki guarda fotos do Japão e lembranças da chegada ao Brasil e conta que o choque cultural ocorreu no desembarque. Ele reparou logo na maneira de andar. “No Japão é bastante correria”, conta Suzuki, imitando andar típico japonês, com braços e pernas rígidos. No Brasil, ele percebe um jeito mais relaxado de caminhar.
A amizade entre as duas nacionalidades está registrada no filme “Meu Japão Brasileiro”, de Mazzaropi. Na pélícula, ele monta uma cooperativa cheia de bom humor com os novos moradores do país. Em uma das falas afirma: "não sou japonês, mas sou quase."
Na estrada dos japoneses no interior de São Paulo, pelo menos um obstáculo eles não tiveram que enfrentar. Por aqui, não faltaram amigos. O caipira, como bom anfitrião, fez os visitantes se sentirem em casa. Nos olhos pequenos, cabe a paixão pela terra escolhida. “No Brasil, tem muito lugar grande então eu acho que o coração também é grande no Brasil”, afirma Eduardo Maniwa.
Algumas dessas situações se integração estão registrados em um dos filmes de Mazzaropi.
Hoje há até japonês caipira cantando moda de viola no idioma dos samurais.
Além do sushi, a chegada dos imigrantes possibilitou a incorporação de uma variedade de frutas, verduras e legumes, como caqui, maçã, pera, acelga, espinafre japonês, brotos de feijão, broto de bambu, rabanete, abóbora cabotiá entre uma diversidade de produtos, enriquecendo a nossa culinária
Aliás,
Muitas são as contribuições dos Japoneses na Paulistânia, como o sistema de lavoura, que melhorou o cultivo de hortaliças e possibilitou que se pudesse produzir mais. Além da cidade paulista Bastos, que é a maior produtora de ovos do país, e quem deu início a esse processo foi um japonês que levou 30 galinhas para a cidade. E se tratando de culinária combinada aos nossos costumes, talvez seja o pastel de feira o melhor exemplo. Mesmo relacionado ao mundo urbano, quem resiste não é mesmo, é o melhor exemplo que os dois mundos se casaram muito bem.
Tudo isso começou 1908. No Porto de Kobe, onde uma multidão balança os braços e acena lenços no adeus a um grupo de japoneses que, vivendo em um país afundado economicamente, escolheu um outro “lar” para tentar a sorte. Destino: o desconhecido Brasil. Do adeus aos amigos e familiares à chegada no Porto de Santos, litoral de São Paulo, foram exatos 52 dias de viagem numa embarcação de 6 toneladas de nome Kasato Maru. As duas únicas paradas, nesse trajeto de 21 mil milhas, ocorreram em Cingapura e na África do Sul.
O desembarque dos primeiros imigrantes japoneses só aconteceu na manhã do dia 18 de junho. No total, chegaram 781 japoneses, oriundos das províncias de Fukushima, Tóquio, Kumamoto, Ehime, Hiroshima, Kochi, Niigata, Yamaguchi e principalmente de Okinawa, Kagoshima e Fukushima.
Os imigrantes chegaram ao Brasil contratados para trabalhar nas lavouras de café no Estado de São Paulo. O acordo para o início da imigração havia sido firmado em 6 de novembro de 1907 entre a Companhia Imperial de Imigração Tokio-Japão e o Governo do Estado de São Paulo. Pelo contrato, os colonos japoneses deveriam ficar no País por um período de cinco anos.
O incentivo à emigração foi uma das soluções encontradas pelo governo do Japão para diminuir a miséria e o alto índice de desemprego que se registrava no país na época, fruto da reestruturação da Era Meiji. O solo fértil brasileiro apareceu como uma boa opção. Com o fim da escravidão, as grandes fazendas de café necessitavam de novos trabalhadores. Bem antes do Brasil, japoneses haviam emigrado ao Hawaí e à Ilha de Guam, na China. Mais tarde, outras levas foram para os Estados Unidos, Canadá, México e Peru.
A miséria pela qual passava o Japão pode ser sentida no desespero dos japoneses em integrar esses grupos de emigrantes.
Atualmente é o Brasil onde possui mais descendentes e imigrantes japoneses fora do Japão, concentrados em São Paulo e Paraná.
Nas fotos: Japoneses e descendentes integrados a realidade caipira da época de São Paulo, Embu, Birigui, Mogi das Cruzes e etc.
-Felipe de Oliveira
-Portal NippoBrasil

Casa de Albino Osternack 1933

 Casa de Albino Osternack 1933



A imagem retrata a residência de Albino Osternack. Construída na rua Ubaldino do Amaral, foi inaugurada em 1933 e está situada quase defronte ao estádio Major Antônio Couto Pereira, do Coritiba.

Há uma história envolvida na construção da casa. Em 1932, no local, havia uma antiga casa abandonada. Durante uma demolição para a construção da residência de Osternack, um pedreiro encontrou um cofre, possivelmente recheado de onças de ouro, moedas de prata e vinténs.

O pedreiro teria entregue o cofre para o encarregado da obra, porém vazio. Alegou que já houve o recebido desta maneira. O encarregado entregou o cofre vazio para Osternack, que guardou como gravação. O pedreiro nunca mais apareceu na obra. 

Os jornais da época chegaram a retratar o fato: "o cofre tem uns 30 centímetros de cumprimento, 20 de largura e 15 de altura. O construtor entregou o cofre ao sr. Osternack que o guardou por achari-o interessante", destacado o jornal na época.

Fontes: Acervo Curitiba Histórica / Antigamente Curitiba. 

Feliciano Guimarães 1928

 

Feliciano Guimarães

1928



A Feliciano Guimarães, projetada inicialmente como galeria comercial, acabou abrigando uma das mais relevantes lojas de café em grãos, além de fabricar fumos em rolos.

Num período em que as grandes indústrias não faziam os cigarros embalados em papel, os negócios que vendiam o fumo para os clientes - os famosos “palheiros”, enrolados em palha de milho, tinham alta entrega.

A obra, desenhada por Eduardo Fernando Chaves, data de 9 de março de 1928, tinha apenas uma prancha, com a planta baixa feita à mão. A imagem foi publicada no Almanak Laemmertz, de 1913. O edifício de Feliciano Guimarães & Cia, foi localizado na Praça Municipal nº 21, sendo demolido em 2012.

Fontes: Acervo Curitiba Histórica / Memória Urbana.

Centro Espírita Capa dos Pobres 1941

 

Centro Espírita Capa dos Pobres

1941



Fundado em 1922, o Centro Espírita Capa dos Pobres foi idealizado pelo casal João Batista de Brito e Maria Acácia de Brito. Em 1940, após um período de repressão da atividade espírita no Brasil, Manoel Rodrigues foi eleito presidente do centro. Naquela época, a Confederação Espiritual do Paraná cedeu o terreno para a construção da sede, que foi doada por José Ferreira da Luz.

A primeira sede do centro foi construída pelos próprios associados. A casa de madeira dispõe de hall de entrada com diversas divisões e sala de estar. O terreno ao redor da casa era amplo, com poço artesiano nos fundos. Esta sede, mostrada na imagem, foi inaugurada em 26 de outubro de 1941, sob o comando do presidente Antônio José de Souza, eleito em 1941 e permanecendo no cargo até 1947.

Conduzido por voluntários, o centro espírita realiza atividades benéficas e direcionadas para a difusão da doutrina espírita, permanecendo no mesmo local da fundação, porém com infraestrutura ampliada.

Fonte: Acervo Curitiba Histórica / Centro Espírita Capa dos Pobres.