quinta-feira, 11 de junho de 2026

Caminhar por trilhas assim, entre árvores e ar puro, é o que me faz sentir vivo de verdade.

 

Caminhar por trilhas assim, entre árvores e ar puro, é o que me faz sentir vivo de verdade.



Água correndo, pedras no caminho, tudo do jeito que tem que ser… isso aqui é o meu lugar.

 

Água correndo, pedras no caminho, tudo do jeito que tem que ser… isso aqui é o meu lugar.


💧 Água correndo, pedras no caminho, tudo do jeito que tem que ser… isso aqui é o meu lugar.
Felicidade pra mim não está no que custa caro, está no que é de verdade. Nada melhor que um pão com ovo bem gostoso, simples, feito com carinho, sabor de coisa boa e sem frescura.
Amo estar no meio da mata, ouvir o som da água caindo, sentir o ar puro, pisar firme na pedra, sem pressa nenhuma. Aqui eu me sinto inteiro, forte, em paz comigo mesmo e com a vida.
Sou assim: gosto do natural, do que tem força, do que é raiz. Não ligo para aparências, nem para o que os outros pensam. O que vale é o que eu sou, o que eu faço e o que eu carrego no coração.
Quem também gosta de caminhos assim, de coisas puras e de viver com verdade… com certeza vai se identificar com o meu jeito de ser.


Sento aqui, em silêncio, e fico só sentindo: essa luz, esse mar, esse momento… é tudo o que eu preciso pra ser feliz.

 Sento aqui, em silêncio, e fico só sentindo: essa luz, esse mar, esse momento… é tudo o que eu preciso pra ser feliz.

Sento aqui, em silêncio, e fico só sentindo: essa luz, esse mar, esse momento… é tudo o que eu preciso pra ser feliz.
Gosto do que é pequeno, do que é simples, do que não tem preço. Pra mim, uma das maiores alegrias da vida é um pão com ovo quentinho, bem feito, com gosto de coisa boa e verdadeira.
Adoro esse lugar, onde vejo o sol brilhando forte sobre a água, o brilho espalhado pelo mar, o vento passando devagar entre as árvores. Fico assim, quieto, observando, sentindo o coração leve, sem pressa de ir embora.
Sou de quem valoriza o sossego, a paz e tudo o que a natureza nos dá de presente. Não gosto de nada complicado, nem de aparências. O que me importa é o que é real, o que faz bem, o que toca a alma.
Quem também sabe parar, olhar e agradecer o que é bom e simples… com certeza vai entender muito bem o meu jeito de viver.



Fico em silêncio, observo tudo e digo bem calmo: olha só como o mar e o sol se encontram, que paz!

 

Fico em silêncio, observo tudo e digo bem calmo: olha só como o mar e o sol se encontram, que paz!

Fico em silêncio, observo tudo e digo bem calmo: olha só como o mar e o sol se encontram, que paz!
Não preciso de luxo nem de coisas complicadas para ser feliz. O que me faz bem é o que é real: um pão com ovo gostoso, feito com carinho, do jeito que eu gosto.
Meu lugar favorito é aqui, pertinho da água, vendo o sol baixando devagar, brilhando sobre o mar, ouvindo o som das ondas bem baixinho. Fico assim, parado, sentindo toda essa calma que renova o coração.
Levo a vida sem pressa, gosto do que acalma, do que faz a gente sentir que está vivo de verdade. Valorizo muito o sossego, a verdade e tudo o que a natureza nos dá de melhor.
Se você também gosta de momentos assim, que tocam a alma… com certeza vai se sentir bem ao meu lado.



Eu sou o cara que para, aponta devagar e diz: olha só que nascer do sol lindo, que presente da vida!

 

Eu sou o cara que para, aponta devagar e diz: olha só que nascer do sol lindo, que presente da vida!

Eu sou o cara que para, aponta devagar e diz: olha só que nascer do sol lindo, que presente da vida!
Pra mim, felicidade não custa caro. Uma das coisas que mais gosto é um pão com ovo quentinho, simples, saboroso, feito com carinho — coisa boa de verdade.
Amo caminhar por campos e trilhas, sentir o vento bater no rosto, pisar na grama, ver o sol surgindo devagar e iluminando tudo. Fico ali parado, admirando, sentindo uma paz que não tem explicação.
Tenho esse jeito: gosto do que é natural, do que é simples, do que vem do coração. Vejo beleza em tudo o que é verdadeiro, em cada detalhe que a natureza nos dá.
Se você também sabe parar um pouco para ver o que é bonito e valioso… com certeza vai entender o meu jeito de ser.



Eu sou o cara que anda devagar, sem pressa, e diz com voz suave: veja só como a vida é boa quando a gente vai com calma.

 Eu sou o cara que anda devagar, sem pressa, e diz com voz suave: veja só como a vida é boa quando a gente vai com calma.



Levo a vida sem correria, sem confusão, sem estresse. Gosto do que é leve: meu café, um pão com ovo bem gostoso, conversa boa, silêncio que faz bem. Não preciso de luxo pra ser feliz, preciso de verdade.
Meu lugar preferido é sempre na beira do mar. Caminho devagar, ouço o som das ondas, sinto a brisa no rosto, esqueço de tudo… ali eu encontro toda a paz que carrego comigo onde quer que eu vá.
Sou calmo por natureza, não me abalo com pouco, não grito, não brigo. O meu jeito é acalmar, cuidar, estar presente. Quem fica ao meu lado, logo percebe: com ele, tudo fica mais leve, tudo fica mais seguro.
Se você procura sossego, lealdade e um coração em paz… saiba que eu sou exatamente esse tipo de homem.

Eu sou o cara que do nada para, segura o seu braço e fala com os olhos brilhando: olha só que lua linda!

 

Eu sou o cara que do nada para, segura o seu braço e fala com os olhos brilhando: olha só que lua linda!


Eu sei ser feliz com o que é de graça e de coração. Pra mim, uma das melhores coisas do mundo é um pão com ovo quentinho, simples, saboroso, feito com carinho — coisa boa de verdade.
Amo caminhar por trilhas, por lugares verdes, onde ouço só o som dos pássaros e do vento nas árvores. Também adoro acordar cedo só para ver o nascer do sol, quando tudo fica iluminado e o mundo parece novo de novo.
Fico ali parado, admirando tudo, sentindo a paz que a natureza dá. Tenho um jeito de ver a vida que poucos têm: eu me encanto com tudo o que é simples e verdadeiro. E sinto cada momento como se fosse o primeiro.
Se você também tem coração aberto para ver beleza em tudo… saiba que pessoas assim são raras, e eu valorizo muito quem é igual a mim.
— Patrick

quarta-feira, 10 de junho de 2026

O ANTIGO TEMPLO DA IGREJA LUTERANA

 O ANTIGO TEMPLO DA IGREJA LUTERANA



Fundada em 1866, a primeira Comunidade Luterana de Curitiba inicialmente foi sediada em uma casa alugada no Alto São Francisco. Após muito esforço dos membros da comunidade, foi adquirido um terreno na então Rua América, atual Rua Trajano Reis, esquina da Rua Carlos Cavalcanti, onde foi construído o primeiro templo, inaugurado em 1872. A construção localizava-se onde, atualmente, estão o templo da Comunidade do Redentor e o Colégio Martinus.
O edifício de tijolos e madeira, em estilo nórdico, tipo enxaimel, foi dotado de uma torre, porém sem a instalação de um usual sino, atendendo parcialmente à Constituição de 1824, que proibia os locais de culto de externarem sua finalidade religiosa.
A imprensa não deixou passar despercebido o fato e, de forma intrigante, juntamente com outras observações e opiniões de naturezas diversas, todas iniciadas com um “Não sei por quê...”, um colunista lança a pergunta: “não sei porque a igreja protestante tem fórma exterior de templo, indo de encontro ás leis que nos regem”, escreveu o jornal Dezenove de Dezembro, em 20/02/1875. Nenhuma outra nota referente ao assunto foi encontrada nas publicações seguintes, levando a aventar a hipótese de que a edificação da torre, sem a instalação do sino, teria sido admitida pelas autoridades locais.
Ao longo dos anos, o estado de deterioração da madeira utilizada na construção da igreja passou a oferecer perigo para os que a freqüentavam. Primeiramente, demoliu-se a torre e, persistindo o problema, todo o edifício foi condenado e demolido em 1892.
Sobre seus alicerces, um novo templo foi edificado, agora em estilo gótico, todo em alvenaria, agora com torre e sino, inaugurado em 1894, quando as leis republicanas já permitiam a instalação de sinos em sua torre, explicitando sua condição simbólica de elo entre o céu e a terra. [...]
No lançamento de sua pedra fundamental, em 1893, a comunidade ali se reunira para festejar o acontecimento. "Todo o local estava decorado festivamente com bandeiras e verdes [folhagens], o pulpito estava decorado com panos pretos e brancos-vermelhos, e enfeitado com bandeiras alemãs e brasileiras. Entre o pulpito e a pedra fundamental estava sentado o presbitério e a comissão de construção, enquanto que no outro lado do pulpito os convidados de honra tomaram lugar: – o cônsul alemão Sr. G. de Drusina e três religiosos da Igreja Presbiteriana. As dez horas vieram as crianças da escola alemã, divididas por classes e acompanhadas por música e tomaram o seu lugar no local.", assim constou na ata da solenidade de lançamento da pedra fundamental.
Junto à pedra fundamental, foi colocada uma caixa com a documentação que atestava as obras até então realizadas pela comunidade. Em seu interior foram guardados os discursos proferidos naquele dia, os jornais que noticiavam fatos importantes para o grupo, dados sobre a comunidade e fotografias da igreja demolida. Antes de a caixa ser lacrada e a pedra receber três batidas de martelo, ritual que foi acompanhado de um hino específico para a ocasião, cantado pelos alunos da Deutsche Schule, um último documento foi lido e colocado juntamente com os outros. Ele dizia: “Construam a casa do Senhor e deixem a palavra habitar entre vós, para que entre todos os alemães no Brasil sempre permaneça o temor a Deus e uma mentalidade cristã”.
Paulo Grani

Nas trilhas e na natureza encontro o meu lugar.

 Nas trilhas e na natureza encontro o meu lugar.



Gosto de caminhar por lugares tranquilos, onde tudo é natural e sem máscaras. Essa é a vida que eu gosto e que levo comigo: simplicidade em tudo, humildade no trato com as pessoas, e muito respeito por tudo e por todos.
Tenho meu jeito, minhas ideias e não mudo quem sou para agradar ninguém. Não sou de puxar saco, nem de fingir ser o que não sou. O que você vê é o que você ganha: um homem verdadeiro, que age com dignidade e que não precisa de aplausos para saber o seu valor.
Acredito que as melhores coisas são as mais simples. E procuro conviver com pessoas que também pensam assim: que gostam do natural, do sincero e de relações onde não há necessidade de fingir nada.
— Patrick