Dorso-de-quilha-quadriculada | |||||||||||||||||||||
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Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1] | |||||||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||||||
| Fowlea piscator (Schneider, 1799) | |||||||||||||||||||||
| Sinónimos[2] | |||||||||||||||||||||
Lista | |||||||||||||||||||||
Fowlea piscator, comumente conhecida como dorso-de-quilha-quadriculada,[3] é uma espécie comum de serpente da subfamília Natricinae, pertencente à família Colubridae. A espécie é endêmica da Ásia e não é venenosa.
Descrição

O olho de F. piscator é relativamente pequeno e mais curto que a distância até a narina em indivíduos adultos. A escama rostral é visível de cima. As escamas internasais são muito estreitas anteriormente e subtriangulares, com o ângulo anterior truncado e tão longo quanto as escamas pré-frontais. A escama frontal é mais longa que a distância até a extremidade do focinho e tão longa quanto as parietais ou ligeiramente mais curta. A escama loreal é quase tão longa quanto profunda. Há uma escama pré-ocular e três (raramente quatro) pós-oculares. As escamas temporais são geralmente 2+2 ou 2+3. Normalmente, há nove escamas labiais superiores, com a quarta e a quinta tocando o olho, e cinco escamas labiais inferiores em contato com as escamas mentais anteriores, que são mais curtas que as posteriores. As escamas dorsais estão dispostas em 19 fileiras, fortemente quilhadas, com as fileiras externas lisas. As escamas ventrais variam de 125 a 158, a escama anal é dividida, e as escamas subcaudais variam de 64 a 90. A coloração é muito variável, composta por manchas escuras dispostas em padrão quincuncial, frequentemente separadas por uma rede esbranquiçada, ou por faixas longitudinais pretas sobre um fundo claro, ou ainda por faixas transversais escuras, com ou sem manchas esbranquiçadas. Duas listras oblíquas pretas, uma abaixo e outra atrás do olho, são quase constantes. As partes inferiores são brancas, com ou sem margens pretas nas escamas.[4]
F. piscator é uma serpente de tamanho médio, mas pode atingir dimensões consideráveis. Adultos podem alcançar um comprimento total (focinho-cloaca) de 1,75 m.[5]
Comportamento defensivo
Agressiva quando ameaçada ou encurralada. Na maioria das vezes, essa serpente tenta erguer a cabeça o máximo possível e expandir a pele do pescoço, imitando o capelo de uma Naja e intimidando a ameaça. Embora não seja venenosa para humanos, ela pode morder, causando uma mordida dolorosa e inflamatória.[6]
F. piscator pode perder a cauda como mecanismo de fuga. Um caso raro de autotomia foi relatado no Vietnã.[7]



Habitat
Ativa durante o dia e a noite. O habitat preferido de F. piscator é dentro ou perto de corpos de água doce e campos de arroz.[6]
Dieta
F. piscator se alimenta principalmente de peixes, anfíbios e artrópodes,[8][9] ocasionalmente de roedores e ovos de anfíbios,[10][11] e raramente de aves e tartarugas.[6][12]
Reprodução
F. piscator é ovípara. O tamanho da ninhada é geralmente de 30 a 70 ovos, mas pode variar de 4 a 100 ovos. O tamanho dos ovos também é variável, com cada ovo podendo ter de 1,5 a 4,0 cm de comprimento.[5] A fêmea protege os ovos até a eclosão que leva 60-70 dias.[6] Cada filhote tem cerca de 11 cm de comprimento.[5]
Distribuição geográfica
F. piscator é encontrada no Afeganistão, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka, Índia, Mianmar, Nepal, Tailândia, Laos, Camboja]], Vietnã, Malásia Ocidental, China (Zhejiang, Jiangxi, Fujian, Guangdong, Hainan, Guangxi, Yunnan), Taiwan, Austrália e Indonésia (Sumatra, Java, Bornéu, Celebes = Sulawesi).[6]
Localidade-tipo: "Índias Orientais", restrito, por inferência geográfica, às áreas costeiras do norte do estado de Andhra Pradesh, no leste da Índia.[13]
Taxonomia
A subespécie F. p. melanzostus foi elevada ao status de espécie, como Fowlea melanzostus, por Indraneil Das em 1996.[14] Não há subespécies conhecidas.[15][16]
Galeria para características de identificação
Ver também
Referências
- Stuart, B.L., Wogan, G., Thy, N., Nguyen, T.Q., Vogel, G., Srinivasulu, C., Srinivasulu, B., Shankar, G., Mohapatra, P., Thakur, S. & Papenfuss, T. (2021). «Fowlea piscator». IUCN. The IUCN Red List of Threatened Species. 2021: e.T172646A1358305. Consultado em 15 de julho de 2025
- Espécie Fowlea piscator no The Reptile Database. www.reptile-database.org.
- «Dorso-de-quilha-quadriculada (Fowlea piscator)». iNaturalist. Consultado em 16 de julho de 2025
- Boulenger George A. (1890). The Fauna Of British India Including Ceylon And Burma Reptilia And Batrachia. Londres: Secretary of State for India in Council: Taylor and Francis, xviii + 541 pp. pp. 349–350. Consultado em 16 de julho de 2025
- Das I (2002). A Photographic Guide to Snakes and other Reptiles of India. Sanibel Island, Florida: Ralph Curtis Books. 144 pp. ISBN 0-88359-056-5. (Xenochrophis piscator, p. 48).
- Whitaker, R.; Captain A. (2004). Snakes of India. The Field Guide. Chennai, India: Draco Books
- Ananjeva NB, Orlov NL (1994). "Caudal Autotomy in Colubrid Snake Xenochrophis piscator From Vietnam". Russian Journal of Herpetology 1 (2): 169-171.
- Hossain, Md Lokman (16 de novembro de 2016). «Food habits of checkered keelback, Xenochrophis piscator (Schneider, 1799), in Bangladesh». Bangladesh Journal of Zoology. 44 (1): 153–161. ISSN 2408-8455. doi:10.3329/bjz.v44i1.30185
- P., Greeshma; Jayson, E. A. (27 de fevereiro de 2021). «Checkered Keelback Xenochrophis piscator (Schneider, 1799) Feeding on Malabar Swamp Eel Monopterus fossorius (Nayar, 1951) from Kole Wetlands of Thrissur, Kerala, India». Journal of the Bombay Natural History Society (JBNHS). 118 (0). ISSN 2454-1095. doi:10.17087/jbnhs/2021/v118/122814
- Phansalkar, Pushkar Umesh; Gowande, Gaurang Girish (26 de novembro de 2016). «Climbing Behavior in the Checkered Keelback or Asiatic Water Snake Xenochrophis piscator (Schneider, 1799) (Colubridae: Natricinae) in the Western Ghats, India». Russian Journal of Herpetology. 24 (1). 73 páginas. ISSN 1026-2296. doi:10.30906/1026-2296-2019-24-1-73-74
- Kalki, Y (2020). «Fowlea piscator (Checkered Keelback). Diet.». Herpetological Review. 51 (143)
- Kalki, Yatin (15 de julho de 2021). «Notes on the diet of the Checkered Keelback Watersnake (Fowlea piscator) including the first record of saurophagy». Reptiles & Amphibians (em inglês). 28 (2): 275–277. ISSN 2332-4961. doi:10.17161/randa.v28i2.15630
- Vogel, G.; David, P. (7 de setembro de 2012). «A revision of the species group of Xenochrophis piscator (Schneider, 1799) (Squamata: Natricidae)». Zootaxa. 3473 (1). ISSN 1175-5334. doi:10.11646/zootaxa.3473.1.1
- «Fowlea melanzosta». The Reptile Database. Consultado em 16 de julho de 2025
- «Fowlea piscator». The Reptile Database. Consultado em 16 de julho de 2025
- «ITIS - Report: Xenochrophis piscator». www.itis.gov. Consultado em 16 de julho de 2025
Leitura adicional
- Boulenger GA (1893). Catalogue of the Snakes in the British Museum (Natural History). Volume I., Containing the Families ... Colubridæ Aglyphæ, part. Londres: Trustees of the British Museum (Natural History). (Taylor and Francis). xiii + 448 pp. + Placas I-XXVIII. (Tropidonotus piscator, pp. 230–232).
- Dutt, Kalma (1970). "Chromosome Variation in Two Populations of Xenochrophis piscator Schn. from North and South India (Serpentes, Colubridae)". Cytologia 35: 455–464.
- Schneider JG (1799). Historiae Amphibiorum naturalis et literariae. Fasciculus Primus, continens Ranas, Calamitas, Bufones, Salamandras et Hydros. Jena: F. Frommann. xiii + 264 pp. + corrigenda + Placa I. (Hydrus piscator, new species, pp. 247–248). (em latim).
- Smith MA (1943). The Fauna of British India, Ceylon and Burma, Including the Whole of the Indo-Chinese Sub-region. Amphibia and Reptilia. Vol. III.—Serpentes. Londres: Secretaria de Estado da Índia. (Taylor and Francis). xii + 583 pp. (Tropidonotus piscator, pp. 293–296, Figuras 95–96)
Fowlea piscator: A Cobra-d'Água-Asiática — A Caçadora Aquática dos Ecossistemas Dulcícolas da Ásia
🐍 Introdução
🔬 Taxonomia e Nomenclatura
- Reino: Animalia
- Filo: Chordata
- Classe: Reptilia
- Ordem: Squamata
- Subordem: Serpentes
- Família: Colubridae
- Subfamília: Natricinae
- Gênero: Fowlea
- Espécie: Fowlea piscator (Schneider, 1799)
Nomes Comuns
- Cobra-d'água-asiática
- Dorso-de-quilha-quadriculada
- Cobra-pescadora
- Joldhora (nome local em Bangladesh)
- Checkered keelback (inglês)
📌 Nota taxonômica: A antiga subespécie F. p. melanzostus foi elevada ao status de espécie independente (Fowlea melanzostus) em 1996, com base em diferenças morfológicas e distribuição geográfica distinta.
📏 Descrição Morfológica Detalhada
Cabeça e Escamação
- Olhos: relativamente pequenos em adultos, com diâmetro menor que a distância até a narina;
- Rostral: visível dorsalmente, facilitando a identificação em campo;
- Internasais: muito estreitas na porção anterior, de formato subtriangular, com ângulo anterior truncado, e comprimento equivalente às pré-frontais;
- Frontal: mais longa que a distância até a extremidade do focinho, com comprimento igual ou ligeiramente inferior ao das parietais;
- Loreal: quase tão longa quanto profunda;
- Pré-ocular: única;
- Pós-oculares: geralmente três, raramente quatro;
- Temporais: fórmula 2+2 ou 2+3;
- Labiais superiores: normalmente nove, sendo a quarta e quinta em contato com o olho;
- Labiais inferiores: cinco em contato com as geniais anteriores, que são mais curtas que as posteriores.
Corpo e Cauda
- Escamas dorsais: dispostas em 19 fileiras na região mediana do corpo, fortemente quilhadas (com carena central), exceto as fileiras externas, que são lisas — característica que confere à espécie seu nome popular "dorso-de-quilha";
- Ventrais: 125 a 158;
- Anal: dividida;
- Subcaudais: 64 a 90 — número moderado, compatível com hábitos semiaquáticos.
Coloração e Padrões
- Ventre: branco ou creme, com ou sem margens escuras nas escamas;
- Dimorfismo cromático: sutil, com fêmeas ocasionalmente apresentando padrões mais contrastantes.
Dimensões
- Comprimento total máximo: até 1,75 m (focinho-cloaca), embora a maioria dos adultos meça entre 80 cm e 1,20 m;
- Filhotes: nascem com cerca de 11 cm de comprimento total;
- Porte: considerado médio para colubrídeos, mas com indivíduos excepcionalmente grandes em populações bem alimentadas.
🌍 Distribuição Geográfica
- Sul da Ásia: Afeganistão, Paquistão, Índia (incluindo Andhra Pradesh, Karnataka, Kerala), Nepal, Bangladesh, Sri Lanka;
- Sudeste Asiático continental: Mianmar, Tailândia, Laos, Camboja, Vietnã, Malásia Ocidental;
- China: Zhejiang, Jiangxi, Fujian, Guangdong, Hainan, Guangxi, Yunnan, Taiwan;
- Arquipélago malaio e Oceania: Indonésia (Sumatra, Java, Bornéu, Sulawesi) e registros confirmados na Austrália.
🌏 Amplitude ecológica: encontrada desde o nível do mar até altitudes moderadas, sempre associada a corpos d'água doce.
🌿 Habitat e Ecologia
Preferências de Habitat
- Corpos d'água doce: rios, lagos, lagoas, reservatórios e canais de irrigação;
- Arrozais e áreas alagadas: campos de cultivo de arroz são habitats frequentes, especialmente na Ásia tropical;
- Margens vegetadas: vegetação ripária e herbácea oferece abrigo e locais de termorregulação;
- Áreas antropizadas: adapta-se bem a ambientes modificados, desde que haja disponibilidade de água e presas.
Atividade e Comportamento Geral
- Atividade: tanto diurna quanto noturna, com picos de atividade ao amanhecer e entardecer;
- Locomoção: excelente nadadora, desloca-se com agilidade na água e em terra;
- Termorregulação: frequentemente observada tomando sol em pedras, troncos ou margens elevadas.
🦎 Comportamento Defensivo
Postura de Intimidação
- Elevação da cabeça: ergue a porção anterior do corpo o máximo possível;
- Expansão cervical: dilata a pele do pescoço, imitando superficialmente o capuz de uma Naja;
- Sibilo e investida: pode emitir sons de alerta e realizar investidas rápidas, sem intenção de morder, apenas para afastar a ameaça.
Mordida Defensiva
- Embora não possua veneno perigoso para humanos, pode morder se manipulada ou provocada;
- A mordida pode causar dor local, inflamação e risco secundário de infecção — recomenda-se limpeza imediata e observação médica se necessário.
Autotomia Caudal (Rara)
- Foi relatado no Vietnã um caso excepcional de autotomia caudal — capacidade de perder voluntariamente a cauda como mecanismo de fuga;
- Este comportamento é extremamente raro em serpentes e representa uma adaptação defensiva incomum na espécie.
🍽️ Dieta e Estratégias de Caça
Técnica de Caça
- Caça ativa na água: utiliza visão e detecção de vibrações para localizar presas;
- Emboscada em margens: permanece imóvel em vegetação submersa, aguardando a aproximação de presas;
- Deglutição subaquática: capaz de capturar e ingerir presas parcialmente submersas.
🐟 Adaptação alimentar: sua dentição posterior alargada facilita a retenção de presas escorregadias, como peixes.
🥚 Reprodução e Desenvolvimento
Ciclo Reprodutivo
- Reprodução: ovípara (postura de ovos);
- Época reprodutiva: varia conforme a região, geralmente associada à estação chuvosa;
- Tamanho da ninhada: tipicamente 30 a 70 ovos, com amplitude registrada de 4 a 100 ovos — uma das maiores entre colubrídeos asiáticos;
- Dimensões dos ovos: 1,5 a 4,0 cm de comprimento, com casca flexível e porosa.
Cuidado Parental
- Proteção dos ovos: a fêmea permanece próxima ao local de postura, protegendo os ovos contra predadores;
- Período de incubação: 60 a 70 dias, dependendo da temperatura e umidade ambientais;
- Eclosão: filhotes nascem independentes, com cerca de 11 cm de comprimento total e padrão de coloração já definido.
🐣 Desenvolvimento juvenil: jovens são proporcionalmente mais terrestres que os adultos, ampliando o nicho ecológico da espécie ao longo do ontogenético.
👥 Interação com Seres Humanos
Benefícios Ecológicos e Econômicos
- Controle biológico: regula populações de peixes e anfíbios em ecossistemas aquáticos;
- Agricultura: em arrozais, pode auxiliar no controle de pragas aquáticas e anfíbios que competem com cultivos;
- Educação ambiental: espécie inofensiva e visível, ideal para programas de conscientização sobre serpentes nativas.
Conflitos e Percepções Culturais
- Medo e desinformação: frequentemente confundida com serpentes venenosas devido à sua postura defensiva;
- Mortalidade antrópica: morta por engano ou por medo em áreas rurais;
- Uso tradicional: em algumas regiões, partes do corpo são utilizadas em práticas medicinais folclóricas, embora sem comprovação científica.
Segurança em Encontros
- Não é perigosa: não representa risco significativo para humanos;
- Conduta recomendada: observar à distância, não manipular e permitir que o animal se afaste naturalmente;
- Em áreas agrícolas: sua presença é indicadora de ecossistemas aquáticos saudáveis.
🛡️ Status de Conservação
Principais Pressões
- Poluição de corpos d'água: agrotóxicos, esgoto e resíduos industriais afetam a qualidade do habitat;
- Drenagem de áreas úmidas: conversão de arrozais e lagoas em áreas urbanas ou monoculturas;
- Captura incidental: mortalidade em redes de pesca e armadilhas aquáticas;
- Mudanças climáticas: alterações nos regimes de chuva podem afetar a disponibilidade de habitats reprodutivos.
Estratégias de Conservação
- Preservação de zonas úmidas: proteção de lagos, rios e arrozais como habitats críticos;
- Manejo agrícola sustentável: práticas que reduzam o uso de agrotóxicos em áreas alagadas;
- Monitoramento populacional: estudos regionais para detectar declínios locais precocemente;
- Educação comunitária: campanhas que esclareçam a inofensividade da espécie e seu papel ecológico.
💡 Curiosidades e Fatos Marcantes
- Fowlea piscator é uma das poucas serpentes que caça ativamente debaixo d'água, mantendo os olhos abertos e utilizando a visão para localizar presas;
- Sua capacidade de imitar o capuz de uma Naja é um exemplo notável de mimetismo defensivo entre espécies não aparentadas;
- Em Bangladesh, é conhecida como Joldhora e frequentemente observada em beels (lagos sazonais), onde desempenha papel chave na cadeia alimentar aquática;
- Apesar de sua ampla distribuição, estudos genéticos recentes sugerem que a espécie pode abrigar complexos crípticos — linhagens geneticamente distintas ainda não formalizadas taxonomicamente.
📚 Fontes Consultadas
- The Reptile Database
- IUCN Red List of Threatened Species
- Catalogue of Life
- Publicações acadêmicas das revistas Journal of Herpetology, Asian Herpetological Research, Hamadryad e Zootaxa
- Guias de campo como Snakes of India: The Field Guide, Snakes of Southeast Asia e obras regionais sobre a fauna do Sul e Sudeste Asiático
- Trabalhos taxonômicos de referência, incluindo as contribuições de Indraneil Das sobre a sistemática de natricinas asiáticas
✨ Nota do autor: Este artigo foi elaborado com base em fontes científicas revisadas e observações de campo, adaptando informações para fins educativos e de conservação. Fowlea piscator é uma espécie inofensiva e ecologicamente valiosa — se avistada na natureza, observe com respeito, evite interferir e, se possível, registre em plataformas de ciência cidadã para contribuir com o conhecimento sobre a biodiversidade asiática.
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