No filme O Exorcista, uma jovem é possuída após brincar com um Tabuleiro de Ouija, um quadro de plástico ou de madeira, com as letras do alfabeto, números e algumas respostas básicas, como sim ou não. Ao se perguntar coisas ao tabuleiro, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelos tabuleiros de Ouija, a ponto de fazer suas vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento.
Os tabuleiros de Ouija foram desenvolvidos originalmente nos Estados Unidos pelos irmãos William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptados de uma versão europeia de 1850. Este tabuleiro é um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenômenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente. Outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de Ouija é que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contato direto com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes. Normalmente estes, no início, fornecem informações corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.
O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos. Os utilizadores devem então colocar o dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão. A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta. Aparentemente o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta.
Através dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram "possuídos" após o seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos têm causado a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam o tabuleiro de Ouija. Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decisão que venham a tomar.

O Tabuleiro Ouija: Entre a Curiosidade Popular e os Perigos do Oculto
A cultura popular e a história do paranormal frequentemente se entrelaçam quando o assunto é o Tabuleiro de Ouija. Conhecido mundialmente, este instrumento ganhou notoriedade no cinema, especialmente no clássico filme O Exorcista. Na trama, uma jovem é possuída após brincar com o tabuleiro, um objeto geralmente feito de plástico ou madeira, marcado com as letras do alfabeto, números e respostas básicas como "sim" e "não". A premissa é simples, mas assustadora: ao fazer perguntas, espíritos moveriam um ponteiro ou um copo para indicar as respostas.
Fora das telas de cinema, a fascinação pelo objeto foi real e intensa. Nos anos 60, a obsessão pelo Ouija atingiu tal proporção que suas vendas superaram as dos jogos de tabuleiro mais famosos da época. No entanto, por trás da aparência de brinquedo ou passatempo, esconde-se uma história complexa e avisos severos de especialistas e religiosos.
Origens e História
Embora pareça um artefato antigo e místico, o tabuleiro de Ouija, tal como o conhecemos, foi desenvolvido originalmente nos Estados Unidos. Por volta de 1900, os irmãos William e Isaac Fuld criaram a versão comercial, adaptando-a de uma versão europeia datada de 1850. Desde o seu lançamento, o objeto foi posicionado como um instrumento paranormal, mas sua popularização trouxe consigo uma controvérsia que perdura até hoje.
Um Instrumento de Risco
O Ouija é considerado talvez o método mais controverso de comunicação com os espíritos. A principal razão para tal alerta reside na sua acessibilidade: pode ser utilizado por qualquer pessoa, sem a necessidade de preparo técnico, ritualístico ou cuidado especial.
Diferente de sessões mediúnicas tradicionais, que exigem um médium experiente para guiar e proteger o ambiente, o uso do Ouija é frequentemente feito por leigos. Especialistas desencorajam veementemente a sua utilização, pois o tabuleiro pode provocar fenômenos mediúnicos espontâneos e descontrolados.
A Armadilha dos Espíritos:
Um dos fatores mais alarmantes citados por estudiosos do tema é a natureza dos espíritos que respondem ao chamado. O tabuleiro pode colocar um utilizador desprevenido em contato direto com espíritos de baixo padrão moral.
- A Estratégia do Engano: Estes espíritos apressam-se em atender aos chamados de desavisados e descrentes. Normalmente, no início da sessão, fornecem informações corretas e factíveis, que podem ser confirmadas pelos participantes.
- A Quebra de Confiança: Uma vez estabelecido esse elo de confiança, a dinâmica muda. Os espíritos passam a zombar do utilizador, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer severamente a tranquilidade mental dos envolvidos.
A Mecânica da Sessão
Para aqueles que decidem ignorar os avisos e utilizar o tabuleiro, existe um protocolo básico descrito na literatura sobre o tema:
- Participantes: O uso deve ser feito no mínimo por duas pessoas.
- Ambiente: Devem reunir-se numa mesa onde todos possam estar próximos.
- O Contato: Os utilizadores colocam o dedo levemente sobre o ponteiro (ou copo).
- O Chamamento: Convida-se um espírito para tomar parte na sessão.
- As Perguntas: Devem ser feitas de maneira repetida e vagarosa.
- A Resposta: Se um espírito atender, o ponteiro mover-se-á lentamente, letra por letra, formando palavras e respostas.
A explicação fenomenológica para o movimento sugere que o ponteiro se desloca pela força dos presentes combinada com a força do espírito que se apresenta.
O Lado Sombrio: Obsessão e Possessão
Ao longo dos anos, o tabuleiro de Ouija foi fortemente associado a instrumentos do mal. Pais e grupos religiosos afirmam categoricamente que jovens ficaram "possuídos" após o seu uso. A narrativa de perigo não se limita à possessão espiritual; ela abrange danos psicológicos severos.
- Danos Emocionais: Relatos indicam que espíritos mal-intencionados, que se fazem passar por bons, têm causado possessão em crianças e danos emocionais profundos em adultos. Em casos extremos, o uso do tabuleiro foi ligado a tragédias como o suicídio.
- Dependência Psicológica: Existe um fenômeno de obsessão onde as pessoas tornam-se dependentes do tabuleiro. Passam a consultá-lo para qualquer decisão que venham a tomar na vida cotidiana, perdendo a autonomia de seu próprio julgamento.
Em suma, o que começou como um jogo que superou vendas nos anos 60 carrega um legado de alertas sobre a fragilidade da mente humana quando exposta ao desconhecido sem a devida proteção.


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