Propaganda do Rhodine da Década de 1920/1930 e a Partitura da Canção do Atchim - Sambinha Anti-gripal Letra e Música de Sivan - Criação de Mário Castelo Neto com Os Quatro Azes E Um Coringa. Alguém aqui tem outras propagandas da RP?
.A Société Chimique des Usines du Rhône - SCUR adquiriu uma porção de terras em Santo André à margem esquerda do Rio Tamanduateí com a São Paulo Railway passando ao lado e sendo atendida por um Desvio Ferroviário com o intuito de instalar uma Fábrica de Lança-Perfume.
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A inauguração aconteceu em 1921, com a produção de Ácido Sulfúrico, Ácido Clorídrico, Ácido Nítrico e Ácido Acético. O Rhodouro primeiro Lança-Perfume 100% nacional teve sua produção iniciada no ano seguinte.
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O terreno para a implantação da Fábrica da Rhodiaceta, divisão Têxtil da Rhodia ocorreu em 1923 e o início das operações Seis anos depois, com a fabricação da Fibra artificial de Acetato de Celulose também conhecida como Seda artificial na Unidade Acetow.
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A produção de medicamentos começou em 1925 com o analgésico Rhodine, que tinha o Ácido Acetilsalicílico (AAS) como princípio ativo.
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Em 1928 a SCUR se fundiu à Établissements Poulenc Frères dando origem à Rhone-Poulenc, companhia que administraria a Rhodia até o final do século XX.
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Nos anos seguintes a produção química foi expandida com diversos outros lançamentos, como Éter, Hipossulfito, Ácido Acético e Silicato de Sódio. Em 1932 durante a Revolução Constitucionalista, a fábrica foi requisitada para produzir Cartuchos de Fuzis para a Força Pública Paulista sob supervisão dos militares.
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Devido ao formato do Frasco de Lança-Perfume ser semelhante ao de uma Bala de Canhão, o molde foi solicitado também para produzir Obuses, arma utilizada para disparar projéteis explosivos.
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Em 1935 houve a decisão de implantar uma fábrica da Valisère, marca francesa de Lingerie que era sucesso na Europa e que foi vendida para o Grupo Rosset em 1986.
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A empresa também ampliava sua gama de produtos lançando uma série de Remédios, com destaque para o Gardenal (Fenobarbital), Tecarine, Pelletier e Acetilarsan, que se tornaram referências posteriormente.
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Em 1942, adquiriu a Fazenda São Francisco localizada entre os municípios de Paulínia, Campinas e Sumaré, no interior de São Paulo com a finalidade de abrigar sua plantação de Cana-de-Açúcar para produção de Álcool.
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O Álcool passou a ser o Combustível que abastecia as linhas da empresa no período da Guerra e da escassez de Combustíveis importados da Europa. A propriedade era tão grande que contava com diversas Vilas de Operários, Escolas, Mercados e Igrejas.
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Com a aquisição da Indústria Brasileira de Óculos e Lentes em 1945 a Rhodia iniciou a produção de Plásticos de Acetato de Celulose e também fez sua incursão no setor agrícola lançando o produto inseticida Rhodiatox, utilizado principalmente no combate a pragas em lavouras e insetos em ambientes domésticos.
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Em 1946, a Rhodia fez uma nova incursão ao interior paulista, agora em São José dos Campos, no Vale do Paraíba onde implantou a Rhodosá de Rayon para fabricar a Fibra artificial de Rayon de Viscose, usada na produção de tecido similar ao Linho e ao Algodão.
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Essa fábrica era compartilhada com a francesa Comptoir des Textiles Artificiels - CTA produzia Fios de Viscose, Fibra de Acrílico, Fios de Acetato de Celulose, Nylon e Poliéster como o Bidim, uma manta de "não tecido" voltada para a construção civil, como estradas e barragens atualmente esta fábrica pertence ao Grupo Radici e se chama Radicifibras.
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Na década de 1950, a empresa criou uma unidade multifuncional composta por diversas áreas, como de Fundição de Peças Metálicas ou Calderaria, para a confecção ou fabricação de componentes para Máquinas e Equipamentos.
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Conhecida inicialmente como "Oficina Lapa", a iniciativa supria a falta de fornecedores locais e posteriormente o nome da unidade foi alterado para Rilcos, uma alusão a Rhodia Isabelle Lancray Cosméticos que em 1983 foi substituída por uma Fábrica em Cajamar e em 1986, a Rilcos foi vendida. A empresa Jean Lieutaud se instalou no Brasil inicialmente para a fabricação de equipamentos Rhodia entre outros motivos.
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Em 1951 vieram os estudos para iniciar a fabricação de Penicilina Cristalizada e as adequações necessárias para acomodar as novas máquinas, além do remanejamento de outros setores que permitiram a estocagem adequada da produção.
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Um novo tipo de tecido, revolucionário à época, em 1955 começou a ser produzido em Santo André: o Nylon, fio sintético de Poliamida licenciado pela DuPont indústria química de Delaware, Estados Unidos e que fez sucesso primeiramente em Meias e Maiôs e depois utilizado em Velcros, Bermudas, Roupas Íntimas, entre outros além dos medicamentos Rovamicina e Aureomicina em 1957.
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Outra fibra sintética fabricada sob licenciamento foi o Poliéster da empresa americana Amoco produzido em Paulínia, em uma fábrica que levou o nome de Rhodiaco - uma mescla entre Rhodia e Amoco.
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Outras fibras sintéticas lançadas na mesma época foram o tecido Terylene, juntamente com a empresa Imperial Chemical Industries (ICI) também chamado de Dácron produzido pela DuPont.
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Tergal foi a marca com a qual a empresa de origem francesa comercializou a primeira Fibra de Poliéster produzida no Brasil cujos direitos exclusivos de produção da Fibra foram adquiridos junto à inglesa Imperial Chemical Industries e duraram dez anos. Em 2003, a produção de Tergal foi descontinuada, pois sem o apelo das décadas anteriores, sua utilização estava restrita a Uniformes.
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Nos anos 1960 alinhada à consolidação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) foram implantadas uma unidade Farmacêutica e outra Têxtil onde produzia a Fibra de Poliéster no Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco.
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Em 1961 a antiga Fazenda de Cana de Açúcar em Paulínia deu início à sua primeira atividade industrial: produção de Acetato de Vinila, Solvente usado para consumo das demais unidades da Rhodia.
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Anos depois uma parte da Fazenda foi cedida pela Rhodia a Prefeitura de Paulínia onde foi construída uma Refinaria da Petrobras, que deu origem ao Polo Petroquímico de Paulínia.
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Fundado em 1969, em Paulínia o Instituto Veterinário Rhodia-Mérieux, era especializado na produção de Vacinas para Bovinos, Aves e Suínos além de produtos como o antipulgas Frontline.
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Em 1973, a Rhodia Jacaréi ficou assim conhecida após ser adquirida a empresa Filene Indústria Têxtil, com o objetivo de texturizar e tingir fios de malharias e que teve fim em 2015.
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Também em 1973 é criada a divisão de filmes de Poliéster conhecida como Rhodia Filmes para produzir películas de Poliéster, Polipropileno e polietileno, suprimentos para Fitas Cassete, Fitas e Discos Magnéticos para Computador e Chapas para Impressão Off-set e para isso, foi comprada parte de uma empresa nacional produtora de filmes de Polietileno e Chapas de Poliestireno para embalagem.
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Da unidade da Rhône-Poulenc de St. Maurice de Beynost foram expatriados profissionais para implantar em Cabo de Santo Agostinho a fábrica onde era produzido o Polímero de Poliéster utilizando equipamentos da empresa japonesa Toyobo e que foi fechada e vendida para a americana Terphane em 1997.
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Em 1975 a Rhône-Poulenc, na França absorveu a Progil que, possuía uma subsidiária sediada em Cubatão: a Clorogil onde eram fabricados na UQC (Usina Química de Cubatão) dois produtos utilizados na área agrícola o Pentaclorofenol, conhecido como "Pó da China", e o Pentaclorofenato de Sódio, além de outros Solventes de utilização industrial produzidos a partir do Cloro e que foi fechada em 1993.
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A Rhodia Amazônia foi um investimento em 1976 quando as pesquisas para extrair Cassiterita começaram e a Lavra, em 1983 na Mina de São Pedro do Iriri, no Pará explorando por aluvião o Minério de Estanho pela empresa Mineração Canopus que foi vendida em 1990.
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A unidade de Camaçari, conhecida como Rhodia Bahia foi inaugurada em 1982 para produzir Metionina (componente de Ração para Aves) para a Rhodia Nutrição Animal (Adisseo) com tecnologia francesa e Adiponitrila (intermediário da produção de Nylon) com tecnologia japonesa em associação com a Unipar chamada de UniRhodia e se seguiu até 1998.
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Também adquiriu nessa época a Celanese, em São Bernardo do Campo, especializada na linha de fios têxteis produzidos do Nylon.
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Em 1986 a divisão Farma comprou a empresa americana Upjohn, localizada em Santo Amaro, em São Paulo e a fusão administrativa e industrial incluiu a transferência da fábrica da Farma, que desde os anos 1930 operava na cidade de Santo André para o Santo Amaro onde funcionariam as duas máquinas grandes de comprimido, a Blister 1 e a Blister 2.
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A Rhodia Agro, foi criada em 1987 após a compra da totalidade da Companhia Nacional de Defensivos Agrícolas (CNDA - que era uma joint venture com a Nitrosin), expandiu-se no ano seguinte com a aquisição da divisão de defensivos agrícolas da Union Carbide.
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Na fábrica da cidade de Portão no Rio Grande do Sul produzia mais de 40 produtos diferentes entre eles defensivos agrícolas, produtos de nutrição animal e para controle de pragas urbanas mas já havia feito uma tentativa de expansão dos negócios quando comprou a Agroquímica Rafard (AQR) para produzir o Furfural, um aditivo orgânico extraído do bagaço de Cana tendo acesso ao Álcool Furfurílico e outros derivados.
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Em 1992, as atividades farmacêuticas do Grupo Rhône-Polenc em todo o mundo foram incorporadas a outro laboratório dos Estados Unidos: a Rorer, dando origem à RPR - Rhône-Polenc Rorer mas a divisão Farma no Brasil que foi criada em 1973 onde os Remédios eram produzidos nas Fábricas de Santo André e Cabo de Santo Agostinho, depois na sede de Santo Amaro da Upjohn no Brasil adquirida pela Rhodia se juntaram a RPR em 1995.
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Na parte têxtil em 1992 sob a marca Meryl lançaram os produtos Amni Biotech que foi o primeiro "fio têxtil inteligente" brasileiro e nos anos 2000 o Emana um tecido inteligente que graças a nanotecnologia, possuía minerais bioativos incorporados em seus fios.Outros produtos da linha Amni são o Soul ECO, Soul Cycle, o Dynamic e o Amni Vírus-Bac-OFF.
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Em 1994 a Rhodia se associou à Cellbrás para criar uma nova empresa a Rhodia-Ster para serem produzidos o Ácido Tereftálico Purificado (PTA), Fibras, Resinas, Polímeros e preformas para embalagens PET, filme e não tecidos.
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Uma nova divisão chegou a ser criada em Indaiatuba chamada Recipet para realizar a reciclagem de embalagens PET.
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As fábricas da Rhodia-Ster eram situadas em Poços de Caldas, Cabo de Santo Agostinho, Paulínia e Indaiatuba e eram produzidos com o Poliéster Edredons, Bichinhos de Pelúcia, Móveis, Estofados, Carpetes e Forros de Automóveis.
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Em 1997 o Instituto Veterinário Rhodia-Merieux fundado em 1969, fundiu suas operações com a americana Merck, dando origem à Merial.
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Em associação com a Hoechst em 1995 criaram a Fairway Filamentos para a produção e comercialização de filamentos de Nylon e Poliéster que foi desfeita no final de 1998.
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O grupo Rhône-Poulenc se fundiu em 1999, à alemã Hoechst, que deu origem a uma nova empresa mundial: a Aventis que passou a controlar no Brasil a Rhodia Farma, a Rhodia Agro e a Merial.
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Em 2002, a Rhodia Agro foi vendida à alemã Bayer. Dois anos depois, a Aventis fundiu-se com a francesa Sanofi, dando origem a Sanofi-Aventis, que seguiu com esse nome até 2011, quando o "sufixo" da franco-alemã Aventis deixou de existir.
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Em 2004 o Projeto Frevo iniciado nos anos 1980 aumentou a produção de Fenol, em negociação com a Unipar para obter o Cumeno iniciou se também a produção do Solvente Acetato de Etila, e desenvolvidos Seis produtos, batizados pela Rhodia de Augeo fabricados à base de Glicerina, com aplicações em produtos de limpeza doméstica, tintas e vernizes.
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No final de 2006, começou a operar no conjunto industrial de Paulínia o Projeto Angela, com o objetivo de abater gás de efeito estufa inspirado numa unidade sul-coreana da Rhodia.
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Os novos controladores optaram, em 2017 por vender as atividades da Merial à alemã Boehringer Ingelheim e seguiram apenas com as atividades farmacêuticas e a Sanofi foi a responsável por continuar fabricando os medicamentos com os nomes lançados no Brasil pela Rhodia
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Uma parceria firmada com a Usina Paraíso pertencente à Raizen em 2010 deu origem a Rhodia Energy para produzir energia elétrica e vapor do bagaço de cana-de-açúcar.
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No que diz respeito a implantação de fábricas a Rhodia chegou a ter 14 Fábricas no Brasil, fez a compra de outras indústrias, licenciamento de produtos, importação de tecnologia e investimentos em pesquisa.
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Em 2011, ocorreu a absorção da Rhodia pelo Grupo Solvay, e houve investimentos na modernização do Parque Industrial na região do Grande ABC, em fevereiro de 2020, o negócio de Plásticos de Engenharia da Solvay em São Bernardo do Campo foi transferido para a BASF.
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A Solvay está presente no Brasil desde 1948 quando iniciou suas atividades em Santo André com a produção de Cloro e Soda pela subsidiária Eletrocloro.
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O nome Solvay só passou a ser utilizado no Brasil em 1989 quando já havia unidades operando em Paulínia, Curitiba e em cidades do interior de Minas Gerais. Entrou no ramo farmacêutico em 2000 com a aquisição do Laboratório Sintofarma.
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A Solvay segue utilizando o nome próprio em unidades instaladas em Itatiba, Taboão da Serra e Brotas sendo a esta última a nova planta da Rhodia Energy no Brasil inaugurada em 2012.
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Fontes de parte do Texto: Joh Lavor Schmidt - Grupo Santo André ontem e hoje, Aroldo Morais, José Antonio Meneguini e Josué Catharino Ferreira - Aspectos Históricos E Geográficos Da Industrialização De Santo André, Yara Ferraz - Diário do Grande ABC, Maria Tereza Gomes - Rhodia - Cultura de Inovação e Legados de uma Empresa Centenária .
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Fonte do Anúncio: Marcio Bortolan .
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