quarta-feira, 12 de julho de 2023

Rocambole prático de doce de leite

 Rocambole prático de doce de leite

Ingredientes (15 porções)

Massa

  • manteiga3 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
  • ovo3 ovos
  • farinha de trigo1 xícara de farinha de trigo
  • açúcar1 xícara de açúcar
  • fermento em pó químico1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio e acabamento

  • leite condensado1 lata de leite condensado
  • açúcar1/2 xícara de açucar
  • canela em pó1/4 xícara de canela em pó


Modo de preparo

Modo de preparo : 50min
  1. 1

    Cozinhar a lata de leite condensado numa panela de pressão por aproximadamente 50 minutos.

  2. 2

    Bater no liquidificador os ovos, o açúcar e a manteiga, e, em seguida, a farinha e o fermento.

  3. 3

    Untar uma forma com bastante manteiga, despejar a massa batida e levar ao forno pré-aquecido por 5 a 8 minutos (não deixar a massa dourar).

  4. 4

    O leite condensado já deve estar cozido e frio.

  5. 5

    Tirar a massa do forno e colocar sobre um pano molhado.

  6. 6

    Espalhar o leite condensado (agora doce de leite) sobre a massa.

  7. 7

    Enrolar a massa com o doce de leite e polvilhe açúcar e canela sobre ela.







Bolo de laranja com cobertura de laranja.

 Bolo de laranja com cobertura de laranja.


Ingredientes (10 porções)

Massa

  • ovo4 ovos
  • suco de laranja1 copo de suco de laranja
  • açúcar1 copo e meio de açúcar
  • farinha de trigo2 copos de farinha de trigo
  • óleo4 colheres de sopa de óleo
  • raspas de limãoraspa de limão
  • sal1 pitada de sal
  • fermento em pó químico1 colher de sopa de fermento em pó

Cobertura

  • creme de leite1 lata de creme de leite
  • 1/2 lata de leite
  • margarina1 colher de sopa de margarina
  • açúcar3 colheres de sopa de açúcar
  • raspas de laranjaraspa de 1 laranja

Modo de preparo

Modo de preparo : 1h
  1. 1

    Massa:

    Bata as gemas com o suco de laranja (aos poucos), junte o açúcar, bate bem e depois a farinha de trigo.

  2. 2

    Pare de bater e misture as claras em neve, o óleo, o fermento e a raspa de limão.

  3. 3

    Coloque em uma forma untada e enfarinhada e leve ao forno.

  4. 4

    Cobertura:

    Leve todos os ingredientes ao fogo mexendo sempre até engrossar.

Lasanha de frango com queijo

 Lasanha de frango com queijo


Camadas suculentas de frango desfiado, queijo derretido, presunto e um molho irresistível. Uma combinação perfeita que vai conquistar seu paladar. Surpreenda sua família e amigos com essa receita de lasanha de frango de dar água na boca. Não perca tempo e experimente agora mesmo!

Ingredientes (4 porções)

  • peito de frango1 peito de frango
  • queijo mussarela500 g de queijo muçarela fatiado
  • presunto400 g de presunto fatiado
  • massa de lasanha1 pacote médio de massa para lasanha (direto ao forno, sem cozimento prévio)
  • requeijão1 pote de requeijão cremoso
  • caldo de galinha2 caldos de galinha (ou tempero completo sabor galinha)
  • leite2 copos de leite
  • creme de leite1 caixa de creme de leite
  • farinha2 colheres de farinha
  • manteiga3 colheres de manteiga
  • cebola1 cebola média

Modo de preparo

Modo de preparo : 45min
  1. 1

    Molho

    Em uma panela, faça um creme homogêneo com as 2 colheres de farinha e 2 colheres de manteiga (reserve 1 colher de manteiga).

  2. 2

    Acrescente o leite, 1 caldo de galinha e mexa constantemente.

  3. 3

    Retire do fogo e acrescente o creme de leite, reserve.

  4. 4

    Frango

    Cozinhe o peito de frango em água (sem óleo), após cozido, desfie-o.

  5. 5

    Pique a cebola em pedaços pequenos, coloque em uma panela e doure com a manteiga.

  6. 6

    Acrescente o frango e o caldo de galinha, mexa sempre até o frango ficar totalmente dourado.

  7. 7

    Montagem

    Em um refratário, coloque 2 conchas de molho.

  8. 8

    Faça a base com massa de lasanha, cubra com 1 camada de presunto, 1 de queijo e 1 de frango (nessa ordem).

  9. 9

    Sobre o frango, coloque 1 camada de requeijão e 2 conchas de molho.

  10. 10

    Cubra o requeijão com 1 camada de presunto, 1 camada de queijo e 1 camada de massa, coloque molho.

  11. 11

    Repita esse processo até faltar cerca de 2,5 cm para chegar na borda do refratário.

  12. 12

    Para finalizar, cubra a lasanha com muito queijo, requeijão e molho.

  13. 13

    Asse por, aproximadamente, 20 minutos em fogo baixo.

terça-feira, 11 de julho de 2023

Este era o aspecto do descampado da Praça Santos Andrade, logo após a conclusão da então Universidade do Paraná, em 1917

 Este era o aspecto do descampado da Praça Santos Andrade, logo após a conclusão da então Universidade do Paraná, em 1917


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Vista de parte da Avenida Munhoz da Rocha, de 1943

 Vista de parte da Avenida Munhoz da Rocha, de 1943


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CONHECENDO O LAZARETO DA ILHA DAS COBRAS

 CONHECENDO O LAZARETO DA ILHA DAS COBRAS


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Instalações do Lazareto da Ilha do Mel, década de 1960, após reforma para abrigar a Escola de Menores Pescadores.
Foto: IHGP


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Foto aérea da ilha das Cobras, tendo as instalações do antigo Lazareto ao centro.

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Vista frontal das instalações do antigo Lazareto, década de 1970.
Foto: Arquivo Prof. Wistuba.

Em 10/06/1855, quando uma epidemia de cólera assolava algumas Províncias do país, o vice-presidente da Província do Paraná, Theófilo Ribeiro de Resende, como principal medida de impacto decidiu construir um Lazareto na Ilha das Cobras, que fica distante três léguas de Paranaguá.
Em 11/08/1855, nomeou uma comissão composta pelo delegado de Polícia de Paranaguá, pelo provedor de Saúde do porto e por um engenheiro civil para demarcar, na ilha, o local onde seria construído o hospital, que contaria ainda com uma casa para quarentena de passageiros e para alojar mercadorias. Ambos os prédios ficariam em uma parte da ilha denominada “Ponta do Corvo”.
Menos de quatro meses depois, Francisco José Pinheiro, membro da comissão, informou ao governo da Província que as obras estavam concluídas, restando fazer apenas alguns aterramentos e a caiação das paredes. O Lazareto foi construído com área total de 135,5m2, dos quais, 96,8m2 foram destinados à enfermaria, com capacidade para até trinta enfermos, distribuídos em quatro quartos.
O lazareto era propriedade do governo nacional, mas a Ilha das Cobras pertencia a José Pereira Malheiros, que foi “indenizado” para que a mesma passasse a pertencer ao Império brasileiro. A compra da Ilha foi consumada somente em 1859, após muita insistência do provedor de Saúde do Porto de Paranaguá, Alexandre Bousquet, que temia uma epidemia de febre amarela na Comarca de Paranaguá.
O lazareto da Ilha das Cobras, então subordinado à Inspetoria de Saúde do Porto de Paranaguá, tornou-se o local para onde eram enviadas as pessoas suspeitas de portar ou já estarem acometidas por doenças pestilenciais, sobretudo, cólera, varíola e febre amarela, para que lá fossem isoladas e colocadas em quarentena, para tratamento e observação.
Quase dois anos após o término da construção do lazareto, ele foi alvo de uma inspeção minuciosa solicitada pelo governo da Província ao engenheiro civil do Paraná, Carlos Stoppani, em cuja conclusão ele elogiava o local escolhido, distante do contato humano, em terreno seco e arenoso, às margens do oceano, portanto exposto aos ventos que impediam a concentração de miasmas e afirmava que não bastava uma sólida e elegante construção para o bom funcionamento de um lazareto; seriam necessários também bons funcionários e administradores.
Quando Stoppani chegou à Ilha das Cobras, deparou-se com um edifício sem assoalho, sem forro, com portas sem fechaduras, janelas sem vidraças e telhado muito frágil. Ficou impressionado também, com o quadro caótico formado pelas camas, colchões, cobertores, roupas de cama, mesas, macas, penicos, pratos, tigelas, canecas, talheres e copos. A botica estava em igual desordem, com medicamentos acondicionados em copos e vidros destampados, alguns quebrados e espalhados pelo chão. Stoppani declarou-se inconformado com o desperdício de dinheiro público e com o fato de o presidente da Província ter sido ludibriado quanto ao real estado de conservação do lazareto.
O lazareto da Ilha das Cobras atendia gratuitamente apenas os indigentes. Oficiais do exército, por exemplo, enviados à ilha para internação ou tratamento, tinham suas despesas pagas pelo Ministério da Guerra. Em relação aos imigrantes, tudo indica que os custos eram pagos pelo Ministério do Império. Foi o caso da imigrante Eugenia Guglielmi Antoni, que após contrair varíola ficou em tratamento no lazareto junto com a família no decorrer do ano de 1889. As despesas foram custeadas pela Inspetoria de Saúde e totalizaram 442$980 mil réis.
Quando nenhum surto epidêmico ameaçava a população de Paranaguá o lazareto permanecia desativado, sem dúvida por razões econômicas. Nesses períodos de fechamento o edifício do lazareto ficava sem manutenção. Então, quando havia um surto de alguma doença contagiosa as autoridades corriam preparar orçamentos para recuperação de seus telhados, assoalhos, janelas, portas e outras partes, além da compra de novas instalações para o adequado atendimento dos novos doentes.
As reformas foram constantes no lazareto da Ilha das Cobras em Paranaguá, mas não para adequá-lo a novos conhecimentos científicos, e sim para evitar a completa ruína do edifício. Assim, o edifício do Lazareto permaneceu sendo abandonado e reaberto, por quase oitenta anos.
Em 1937, no Estado Novo de Getúlio Vargas, as instalações do Lazareto serviram de prisão de comunistas que eram contra a ditadura.
Em 1963, as instalações do Lazareto foram recuperadas e transformadas em escola de pescadores para meninos infratores, tendo pouca duração devido a problemas de indisciplina.
Durante as décadas de 1970 a 2010, as instalações foram usadas como residência de verão de alguns governadores do Estado do Paraná.
Em 2006, através do Contrato de Cessão de Uso Gratuito entre a União e o Estado do Paraná, as instalações foram usadas como base de apoio aos portos de Paranaguá e Antonina.
Em 2018, a ilha foi transformada em Parque Estadual e as instalações vão receber uma reforma para abrigar uma grande escola profissionalizante de gastronomia e hotelaria.
Paulo Grani

Histórica foto desse edifício sito à Rua XV de Novembro, nº 88, Curitiba, ano 1912.

 Histórica foto desse edifício sito à Rua XV de Novembro, nº 88, Curitiba, ano 1912.


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Histórica foto do edifício que abrigava a Casa Crystal de Curitiba, em determinado momento de sua existência.

A publicação "Impressões do Brazil no Seculo Vinte", editada em 1913 e impressa na Inglaterra por Lloyd's Greater Britain Publishing Company, Ltd., assim referiu-se sobre ela:

"Wendler, Schneider & Cia. - Esta importante firma da praça de Curitiba importa em larga escala, da Europa e Estados Unidos, cristais, vidros, porcelanas, louças, talheres de Cristofle, mobílias, tapetes, ferragens, armas, munições, máquinas de costura, tintas, vernizes, óleos, telhas de zinco etc. etc.

A casa, geralmente conhecida por Casa Crystal, foi fundada em 1907 e os seus sócios são os srs. Eraldo Wendler, Theodor Schneider e Gusttavo Keil, este último comanditário. A Casa Crystal faz avultado movimento em vendas por atacado e a varejo, não só na capital, como por todo o estado do Paraná."

Paulo Grani

Cartão Postal Curitiba, PR. Raro Cartão Assinado por Arthur Hauer, 1906. Ed. Arthur E. LangeArthur Hauer foi um dos fundadores do Coritiba F.C.

 Cartão Postal Curitiba, PR. Raro Cartão Assinado por Arthur Hauer, 1906. Ed. Arthur E. LangeArthur Hauer foi um dos fundadores do Coritiba F.C.