quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

1957. Crianças em Recreio no Colégio Cristo Rei, com a visita das alunas do Colégio Nossa Senhora de Lourdes (Colégio Cajuru).

 1957. Crianças em Recreio no Colégio Cristo Rei, com a visita das alunas do Colégio Nossa Senhora de Lourdes (Colégio Cajuru).



1909 na rua da Liberdade, era um meio de locomoção da elite curitibana. Cid Destefani / Coluna Nostalgia

 1909 na rua da Liberdade, era um meio de locomoção da elite curitibana. Cid Destefani / Coluna Nostalgia



Na estrada da Graciosa nos anos 1930. Foto de Theodor Preising

 Na estrada da Graciosa nos anos 1930. Foto de Theodor Preising



Colonos do Bacacheri,1905. Acervo: Casa da Memória /FCC.

 Colonos do Bacacheri,1905. Acervo: Casa da Memória /FCC.



Entrada do túnel da janela da cotia antonina na década de 1960

 Entrada do túnel da janela da cotia antonina na década de 1960



Ponte da janela da Cotia na década de 1960 antonina

 Ponte da janela da Cotia na década de 1960 antonina



Abertura da estrada de acesso à janela da Cotia antonina

 Abertura da estrada de acesso à janela da Cotia antonina



Um Junkers JU-52 da Vasp - Base do Bacacheri anos 1930.

 Um Junkers JU-52 da Vasp - Base do Bacacheri anos 1930.



A família Mehl chegou por volta do ano de 1870. No inicio deste século o casal Henrique e Rosa Mehl, já nascidos no Brasil, dedicaram-se à agricultura e a pecuária de subsistência e aos poucos foram adquirindo terras na região que hoje à periferia de Curitiba. Como era grande a quantidade de areia nestes terrenos, Henrique Mehl transportava a matéria-prima para as construções usando uma carroça.

 A família Mehl chegou por volta do ano de 1870. No inicio deste século o casal Henrique e Rosa Mehl, já nascidos no Brasil, dedicaram-se à agricultura e a pecuária de subsistência e aos poucos foram adquirindo terras na região que hoje à periferia de Curitiba. Como era grande a quantidade de areia nestes terrenos, Henrique Mehl transportava a matéria-prima para as construções usando uma carroça.

HISTÓRICO

Henrique e Rosa Mehl

Henrique e Rosa Mehl

A família Mehl chegou por volta do ano de 1870. No inicio deste século o casal Henrique e Rosa Mehl, já nascidos no Brasil, dedicaram-se à agricultura e a pecuária de subsistência e aos poucos foram adquirindo terras na região que hoje à periferia de Curitiba. Como era grande a quantidade de areia nestes terrenos, Henrique Mehl transportava a matéria-prima para as construções usando uma carroça.

Primeiro transporte de passageiros na cidade

Primeiro transporte de passageiros na cidade

Na década de 20, Curitiba crescia muito e Henrique Mehl era um dos donos do primeiro transporte de passageiros na cidade, espécie de carruagens, os táxis da época. No final da década os automóveis já roubavam a cena mas ainda operando transporte, vendendo areia e fabricando tijolos nasce a Henrique Mehl e Cia Ltda.

Filhos de Henrique Mehl

Filhos de Henrique Mehl

Quando a Segunda geração assumiu a empresa, com os irmãos Manoel, Waldemar e Julio Mehl e cunhados, como a família já havia crescido era necessário que os negócios seguissem o mesmo caminho. Em 1943 a loja de materiais de construção, que já operava com transportes, passa a se chamar Filhos de Henrique Mehl Ltda.

Obras públicas representam grande parte das ações da empresa

Obras públicas representam grande parte das ações da empresa

A partir daí a empresa passou a atuar em obras públicas, participando da construção de diversas escolas de Curitiba e da drenagem de rios e lagos em várias cidades do interior do Paraná. É uma das fundadoras da Associação Paranaense de Obras Públicas ( APEOP). Na década de 60 foi transformada em Sociedade Anônima.

A Filhos de Henrique Mehl continuou sendo uma empresa de obras públicas, expandindo seus negócios, também para loteamentos, incorporação de imóveis, prestação de serviços e passou a atuar na área agrícola. Neste segmento de mercado desenvolveu fazendas de pecuária e agricultura.

A Administração atual mantém o mesmo propósito do seu fundador, que começou suas atividades em Curitiba no inicio deste século, ou seja, “ser uma empresa da terra”. E mais do que isso, sempre com o objetivo de aproximar as funções da cidade (trabalho, transporte moradia e lazer) em seus empreendimentos.

Neste propósito é que a empresa procura colocar próximo a um condomínio residencial construído, por exemplo, empreendimentos comerciais, de serviço e de lazer, ou próximo a um condomínio industrial instalações que dispõem de serviços comuns, dividindo despesas de comunicação, informática, fax e até secretária entre todas as indústrias ou empresas.

Grande parte das obras estão alocadas na Avenida das Torres, cidade de Curitiba. A preferência pela Avenida é explicada por ter sido lá que começou a Filhos de Henrique Mehl. Na década de 40, quando o governo manifestou a intenção de construir o Aeroporto Afonso Pena, o fundador Henrique Mehl morava nas proximidades da Avenida das Torres e o interventor na época, Manoel Ribas, autorizou-o a extrair toda a areia necessária para a construção do Aeroporto daquela região. Este fato fez com que a atividade da empresa, que estava nascendo, se intensificasse.

E o desejo do Grupo de agregar cada vez mais outras atividades em suas obras ganha espaço. Os novos condomínios residenciais que estão sendo construídos, por exemplo, vão ganhar creches e até escolas.Foi pensando em tornar-se menos vulnerável aos planos econômicos do governo que a empresa sempre procurou atuar em todas as faixas sociais, buscando recursos onde estão disponíveis.

A construtora acredita que Curitiba é uma cidade especial, um local próprio para as pessoas desfrutarem da boa qualidade de vida, mas com algumas restrições próprias das grandes cidades. Considerando estas limitações é que a Filhos de Henrique Mehl defende a construção de condomínios fechados com toda a infra-estrutura necessária para o bem-estar dos condôminos. Estes locais podem ser administrados pela própria comunidade, auxiliando a Administração Municipal. Estas propostas tem por objetivo facilitar a vida das pessoas, aproximando as funções urbanas e, sobretudo, manter o compromisso com a qualidade de vida.

A empresa participou de diversas obras de drenagem em Curitiba e outras cidades paranaenses

A empresa participou de diversas obras de drenagem em Curitiba e outras cidades paranaenses

Obras de terraplanagem e drenagem

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 560.000,00 m3
ART Nº: 703809

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 412.660,00 m3
ART Nº: 501344

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: + ou – 200.000,00 m3
ART Nº: 376588

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 757.910,00 m3
ART Nº: 376589

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 492.713,00 m3
ART Nº: 376590

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 317.000,00 m3
ART Nº: 376596

CONTRATANTE: DNOS
SERVIÇO: Dragagem de canais
VOLUME: 421.269,00 m3
ART Nº: 1002267

CONTRATANTE: Filhos de Henrique Mehl S/A
SERVIÇO: Topografia
VOLUME: 177.207,30 m²;
ART Nº: 501345

CONTRATANTE: Filhos de Henrique Mehl S/A
SERVIÇO: Galeria de água pluviais, terraplanagem e pavimentação.
DIMENSÕES:
ART Nº: 656907

CONTRATANTE: Filhos de Henrique Mehl S/A
SERVIÇO: Projeto hidráulico e prevenção contra incêndio
DIMENSÕES: 4.074,27 m²
ART Nº: 740706

Avenida Monteiro Tourinho, 1975.

 Avenida Monteiro Tourinho, 1975.