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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Estádio Couto Pereira 1977,a torcida do Grêmio Maringá comemora o título de campeão paranaense. Foto do Museu Esportivo de Maringá
Estádio Couto Pereira 1977,a torcida do Grêmio Maringá comemora o título de campeão paranaense. Foto do Museu Esportivo de Maringá
Virgília Stella da Silva Cruz ou Rachel Prado, pseudônimo pelo qual ficou nacionalmente conhecida. Nascida em Curitiba em 20 de março de 1891, era filha de Joaquim Antônio da Silva, fundador de nosso tradicional periódico A República e de dona Maria Eufrásia da Silva, e que muito cedo demonstrou que herdara de seu genitor o pendor para o jornalismo, iniciando aos 14 anos uma carreira sem precedentes para uma mulher de sua época.
Virgília Stella da Silva Cruz ou Rachel Prado, pseudônimo pelo qual ficou nacionalmente conhecida. Nascida em Curitiba em 20 de março de 1891, era filha de Joaquim Antônio da Silva, fundador de nosso tradicional periódico A República e de dona Maria Eufrásia da Silva, e que muito cedo demonstrou que herdara de seu genitor o pendor para o jornalismo, iniciando aos 14 anos uma carreira sem precedentes para uma mulher de sua época.

Laura Santos – Poeta negra curitibana
Laura Santos – Poeta negra curitibana

Texto retirado do site: https://charlesmallarme.wordpress.com/2008/11/22/laura-santos-a-perola-negra-do-parana/
Foi uma poeta paranaense. Nasceu em Curitiba em 30 de novembro de 1921. Não se sabe ao certo a data da sua morte.
Sobre LAURA SANTOS diz o poeta Tonicato Miranda: “sem complexos, inteligente, elemento positivo e querida nos ambientes onde convivia. Assídua presença nas sessões da Academia José de Alencar, quando e onde lia seus poemas e ouvia a leitura de poesias de outros poetas.
“Jamais queixara-se de discriminação ou de sua situação econômica difícil. Também jamais recorreu a outrem para dizer de suas dificuldades, que se presumia fossem muitas, dado que jamais conseguira publicar sua obra em vida. Segundo Helena Koloky, estrela maior da poesia paranaense, que conviveu com LAURA SANTOS, ‘em sua obra pode-se observar a inexistência de qualquer atitude complexada quanto à sua cor, porque sempre foi recebida em pé de igualdade com outros companheiros de arte e profissão’”.
Segundo consta no livro “Um Século de Poesia”, elaborado pelo Centro Paranaense Feminino de Cultura, LAURA SANTOS fora de “talento precoce desde a adolescência” quando “começou a compor”. Informa “Um Século de Poesia” que, LAURA SANTOS, compôs seu primeiro soneto – Aspiração – aos 13 anos de idade. “Lia muito em criança e o entusiasmo que lhe inspiravam os Sonetos de Olavo Bilac, revelou-lhe a sua vocação de poetisa”.
Depois de um brilhante curso secundário – diz a edição do Centro Paranaense Feminino de Cultura -, ingressou no curso técnico de química, que seguiu durante algum tempo.
Fora “preparadora de alunos, funcionária pública, especializada em enfermagem de guerra e saúde pública, jornalista e colaboradora assídua dos periódicos e revistas literárias, LAURA SANTOS, em meio às suas atividades múltiplas, não abandonou nunca a poesia” – informa o livro.
“Em 1937 venceu um concurso promovido pela Base Aérea, com um trabalho em prosa:História da Evolução da Aviação”. Fora “sócia fundadora da Academia José de Alencar” onde ocupara “a cadeira sob o patrocínio de Júlia da Costa”.
Seus três livros, ainda inéditos, aparecerão pela primeira vez no livro “Um Século de Poesia” e em separata.
PRIMEIRO POEMA
Quando, envolta em penumbra,
A meditar me ponho,
Na doce exaltação deste exaltado sonho,
Na esplêndida mudez desta noite sem lume,
Principio a sentir em tudo o teu perfume.
Levemente ao redor do meu leito flutuas;
Sinto em meus seios nus as tuas faces nuas,
E o teu vulto sutil, subjetivamente,
Em insano prazer,
Em volúpia fremente,
Como serpe voraz, se enrola no meu ser.
E quando eu volto, de repente,
À fria realidade,
Compreendo que é a saudade
Que me fez de sentir,
Que me fez te gozar;
E, nesta noite fria,
Eu encontro somente
A triste solidão de minha alma vazia.
Maria Nicolas nasceu no dia 10 de setembro de 1899 em Curitiba. Era filha de Alyr Léon Nicolas e Josefa Nicolas.
Maria Nicolas nasceu no dia 10 de setembro de 1899 em Curitiba. Era filha de Alyr Léon Nicolas e Josefa Nicolas.

http://www.ctamarianicolas.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=9
MARIA NICOLAS
Maria Nicolas nasceu no dia 10 de setembro de 1899 em Curitiba. Era filha de Alyr Léon Nicolas e Josefa Nicolas. Formou-se professora aos 17 anos e no ano de 1912 substituiu a sua renomada mestra Júlia Wanderley, alfabetizando assim uma grande multidão de alunos. Maria Nicolas foi professora, escritora, poetisa, historiadora, contista, dramaturgo, teatróloga, novelista, biógrafa, pesquisadora e pintora, sendo considerada amante da vida e da nossa cidade de Curitiba.
Como escritora e pesquisadora produziu livros entre eles: “Almas das Ruas”, “Porque me orgulho de minha gente”. “Cem anos de vida Parlamentar” e ainda Teatro infantil e Páginas Curitibanas.
A professora Maria Nicolas recebeu vários prêmios e títulos, entre eles: Professora do ano, da Academia Feminina de Letras do Paraná, Centro de Letras do Paraná, Centro Paranaense Feminino de Cultura, Medalha de Ouro – VII Jogos Florais de Curitiba e o Título de Vulto Emérito da Câmara Municipal de Curitiba.
No dia 3 de junho de 1988 com 88 anos faleceu a professora Maria Nicolas na Santa Casa de Curitiba.






