segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Maringá – Capela Santa Cruz

 

Maringá – Capela Santa Cruz


A Capela Santa Cruz, em Maringá-PR, foi tombada por sua importância cultural.

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Capela Santa Cruz
Localização: Avenida Brasil, esquina com R. Santa Joaquina de Vedruna – Maringá-PR
Número do Processo: 05/2007
Livro do Tombo: Inscr. Nº 162-II

Descrição: É a única igreja em madeira situada na área urbana de Maringá e no norte novo, que representa o período de colonização nos anos de 1940. De linguagem vernacular, foi desenhada e construída pelo carpinteiro Sr. Anton Joseph Christoph. A sua construção foi iniciativa da própria comunidade na localidade onde se concentrou o núcleo original de Maringá, denominada hoje “Maringá Velho”.
Fonte: CPC.

Descrição: Construída em madeira nos anos de 1945/46, a Capela Santa Cruz foi o primeiro templo religioso na zona urbana. Em 1952 passou a fazer parte do conjunto arquitetônico do Colégio Santa Cruz, primeira escola particular de Maringá.
A Capela encontra-se protegida por legislação municipal. Sua preservação foi efetivada através de uma intervenção de restauro, realizada a partir de um laudo elaborado em 1987 e as obras foram concluídas em 1991. No seu interior encontra-se quadros e imagens sacras, algumas vindas da Espanha.
A construção dessa capela contou com a colaboração de todos os moradores que contribuíram com o que dispunham. Foi tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal. Em 29 de maio de 1991, ocorreu a sua reinauguração, com missa dos pioneiros.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
CPC
Prefeitura Municipal

Maringá – Capela São Bonifácio

 

Maringá – Capela São Bonifácio

A Capela São Bonifácio, em Maringá-PR, foi tombada por sua importância cultural.

CPC – Coordenação do Patrimônio Cultural
Nome Atribuído: Capela São Bonifácio
Localização: Estrada Jaguaruna – Fazenda São Bonifácio – Maringá-PR
Número do Processo: 06/2008
Livro do Tombo: Inscr. Nº 167-II

Descrição: A construção da Capela de São Bonifácio se deu entre os anos de 1939 e 1940. Foi a primeira edificação da religião católica erigida em Maringá. Construída em madeira, tem paredes duplas, sendo as externas no sentido horizontal. A capela fazia parte de um complexo rural denominado Fazenda São Bonifácio. Além da capela, havia no local a casa do padre e a casa dos empregados da fazenda. Servia à comunidade local, que se dirigia à fazenda para os cultos e atividades litúrgicas. Foi nesse local que os habitantes do núcleo inicial de Maringá realizaram as primeiras missas, batizados e casamentos.
Fonte: CPC.

Descrição: A Capela São Bonifácio, localizada em zona rural, denominada Fazenda São Bonifácio, é o primeiro templo religioso em terras maringaenses. Possui uma área de 70m² e suas obras de construção iniciaram em 1939 e foram concluídas em fevereiro de 1940. Foi tombada pelo patrimônio Histórico do Município de Maringá, restaurada e reinaugurada dia 10 de maio de 1999.
A madeira extraída foi tirada da própria mata circundante. O estilo arquitetônico é alsaciano, possuindo paredes duplas, sendo que externamente as tábuas foram assentadas na horizontal e internamente na vertical. O sistema é travado internamente por contraventamentos (estruturas inclinadas que confere rigidez ao conjunto). A modulação da estrutura, portanto, é formada por seis elementos de sustentação no sentido longitudinal (sendo que um se sobressai ao corpo da igreja para formar o adro) e quatro no sentido transversal. As seis aberturas da nave são configuradas por janelas com bandeiras ogivais e a porta principal é de verga reta, com duas folhas.
Fonte: Prefeitura Municipal.

FOTOS:

MAIS INFORMAÇÕES:
CPC
Prefeitura Municipal


Rua Augusto Stelfeld, no Bigorrilho.Tempo em que os Curitibanos ainda amassavam barro com os pés. Imagem de 1945 (Foto: Arquivo Gazeta do Povo)

 Rua Augusto Stelfeld, no Bigorrilho.Tempo em que os Curitibanos ainda amassavam barro com os pés.
Imagem de 1945
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)


Pode ser uma imagem de estrada

— Em primeiro plano a Antiga Escola Alemã, a Rua Barão do Serro Azul, a Praça 19 de Dezembro e adjacências, nos anos 30.

 — Em primeiro plano a Antiga Escola Alemã, a Rua Barão do Serro Azul, a Praça 19 de Dezembro e adjacências, nos anos 30.


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Chácara Schaffer, em dia de Festa, na década de 1920. (Antigo Pilarzinho - atual Bom Retiro).

 Chácara Schaffer, em dia de Festa, na década de 1920.
(Antigo Pilarzinho - atual Bom Retiro).


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A Casa Socorro aos Necessitados, foi fundado por Herculano Carlos Franco de Sousa em 1921. O objetivo era criar uma casa para atender os pobres e carentes da época. Fica no Tarumã.

 A Casa Socorro aos Necessitados, foi fundado por Herculano Carlos Franco de Sousa em 1921. O objetivo era criar uma casa para atender os pobres e carentes da época. Fica no Tarumã.


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Avenida Manoel Ribas, em Santa Felicidade, nos anos 70

 Avenida Manoel Ribas, em Santa Felicidade, nos anos 70


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***Cruzamento das Ruas Monsenhor Celso x 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 *** Ano -1947

 ***Cruzamento das Ruas Monsenhor Celso x 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 ***
Ano -1947


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A Rua Ébano Pereira, uma homenagem ao instalador da Vila de Curitiba. Em foto de 1905. A visão atual seria da Rua XV para o Alto São Francisco.

 A Rua Ébano Pereira, uma homenagem ao instalador da Vila de Curitiba. Em foto de 1905. A visão atual seria da Rua XV para o Alto São Francisco.


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DEPÓSITO DA FÁBRICA CERÂMICA ARTÍSTICA DE VILLA COLOMBO

 DEPÓSITO DA FÁBRICA CERÂMICA ARTÍSTICA DE VILLA COLOMBO

DEPÓSITO DA FÁBRICA CERÂMICA ARTÍSTICA DE VILLA COLOMBO
Nesta foto da primeira década de 1900, vemos o prédio sito à Rua Barão do Serro Azul nº 71, esquina com a Travessa Júlio de Campos, construído em 1892; apresenta dois pavimentos, e abrigou em seu primeiros anos o “Depósito da Premiada Fábrica Cerâmica Artística de Villa Colombo”, mais conhecida como Fábrica de Loucas Colombo. Após algumas décadas o edifício foi propriedade da família Hauer e abrigou o Hotel Borsenhalle que se destacava por suas dimensões no trecho em que se encontrava.
A Fábrica de Louças Colombo, também chamada São Zacarias, foi uma indústria cerâmica especializada em louças brancas localizada no município de Colombo, região metropolitana de Curitiba, fundada em 1880 pelo imigrante italiano Francisco Busato, oriundo da região de Vêneto, sendo considerada como um dos estabelecimentos pioneiros na fabricação de louça no Brasil.
Foi instalada em Colombo em uma colônia de imigrantes italianos originários de lugares onde se produziam artesanatos cerâmicos e por isso já tinham conhecimentos técnicos para a produção da cerâmica branca de boa qualidade. Além de italianos, também houve a participação de imigrantes alemães no processo produtivo da fábrica neste período. A região próxima à Curitiba foi escolhida pelo fundador devido a grande quantidade de matéria-prima para a produção das louças.
Sua mão de obra era composta majoritariamente por imigrantes e suas máquinas foram importadas da Europa. A Fábrica de Louças Colombo cresceu, sendo reconhecida pela qualidade de seus produtos, ganhando prêmios nas exposições nacionais e regionais que participava.
Em 1903, o ervateiro coronel Zacarias de Paula Xavier tornou-se sócio da Louças Colombo em parceria com Francisco Busato e, a partir dali, a fábrica introduziu novas tecnologias de fabricação de cerâmica com aquisição de modernos equipamentos e contratou novos especialistas, vindos da Alemanha, tornando-a uma das empresas mais importantes do Paraná à época. Foi neste período que a Fábrica de Louças Colombo foi renomeada Fábrica de Louças São Zacarias e também substituiu a pintura dos artefatos à mão para o processo decorativo de transfer ou decalque. Infelizmente, a fábrica encerrou suas atividades em 1925, em decorrência de um incêndio que destruiu suas instalações.
Cogita-se que esta tenha sido a primeira produção em escala industrial de louças no país e seu legado pode ser verificado nas inúmeras fábricas deste tipo que surgiram na região metropolitana de Curitiba, muitas fundadas por grupos familiares com experiência no estabelecimento em Colombo.
Com a abundância de caulim (matéria-prima da fabricação da louça) em Campo Largo, somado ao conhecimento acumulado das técnicas produtivas, a fabricação de cerâmica prosperou em Campo Largo, garantindo que a cidade se tornasse hoje a “capital da louça”.
Paulo Grani

Pode ser uma imagem de 3 pessoas, ao ar livre e texto que diz "PREMIARA ABRICA CERAMICA ARTISTICADE VILLA COLOMBO. ORTOLAHI"
Nesta foto da primeira década de 1900, vemos o prédio sito à Rua Barão do Serro Azul nº 71, esquina com a Travessa Júlio de Campos, construído em 1892; apresenta dois pavimentos, e abrigou em seu primeiros anos o “Depósito da Premiada Fábrica Cerâmica Artística de Villa Colombo”, mais conhecida como Fábrica de Loucas Colombo. Após algumas décadas o edifício foi propriedade da família Hauer e abrigou o Hotel Borsenhalle que se destacava por suas dimensões no trecho em que se encontrava.

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Desenho litográfico das instalações da Fábrica de Loucas Colombo, em Colombo.

Pode ser uma imagem de 8 pessoas, ao ar livre e texto que diz "HOTEL BORSENHALLE BORSENHALLE"
Nesta foto da década de 1920, vemos o prédio sito à Rua Barão do Serro Azul nº 71, esquina com a Travessa Júlio de Campos, construído em 1892; apresenta dois pavimentos, e abrigou em seu primeiros anos o “Depósito da Premiada Fábrica Cerâmica Artística de Villa Colombo”, agora de propriedade da família Hauer, abrigando o Hotel Borsenhalle que se destacava por suas dimensões no trecho em que se encontrava.

Pode ser uma imagem de monumento e ao ar livre
À direita, face parcial do edifício do "Depósito da Premiada Fábrica Cerâmica Artística de Villa Colombo”, mais conhecida como Fábrica de Loucas Colombo. Após algumas décadas o edifício foi propriedade da família Hauer e abrigou o Hotel Borsenhalle que se destacava por suas dimensões no trecho em que se encontrava.

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vaso (floreiro) em faiança fina, com homenagem a Venancio Trevisan (coleção Hilton Trevisan). 1900
foto: Martha Helena L. B. Morales

Pode ser uma imagem de texto que diz "Peça 12 floreiro com aplicação de dourado e decoração floral 1922) Reprodução fotográfica de Newton arneiro, 1979"

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Prato em faiança fina, com a efígie de Francisco Xavier da Silva. 1903. Coleção Museu Paranaense.

Pode ser uma imagem de texto que diz "Peça 8- caneca com aplicação de decalque (1902-1909) Reprodução fotográfica de Newton Carneiro, 1979"

Pode ser uma imagem de texto que diz "malga pequena de faiança fina coleção site PorcelanaBrasil"

Pode ser uma imagem de texto que diz "Peça 1 calçado feminino produzido em faiança tina (1897-190 Em detalhe, selo de fabricação no verso da peça."
Pode ser uma imagem de texto que diz "leque policromado, com varetas e pingente em relevo."

Pode ser uma imagem em preto e branco de ‎texto que diz "‎دmml aso (floreiro) com homenagem ao Bispo D. José Camargo Barros Reprodução fotográfica de Newton Carneiro. 1979‎"‎
Nenhuma descrição de foto disponível.
Placa policromada oferecida ao Ministro do Interior ao Dr. Antônio Augusto C. Chaves, em 11/1899. Coleção Museu Paranaense.
Na parte inferior lê-se a assinatura "João Ortolani a fez".

Pode ser uma imagem de texto que diz "cafeteira decorada com motivos florais. Pintura de Germano Felsner. Colecão Museu Paranaense,"