quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Luiz João de Forville Nascido em 1885 Baptizado a 24 de junho de 1886 (quinta-feira) - Catedral, Curitiba, Parana, Brazil Falecido a 31 de agosto de 1943 (terça-feira) - Curitiba, Paraná, Brazil, com a idade de 58 anos

Luiz João de Forville Nascido em 1885 Baptizado a 24 de junho de 1886 (quinta-feira) - Catedral, Curitiba, Parana, Brazil Falecido a 31 de agosto de 1943 (terça-feira) - Curitiba, Paraná, Brazil, com a idade de 58 anos

Luiz João de Forville (1885–1943): Um Homem de Fé, Família e Raízes Paranaenses

Por entre as ruas de paralelepípedos de Curitiba do final do século XIX, nasceu um homem cuja vida foi tecida com os fios da tradição, da perda, do amor renovado e da devoção familiar. Seu nome: Luiz João de Forville — um dos muitos filhos de uma geração que viu o Paraná florescer entre a fé católica, os laços comunitários e as transformações de um Brasil em plena construção.


Raízes de Sangue e Terra: Os Pais e a Origem

Luiz João veio ao mundo em 1885, em meio a uma família marcada pela imigração europeia e pelo espírito pioneiro que moldava o sul do Brasil. Seus pais — Anselmo Belacho De Forville, nascido em 1852, e Angelica Camatti, nascida em 1863 — uniram-se em matrimônio em Paranaguá, em 1885, ano de seu nascimento. Anselmo, descendente de linhagem francesa ou italiana (como sugere o sobrenome "Forville"), era homem de presença firme, provavelmente envolvido nas atividades comerciais ou agrícolas que impulsionavam a capital paranaense na virada do século.

Angelica, por sua vez, trouxe consigo a força silenciosa das mulheres da época — gestora do lar, guardiã dos valores morais e espirituais da família. Juntos, formaram um núcleo familiar numeroso e profundamente enraizado na comunidade curitibana.

Foi na Catedral de Curitiba, templo central da vida religiosa da cidade, que Luiz João recebeu as águas do batismo em 24 de junho de 1886, numa quinta-feira solene. A cerimônia selou não apenas sua entrada na Igreja Católica, mas também sua pertença a uma sociedade que via na fé um pilar inabalável.


Irmãos: Uma Constelação Familiar

Luiz João cresceu cercado por dez irmãos, num lar onde a alegria infantil se misturava à dor precoce da perda. Sua infância foi compartilhada com:

  • Maria Forville (1888–?),
  • Tereza Vitória Forville (1889–1944),
  • Margarida de Forville (1892–1977),
  • Anna de Forville (1892–?),
  • Isabel Forville (1894–1895) — que partiu ainda na tenra infância, deixando uma lacuna no coração da família,
  • Ernesto Forville (1895–1953),
  • Raymundo Antônio Forville (1898–1968),
  • Isidoro Forville (1899–1969),
  • Eduardo Forville (1902–1971),
  • Júlio Clemente De Forville (1905–1985),
  • Herminia Forville (1908–1980).

Essa vasta irmandade refletia tanto a fertilidade típica das famílias da época quanto a necessidade de apoio mútuo em tempos de incertezas econômicas e sanitárias. Luiz, como primogênito masculino, provavelmente assumiu papéis de responsabilidade cedo — protegendo os mais novos, auxiliando os pais e sendo exemplo para os irmãos.


O Primeiro Amor: Olga Cordeiro (1906–1921)

Em 18 de julho de 1906, aos 21 anos, Luiz João deu um passo decisivo rumo à vida adulta: casou-se com Olga Cordeiro, jovem nascida no mesmo ano que ele — 1885 — em Campo Comprido, bairro então rural de Curitiba. O matrimônio, celebrado com pompa modesta mas profunda devoção, marcou o início de uma união que duraria 15 anos.

Embora os registros não mencionem filhos desse casamento, é evidente que o vínculo entre Luiz e Olga foi sólido. Ela o acompanhou nos anos formativos de sua maturidade — período em que Curitiba se expandia, os bondes elétricos começavam a circular e a identidade paranaense se consolidava.

A tragédia veio em 31 de dezembro de 1921, quando Olga faleceu, deixando Luiz viúvo aos 36 anos. A perda foi dupla: meses antes, em 8 de dezembro, seu pai Anselmo também havia partido. Em pouco mais de três semanas, Luiz enterrou o pai e a esposa — dois pilares de sua existência. Foi um golpe devastador, mas não suficiente para apagar sua capacidade de amar novamente.


Um Novo Começo: Maria Padilha da Silva (1923–1943)

Demonstrando resiliência rara, Luiz João encontrou novo amor em Maria Padilha da Silva, uma mulher 16 anos mais jovem, nascida em 1901. Casaram-se em 17 de março de 1923, numa cerimônia realizada em Curitiba, selando uma nova fase de esperança.

Maria, cujo nome evoca tanto a tradição católica quanto as raízes culturais brasileiras (com possível ressonância simbólica com entidades espirituais populares, embora sem ligação direta aqui), tornou-se sua companheira nos últimos vinte anos de sua vida. Juntos, enfrentaram os desafios da década de 1920 ao início dos anos 1940 — incluindo a crise econômica global, a Revolução de 1930 e a Segunda Guerra Mundial, que ecoava até nas serras do Paraná.

Não há registros explícitos de filhos desse segundo matrimônio, mas o afeto entre eles parece ter sido profundo. Maria sobreviveu a Luiz por mais de três décadas, falecendo apenas em 1974, aos 73 anos — testemunha silenciosa de uma era que já não existia.


Últimos Anos e Legado Silencioso

Luiz João de Forville viveu seus últimos anos em Curitiba, observando a cidade se transformar. Viu a Catedral onde fora batizado ganhar novo esplendor, assistiu aos casamentos de vários irmãos — como Tereza (1906), Margarida (1910), Raymundo (1918), Ernesto (1923 e novamente em 1929), e Herminia (1924) — e acompanhou o lento declínio da geração fundadora de sua família.

Sua mãe, Angelica Camatti, partiu em 4 de abril de 1933, aos 70 anos, deixando-o órfão de ambos os pais. Mesmo assim, permaneceu ativo, presente, talvez envolvido em negócios familiares, na vida paroquial ou simplesmente como patriarca respeitado.

Em 31 de agosto de 1943, numa terça-feira tranquila de inverno paranaense, Luiz João de Forville faleceu em sua cidade natal, aos 58 anos. Seu corpo foi sepultado em solo curitibano, possivelmente no Cemitério Municipal ou em jazigo familiar — local onde repousam gerações de Forvilles e Camattis.


Epílogo: O Silêncio que Fala

Luiz João de Forville não foi um herói de livros de história, nem um político ou industrial famoso. Mas foi um homem comum que viveu intensamente: amou duas vezes, chorou perdas profundas, criou laços inquebráveis com irmãos e parentes, e manteve viva a chama da família em tempos difíceis.

Sua vida é um retrato fiel da classe média paranaense do início do século XX — marcada pela fé, pelo trabalho, pela dignidade e pela força dos laços sanguíneos. Hoje, seu nome ressoa nos arquivos paroquiais, nos registros civis e, agora, nesta homenagem escrita com respeito e carinho.

Que sua memória seja abençoada.
Que sua história inspire aqueles que buscam entender suas raízes.
E que, nas ruas de Curitiba, alguém ainda caminhe onde ele caminhou — e sinta, mesmo que por um instante, a presença silenciosa de um homem chamado Luiz João de Forville.


"Nas entrelinhas dos registros antigos, habita a alma de quem construiu o presente com mãos anônimas."

  • Nascido em 1885
  • Baptizado a 24 de junho de 1886 (quinta-feira) - Catedral, Curitiba, Parana, Brazil
  • Falecido a 31 de agosto de 1943 (terça-feira) - Curitiba, Paraná, Brazil, com a idade de 58 anos

 Pais

 Casamento(s)

  • Casado a 18 de julho de 1906 (quarta-feira), Campo Comprido, Curitiba, Paraná, Brazil, com Olga Cordeiro 1885-1921
  • Casado a 17 de março de 1923 (sábado), Curitiba, Paraná, Brazil, com Maria Padilha Da Silva 1901-1974

 Irmãos

 Fontes

 Árvore genealógica (visão geral)

sosa Miguel de Forville  sosa Joanna de Forville  sosa Giusepe Camatti 1825-1895 sosa Thereza Polacchini 1837-1893
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sosa Anselmo Belacho De Forville 1852-1921 sosa Angelica Camatti 1863-1933
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Luiz João de Forville 1885-1943


1885

Nascimento

 
Nenhuma informação disponível para este acontecimento.
188624 jun.
um ano
188815 abr.
3 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 15 de abril de 1888 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
18893 abr.
4 anos
189210 jun.
7 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 15 de julho de 1892 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
189213 jul.
7 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 15 de julho de 1892 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
189310 nov.
8 anos
18949 set.
9 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo entre a 20 de agosto de 1894 e a 20 de outubro de 1894 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
18958 abr.
10 anos
1895jul.
10 anos
18953 dez.
10 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 22 de março de 1896 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
18986 jan.
13 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 11 de junho de 1898 (Curitiba, Paraná, Brasil)
189910 out.
14 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 22 de março de 1896 (Curitiba, Parana, Brasil)
190230 out.
17 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 25 de dezembro de 1902 (Curitiba, Parana, Brasil)
190523 nov.
20 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 22 de abril de 1906 (Paraná, Brasil)
190617 jan.
21 anos
190825 abr.
23 anos

Nascimento de uma irmã

191031 dez.
25 anos
191827 jul.
33 anos
192131 dez.
36 anos

Morte do cônjuge

192317 mar.
38 anos
19234 set.
38 anos
192415 nov.
39 anos
19334 abr.
48 anos
194331 ago.
58 anos

Antepassados de Luiz João de Forville

Miguel de Forville  Joanna de Forville  Giusepe Camatti 1825-1895 Thereza Polacchini 1837-1893
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Anselmo Belacho De Forville 1852-1921 Angelica Camatti 1863-1933
|- 1885 -|



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Luiz João de Forville 1885-1943














































Descubra a Patagônia Chilena: Um Guia Exclusivo para as Melhores Experiências em Quatro Lodges Inesquecíveis

 Descubra a Patagônia Chilena: Um Guia Exclusivo para as Melhores Experiências em Quatro Lodges Inesquecíveis

A Patagônia chilena é um dos últimos redutos de natureza selvagem e intocada do planeta. Com seus fiordes profundos, geleiras milenares, florestas vírgens e rios cristalinos, essa região remota do sul do Chile oferece uma experiência de viagem que transcende o turismo comum — é uma imersão sensorial e emocional na grandiosidade da Terra. Para quem busca conforto aliado à autenticidade, os lodges locais são verdadeiros refúgios que combinam hospitalidade chilena, design sustentável e acesso privilegiado a paisagens de tirar o fôlego.

Neste artigo, apresentamos quatro opções excepcionais de hospedagem na Patagônia chilena, cada uma com sua identidade única, localização estratégica e propostas de experiências memoráveis:


1. Chelenko Lodge – Puerto Río Tranquilo: O Portal das Geleiras



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Localização: Encaixado às margens do Lago General Carrera — o segundo maior lago da América do Sul —, o Chelenko Lodge fica em Puerto Río Tranquilo, uma pequena vila próxima ao famoso Mármore de Capillas, uma formação natural esculpida pela água que atrai visitantes do mundo todo.

Experiência de Hospedagem:
O lodge oferece cabanas privativas com vista panorâmica para o lago e montanhas circundantes. Cada detalhe foi pensado para integrar o hóspede à natureza sem abrir mão do conforto: aquecimento central, banheiros modernos, camas acolhedoras e grandes janelas que enquadram a paisagem como se fosse uma pintura viva.

Destaques:

  • Acesso exclusivo a passeios de barco pelas águas turquesa do Lago General Carrera.
  • Visitas guiadas ao Mármore de Capillas, com explicações geológicas e históricas.
  • Gastronomia local com ingredientes frescos da região, incluindo trutas e frutos silvestres.
  • Ideal para viajantes que buscam tranquilidade, contemplação e contato com comunidades locais.

Por que escolher?
Se você deseja explorar o coração da Patagônia austral com calma, longe das multidões, o Chelenko Lodge é seu porto seguro. É perfeito tanto para casais em lua de mel quanto para famílias ou grupos de amigos que valorizam a simplicidade elegante.


2. Diego de Almagro Coyhaique – Conforto Urbano no Coração da Patagônia



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Localização: Situado na cidade de Coyhaique, capital da Região de Aysén, este hotel funciona como base estratégica para quem planeja explorar múltiplos destinos patagônicos, como o Parque Nacional Queulat, o Vale do Rio Simpson e os lagos encantados da região.

Experiência de Hospedagem:
Com estilo contemporâneo e infraestrutura completa, o Diego de Almagro Coyhaique oferece quartos amplos, restaurante gourmet, business center, academia e estacionamento. É a opção ideal para quem precisa de conectividade, serviços urbanos e conforto após dias de aventura ao ar livre.

Destaques:

  • Localização central: fácil acesso a supermercados, farmácias, agências de turismo e transporte.
  • Café da manhã variado com pães artesanais, queijos locais e sucos naturais.
  • Recepção 24 horas com equipe bilíngue pronta para auxiliar no planejamento de roteiros.
  • Pontos de partida para excursões de pesca com mosca, trekking e observação de aves.

Por que escolher?
Este hotel é a ponte entre a civilização e a natureza selvagem. Funciona como um “hub” logístico para explorar a Patagônia com eficiência, sem sacrificar o bem-estar. Ideal para viajantes independentes, fotógrafos, pesquisadores ou famílias com crianças.


3. Peuma Lodge Patagonia – Ecoconsciência e Aventura em Futaleufú



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Localização: Às margens do lendário Rio Futaleufú, conhecido mundialmente por suas corredeiras de classe internacional para rafting e kayak, o Peuma Lodge está inserido em um ecossistema de floresta temperada úmida, cercado por montanhas e cachoeiras.

Experiência de Hospedagem:
Construído com madeira nativa e técnicas sustentáveis, o lodge combina rusticidade com sofisticação. Os quartos são espaçosos, com varandas privativas e aquecimento a lenha. O salão principal, com lareira e biblioteca, convida ao descanso após um dia cheio de adrenalina.

Destaques:

  • Programas personalizados de aventura: rafting, canyoning, mountain bike, cavalgadas e trekking.
  • Cozinha com foco em produtos orgânicos e sazonais, muitos cultivados no próprio jardim do lodge.
  • Compromisso ambiental: uso de energia solar, tratamento de águas residuais e apoio a projetos comunitários locais.
  • Atividades culturais com comunidades mapuches da região.

Por que escolher?
Peuma Lodge é para quem quer viver a Patagônia com intensidade e consciência. É um destino para aventureiros conscientes, casais românticos em busca de isolamento poético e amantes da natureza que desejam deixar pegadas mínimas.


4. Uman Lodge – Intimidade e Beleza Pura em Futaleufú



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Localização: Também em Futaleufú, mas com uma abordagem mais íntima e boutique, o Uman Lodge está situado em uma propriedade privada de 15 hectares, com acesso direto ao rio e vistas deslumbrantes do maciço andino.

Experiência de Hospedagem:
Com apenas algumas suítes, o Uman Lodge prioriza a exclusividade. Cada acomodação é uma cabana independente, com decoração minimalista, cama king size, banheira de hidromassagem e terraço com rede. O atendimento é personalizado, quase familiar, com foco total na experiência do hóspede.

Destaques:

  • Jantares sob as estrelas com menu degustação elaborado pelo chef residente.
  • Spa com massagens com óleos essenciais locais e rituais de relaxamento inspirados na natureza patagônica.
  • Passeios privativos: desde voos panorâmicos até caminhadas guiadas em trilhas secretas.
  • Observação de vida selvagem: raposas, condores, cisnes-de-pescoço-preto e até pumas (com sorte!).

Por que escolher?
Uman Lodge é sinônimo de luxo discreto e conexão profunda com a natureza. Ideal para celebrações especiais, retiros pessoais ou simplesmente para quem merece ser mimado em meio à imensidão patagônica.


Planeje Sua Viagem com Sabedoria

A melhor época para visitar a Patagônia chilena é entre novembro e março, quando os dias são mais longos e as temperaturas mais amenas. No entanto, cada estação oferece encantos únicos: o outono pinta as florestas de dourado, enquanto o inverno transforma a região em um cenário de conto de fadas nevado.

Dicas práticas:

  • Reserve com antecedência, especialmente nos lodges mais exclusivos (Peuma e Uman).
  • Leve roupas em camadas: o clima pode mudar rapidamente.
  • Tenha documentos em ordem: passaporte válido e, se for dirigir, carteira de motorista internacional.
  • Considere voar até Balmaceda (BBA) e alugar um carro para explorar a região com liberdade.

Conclusão: Mais que Uma Viagem, Uma Transformação

Hospedar-se em qualquer um desses quatro lodges não é apenas garantir um lugar para dormir — é escolher uma forma de estar no mundo. Seja na serenidade contemplativa de Chelenko, na praticidade urbana de Coyhaique, na aventura consciente de Peuma ou na intimidade refinada de Uman, cada opção oferece uma porta de entrada para a alma da Patagônia.

Reserve hoje e prepare-se para escrever capítulos inesquecíveis da sua história, onde o vento sussurra segredos antigos e a natureza lembra que somos parte de algo muito maior.

¡Bienvenido a la Patagonia!