terça-feira, 5 de outubro de 2021

Expressiva foto de 1935, retrata as instalações ferroviárias e pátio de manobras da Estação Ferroviária de Morretes. Com a inauguração da ferrovia Paranaguá-Curitiba, em 1885, a disponibilidade de um trem diário entre Curitiba e Paranaguá, abriu caminho para a circulação de mercadorias, abastecendo Curitiba com as novidades e tecnologias do Primeiro Mundo, em tempo quase real. (Foto: Acervo Gazeta do Povo) Paulo Grani.

 Expressiva foto de 1935, retrata as instalações ferroviárias e pátio de manobras da Estação Ferroviária de Morretes.
Com a inauguração da ferrovia Paranaguá-Curitiba, em 1885, a disponibilidade de um trem diário entre Curitiba e Paranaguá, abriu caminho para a circulação de mercadorias, abastecendo Curitiba com as novidades e tecnologias do Primeiro Mundo, em tempo quase real.
(Foto: Acervo Gazeta do Povo)


Paulo Grani.

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AS COCHEIRAS DE CURITIBA ANTIGAMENTE

 AS COCHEIRAS DE CURITIBA ANTIGAMENTE
Uma carruagem do modelo Phaeton estacionada em frente ao Palácio da Liberdade, em Curitiba, na década de 1910. Seu cocheiro aguarda o cliente ou proprietário. Atualmente, o edifício abriga o Museu da Imagem e do Som, na rua Barão do Rio Branco.


Este tipo de veículo era facilmente fretado nas diversas cocheiras da cidade, que o disponibilizavam para aluguel, sendo o taxi ou uber daquela época.

A lista telefônica de Curitiba, de 1913, divulgava as seguintes cocheiras que ja disponibilizavam seus serviços por telefone:

Fone 249 - Cocheira P. Colleres & Irmão, na Rua XV
Fone 146 - Cocheira Henrique Mehl, na Rua Marechal Deodoro
Fone 147 - Cocheira Franz Müller, na Rua C. Barradas
Fone 159 - Cocheira Augusto Rutz, na Rua Marechal Floriano
Fone 185 - Cocheira Boscardim, na Praça Osório
Fone 214 - Cocheira Joao Class, na Rua XV
Fone 75 - Cocheira Menighito, na Rua Ébano Pereira
Fone 100 - Cocheira Forbeck, na Rua Ébano Pereira.

(Foto: curitiba.pr.gov.br)

Paulo Grani. 

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Rua do Rosário, Curitiba, em 1904. A rua era apenas macadamizada para o tráfego das pessoas e corroças.

 Rua do Rosário, Curitiba, em 1904. A rua era apenas macadamizada para o tráfego das pessoas e corroças.


Nenhuma descrição de foto disponível.À direita, o Colégio Divina Providência:

O Colégio Divina Providência foi fundado no prédio nº 44, da rua do Rosário, dirigido pela sua primeira superiora, irmã Arnolda. Sua vida escolar começou com 39 alunas, que recebiam ensinamentos de três professoras. Estas alunas eram preparadas com o curso primário, música e trabalhos de agulha.

Em 1905, a Congregação da Divina Providência comprou na mesma rua do Rosário, uma grande área de terreno e o chamado Castelo Hauer, no Largo da Ordem. Eram os prédios 139 e 147.

Ali, onde permanece até hoje uma de suas unidades, as aulas começaram a funcionar em instalações mais amplas e confortáveis. Já no ano seguinte, em 1906, o colégio matriculou mais de duzentas alunas.

Seis anos mais tarde, em 1913, o curso primário era ministrado em cinco anos e começava a construção de um prédio com oito espaçosas salas de aula. Essa ampliação possibilitou ao Colégio matricular 430 alunas.

Cinqüenta alunos inauguraram o Jardim de Infância, em 1916. E o aumento constante de alunas obrigou a diretoria construir, num dos prédios primitivos, uma extensa ala destinada a aulas e capela.

Em 1924, já eram 650 alunos. Nesta época a escola foi aberta também para os meninos que eram aceitos para cursarem apenas o 1º ano.

Em 1929 eram oferecidas mais opções. Abriam-se matrículas para o curso comercial e de datilografia. Pouco mais tarde, em fins de 1931, iniciava-se a construção de uma nova ala, cuja parte térrea transformou-se numa área coberta e a superior foi destinada a salas de aulas e um vasto salão para conferências e festas. Essas dependências foram inauguradas em outubro de 1933.

(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)

Paulo Grani. 

Rua Ébano Pereira, em 1905, vista a partir do Alto São Francisco. Nota-se total ausência de prédios além da pouco ocupação humana dos arredores. (Foto: Arquivo Gazeta do Povo) Paulo Grani.

 Rua Ébano Pereira, em 1905, vista a partir do Alto São Francisco. Nota-se total ausência de prédios além da pouco ocupação humana dos arredores.
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)


Paulo Grani.

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Agosto de 1948, uma vista frontal da Universidade Federal do Paraná, mostrando uma Curitiba ainda retraída, com poucos prédios ao fundo. (Foto: Arquivo Público do Paraná) Paulo Grani.

 Agosto de 1948, uma vista frontal da Universidade Federal do Paraná, mostrando uma Curitiba ainda retraída, com poucos prédios ao fundo.
(Foto: Arquivo Público do Paraná)


Paulo Grani.

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A Praça Theodoro Bayma, em 1910, na confluência das ruas Emiliano Perneta e Dr. Pedrosa, antes de receber o Mercadinho Provisório do Batel. Foto: gazetadopovo.com.br

 A Praça Theodoro Bayma, em 1910, na confluência das ruas Emiliano Perneta e Dr. Pedrosa, antes de receber o Mercadinho Provisório do Batel.
Foto: gazetadopovo.com.br

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O Mercadinho Provisório, em 1918, já inaugurado. Foto: gazetadopovo.com.br

 O Mercadinho Provisório, em 1918, já inaugurado.
Foto: gazetadopovo.com.br


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Carroça da Cervejaria Cruzeiro fazendo entregas na Rua Marechal Deodoro, década de 1930. Foto: Arquivo Gazeta do Povo.

 Carroça da Cervejaria Cruzeiro fazendo entregas na Rua Marechal Deodoro, década de 1930.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.


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ORIGEM DA CASA STROBEL E FAMÍLIA O registro fotográfico, da década de 1930,

 ORIGEM DA CASA STROBEL E FAMÍLIA
O registro fotográfico, da década de 1930,


Nenhuma descrição de foto disponível.O registro fotográfico, da década de 1930, apresenta o antigo estabelecimento de Rodolpho Strobel, mais tarde Casa Strobel.

Construído em 1930 por Rodolpho Strobel, cujas iniciais R.S. sao visíveis no seu frontão, está localizado no Largo Coronel Enéas. Como muitas casas da região central, o andar térreo era destinado ao comércio (material de construção) e o andar superior à residência da família.

Em 1855, a família Strobel chega na cidade de Curitiba, após terem partido de sua cidade natal, Glauchau, na Alemanha.

Cristian August Strobel (com 39 anos) e sua esposa Christine Friedericke Herold (com 29 anos), primeiramente chegaram em São Francisco do Sul em 11/11/1854, fugidos da Alemanha por questões políticas em função da revolução de 1848. Vieram juntos três filhos pequenos, Emilie Bertha (7 anos), Gustav Hermann (5 anos) e Emil Robert (1 ano). O casal Cristian August e Christine teve mais três filhas nascidas em Curitiba, Maria (nascida em 1855), Fanni (1858) e Anna Luisa (1861).

Cristian August e seu filho Gustav Robert eram excelentes carpinteiros e participaram de diversas construções, entre outras, da Santa Casa, da Farmácia Stellfeld e da Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz do Pinhais.

Gustav teve o filho Rodolpho Strobel, o qual iniciou sua vida profissional como empregado da casa comercial de Carlos Cornelsen, um imigrante alemão. Mais tarde, Rodolpho abriu uma loja de secos e molhados e, tempos depois, construíu essa casa (da foto), comercializando tintas e materiais de construção.

Hoje, os Strobel são mais de novecentos descendentes, espalhados pelo Brasil afora.
(Fonte: fotografandocuritiba.com.br)

Paulo Grani. 

PRAÇA ZACARIAS EM 1940 Fonte - Acervo - Casa da memória

 PRAÇA ZACARIAS EM 1940
Fonte - Acervo - Casa da memória


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