Araucária - Sem data

fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado

Aí está o majestoso Edifício São Luiz de Guaratuba da Marinha.
Antes a Cadeia Antiga, depois em 1947 inaugurado com Paço Municipal. Uma obra de arte belíssima que guardava em suas paredes histórias, lendas, presenças marcantes como a de Davi Carneiro, Moyses Lupion, Gratulino de Freitas, Joaquim da Silva Mafra, Orlando Bevervanso que assistiu desolado tudo ruir na catastrofe de 1968, e tantos outros baluartes que contribuíram com o progresso desta terra querida dos pássaros Guarás e dos Índios Carijós. 244 anos se passaram e sob o manto da Virgem do Bom Sucesso Guaratuba continua altiva, radiante, ainda por muitos e muitos anos. O muro de arrimo construído em 1955 não resistiu as aguas da baia e sucumbiu deixando registrado para a história lembranças que são a cada dia revividas em documentários, entrevistas e bate papos com os moradores mais antigos da cidade.
Esse registro foi postado em História de Guaratuba
Em 23 de julho de 1949 era fundado em Guaratuba o Iate Clube de Guaratuba. Uma sociedade civil, esportiva, destinada a promover e incrementar o esporte de barcos à vela, à motor e a remo, pesca, natação e outros desportos que pudessem na sua prática, concorrer para incentivar a cultura física de seus associados, segundo o Estatuto aprovado na Assembléia Geral realizada em 25 e 26 de fevereiro de 1952.
Um clube que está ligado ao desenvolvimento dessa cidade e que tem as mais lindas praias do litoral do Paraná, belezas naturais e ar puro para se respirar.
Os lances principais da história do clube estão harmonizados com as conquistas guaratubanas, com as pessoas ligadas ao Iate, influindo decisivamente nos escalões da administração estadual para que melhoramentos fossem executados.
Conta a história que em 23 de julho de 1949 aconteceu uma reunião no salão que era chamado de “gaveta”, localizado na Rua Professor Gratulino de Freitas nº 12, com a finalidade de ser criada e fundada uma sociedade recreativa, congregando não só os banhistas, mas também toda a população local.
Participaram desta reunião o Sr. Joaquim da Silva Mafra, na ocasião Prefeito Municipal de Guaratuba, Dr. De Plácido e Silva, Sr. José Muggiati Sobrinho, Sr. Carlos Orlando Loyola, Sr. José Nicolau Abagge, Sr. Armando Blum, Sr. Azis Surugi, Sr. Paulo Saporski, Sr. Augusto Jopert, Sr. Bolivar Camargo Barros, Sr. Arnoldo Belo Galvão, Sr. Ladislau Grzybowki< Sr. Juvêncio Marques, Sr. Miguel Jamur, Sr. Nicolau Jamur Sobrinho, Sr. Máximo Jamu, Sr. Ciro Vilela, Sr. Eloar Merhy, Sr. Ariel Bastos, Sr. Mario Biscaia, Sr. Arnaldo Carnasciali, Sr. Simeão Mafra Pedroso e Sr. Samuel Contim. Todos os presentes aceitaram a ideia como excelente e pelos nomes se é possível verificar o perfeito entrosamento entre os banhistas e os carinhosamente nativos.
Foi levantada a questão para se conseguir um terreno com o intuito de atender as sedes social e esportiva do clube, preferencialmente em frente à Baia de Guaratuba, visto a prática do iatismo. Dr. Plácido e Silva cedeu uma quadra de terreno na Rua Ipiranga, e o Prefeito Joaquim Mafra concordou em doar ao Plácido e Silva igual área de terreno foreira com frente para a praia de banhos, para assim compensa-lo.
O nome aprovado foi o de Iate Clube de Guaratuba, denominação esta que nunca foi alterada.
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No dia 7 de setembro em 1922, Guaratuba comemorava o centenário da independência do Brasil. Para comemorar os cem anos que o Brasil havia se tornado independente de Portugal com o grito da Independência de D. Pedro I, os professores Sr. Gratulino Apolônio de Freitas e Sr. Antônio de Souza Miranda, com o apoio do Prefeito Municipal Sr. João Pedro de Souza, demais autoridades e cidadãos, mandaram construir um marco no centro da Praça da vila.
O marco foi construído pelo pedreiro José Romualdo Leão Sounis, depois de medido a passos de um ao outro lado das ruas para conhecer o centro da praça.Este marco, de cerca de três metros e meio de altura, tinha no seu topo um mastro de ferro onde foi hasteado o Pavilhão Nacional, e nas suas paredes duas pedras de mármore gravavam os nomes das autoridades locais e demais pessoas representativas, bem como de personagens da vida política do país. No seu alicerce foram colocados jornais do Rio e do Estado, bem como moedas, e um litro de uma bebida.
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