segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Antes de receber a atual denominação, a via se chamava Boulevard Dois de Julho, onde predominava residências de alto padrão que existem até os dias de hoje. Após a morte do militar pernambucano radicado em Curitiba, João Gualberto Gomes de Sá Filho, na Guerra do Contestado, a via passou a ter a atual denominação. Avenida João Gualberto Antiga Boullevart II (Enviado por Jornal do Juvevê). A ilustração retrata a Avenida no Final do Século passado.

 Antes de receber a atual denominação, a via se chamava Boulevard Dois de Julho, onde predominava residências de alto padrão que existem até os dias de hoje.
Após a morte do militar pernambucano radicado em Curitiba, João Gualberto Gomes de Sá Filho, na Guerra do Contestado, a via passou a ter a atual denominação.
Avenida João Gualberto Antiga Boullevart II (Enviado por Jornal do Juvevê). A ilustração retrata a Avenida no Final do Século passado.


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Novena em homenagem à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser realizada na capital paranaense no ano de 1960, na Capela da Glória (Foto: Arquivo dos Missionários Redentoristas)

 Novena em homenagem à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser realizada na capital paranaense no ano de 1960, na Capela da Glória (Foto: Arquivo dos Missionários Redentoristas)


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Capela de Nossa Senhora da Glória, em imagem de 1900+ou- Fonte= Curitiba antiga

 Capela de Nossa Senhora da Glória, em imagem de 1900+ou-
Fonte= Curitiba antiga


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Um tumulto num botequim na Av. Marechal Floriano, Curitiba, na década de 1910, enquanto o bondinho puxado por mulas passava. (Foto: Arquivo Gazeta do Povo) Paulo Grani

 Um tumulto num botequim na Av. Marechal Floriano, Curitiba, na década de 1910, enquanto o bondinho puxado por mulas passava.
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)


Paulo Grani

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Histórica foto do Viaduto São João na estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, realizada pelo fotógrafo Marc Ferrez em 1884, mostra etapa final da montagem do viaduto. (Foto: Acervo IMS) Paulo Grani

 Histórica foto do Viaduto São João na estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, realizada pelo fotógrafo Marc Ferrez em 1884, mostra etapa final da montagem do viaduto.
(Foto: Acervo IMS)


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Antiga sede do Palácio do Governo do Paraná, Curitiba, na antiga rua da Liberdade, atual Barão do Rio Branco, década de 1910. (Foto: curitiba.pr.gov.br) Paulo Grani

 Antiga sede do Palácio do Governo do Paraná, Curitiba, na antiga rua da Liberdade, atual Barão do Rio Branco, década de 1910.
(Foto: curitiba.pr.gov.br)


Paulo Grani

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DA TORRE DA IGREJA DAS MERCÊS Av. Manoel Ribas, bairro das Mercês, Curitiba, década de 1950. Foto tirada do alto da torre da Igreja Nossa Senhora das Mercês, tendo ao fundo grande parte da Curitiba da época. (Foto: Arquivo Público do Paraná)

 DA TORRE DA IGREJA DAS MERCÊS
Av. Manoel Ribas, bairro das Mercês, Curitiba, década de 1950.


Foto tirada do alto da torre da Igreja Nossa Senhora das Mercês, tendo ao fundo grande parte da Curitiba da época.

(Foto: Arquivo Público do Paraná)

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HISTÓRIA DO CONJUNTO CARMELA DUTRA DE CURITIBA Foto de Domingos Foggiato, de 1948

 HISTÓRIA DO CONJUNTO CARMELA DUTRA DE CURITIBA
Foto de Domingos Foggiato, de 1948


Nenhuma descrição de foto disponível.Foto de Domingos Foggiato, de 1948, do Conjunto Habitacional Carmela Dutra no bairro Santa Quitéria, Curitiba.

Em 1946, foram vendidos 120 lotes da Prefeitura, no bairro Santa Quitéria, à Caixa Econômica Federal, para construção de casas populares.

Mader, prefeito municipal de Curitiba, facilitou a negociação daquela área de terras à Caixa Econômica Federal, assim como se comprometeu a pavimentar as vias de acesso ao citado bairro. Na imprensa essa parceria foi anunciada como uma importante realização na área de habitação de interesse social. “A Prefeitura de Curitiba enfrenta o problema da casa própria. Uma grande Vila Operária em Santa Quitéria com a colaboração da Caixa Econômica” (DIÁRIO DO PARANÁ, 15/06/1946).

O conjunto habitacional possuía 120 casas com quatro tipos diferentes de plantas, variando entre 50 m2 e 72 m2, e 14 tipos diferentes de fachadas. As casas eram de alvenaria com divisões internas de madeira, contando com sala, cozinha, banheiro, e dois ou três quartos.

As obras foram realizadas pelas empresas Gutierrez, Paula e Munhoz, Barbosa e Giglio e Iwersen, Pierre e Loyola, com início em 1947 e conclusão em 1948. A inauguração contou com a presença do presidente Eurico Gaspar Dutra, e em homenagem à sua esposa, o conjunto habitacional recebeu o nome de Carmela Dutra.

Na ocasião, a vila operária de Santa Quitéria foi a "maior obra construída pelas Caixas Econômicas em todo território nacional. Daí a importância de que se reveste a inauguração, que contará com a presença do Presidente da República”, registrou assim o jornal O Dia, de 09/12/1948.

(Foto: Curitiba.pr.gov.br)

Paulo Grani 

Estádio Couto Pereira 1947

 Estádio Couto Pereira 1947


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Rua Buenos Aires - Dezembro de 1939.

 Rua Buenos Aires - Dezembro de 1939.


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