quarta-feira, 2 de novembro de 2022

PARANAGUÁ E SUA HOMENAGEM POÉTICA AOS MORTOS

 PARANAGUÁ E SUA HOMENAGEM POÉTICA AOS MORTOS

O texto a seguir, numa linguagem poética, consta nos registros históricos de Paranaguá, apensos a um "rol nominal necrológico", das pessoas que faleceram na cidade entre o ano de 1755 a 1850, uma homenagem ímpar celebrando vida e morte de seus concidadãos:
" Eis, ó paranagüenses, a tábua necrológica de vossos falecidos maiores, desses nobres avoengos de cujos troncos descendeis; desses que já foram ceifados pela mão da cruenta morte e suas cinzas jazem espargidas no mesmo solo que as fez reproduzir.
É lei invariável da natureza que todo vivente, chegando ao ponto do seu ocaso, tem de voltar ao oriente do nascimento; verdade demonstrada naquelas palavras que a santa religião nos faz recordar nossa frágil existência: "Lembra-te que és pó; e que em pó te hás te voltar" - Pulvis es, et in pulverem reverteris". O que é o homem? Um meio ente, um ser estropeado, posto entre o nada e o túmulo. Desabrocha como a débil flor o orvalho matutino, mas apenas o astro do dia dardeja seus raios, murcha, definha e seca. É a sombra fugitiva que não permanece no mesmo estudo. É a água que corre sobre a terra para mais não voltar. Omnis morimur et quase aqua dilabimur, in terram quo non revertetur. Assim a implacável morte pisa com igual pé o majestoso palácio dos reis e a humilde cabana do pobre.
Nem honras, ou prazeres, nem o viço valente da mocidade, nem a beleza e a delicadeza do sexo, ou a força atlética do homem robusto podem alongar a sua existência sobre a terra, embotando o fio da foice que corta seus dias.
Ó homem! Ó cinza soberba, quais são os títulos de tua grandeza, da tua glória? Omnes morimur et quasi aqua dilabimur in terram quo non revertetur.
Se a virtude á capaz de encher o vazio que a fama deixa nas ações dos heróis do século, só a religião pode fixar a inconstância e a estabilidade da glória, da fortuna e do mundo. O homem sem virtudes, sem religião, é a imagem do vácuo, é um cadáver ambulante, pasto da podridão e dos vermes.
Embora a fortuna, ou o acaso o tenham feito nascer no meio da pompa e das grandezas, embora conte na longa série de seus antepassados nomes ilustres que primaram entre os seus semelhantes por títulos ou dignidades, se ele não se enobrece a si mesmo pela prática das virtudes, ainda quando as vicissitudes das coisas humanas o elevem ao cúmulo das grandezas e da glória, esta glória não é mais que um fantasma.
Suas grandezas são como as lembranças de um sonho que não torna a existir, é a espuma leviana que a tempestade dispersa. Para que o homem seja digno da estima de seus contemporâneos, para que mereça as bênçãos das gerações futuras, para que seu nome ocupe uma página na história, cheia de glória, é mister que a humanidade, justiça e benevolência, o patriotismo e a beneficência brilhem nele como homem, como cidadão, e de mais a mais que a religião, que o Cristianismo purifiquem estas virtudes, dêem-lhe este toque sublime que só podem afiançara verdadeira felicidade.
Tais, ó paranagüenses, são as virtudes patrióticas que devereis ter para que vossos nomes possam ficar gloriosos nos séculos futuros. ...".
Paulo Grani.

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Cortejo funerário puxado por cavalos, em 1913.

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Paramentos de funeral em 1913.

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Cemitério Municipal de Paranaguá.

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Túmulos antigos, cemitério municipal de Paranaguá.

terça-feira, 1 de novembro de 2022

postado no correio em 24/05/1904, remetido por Aristides para Leocadio, com o texto: "Batél - Ponto terminal da Linha de Bondes e Engenho Tibagy, 7 - 4 - 904".

 postado no correio em 24/05/1904, remetido por Aristides para Leocadio, com o texto: "Batél - Ponto terminal da Linha de Bondes e Engenho Tibagy, 7 - 4 - 904".

No canto esquerdo da foto, vê-se parte do bondinho puxado por mulas, que encontrava-se estacionado no ponto final da linha "Batél", hoje Avenida Batel.
Em 24/05/1880, as instalações do Engenho Tibagy foram visitadas pelo Imperador Dom Pedro II, a convite do seu proprietário, sr. Ildefonso Pereira Correia, o maior beneficiador de erva-mate do Paraná, motivo pelo qual era chamado "O Barão da Erva-mate".
Em 1881, Ildefonso Pereira Correia recebeu a comenda da Imperial Ordem da Rosa, em virtude de sua notável atuação pública, e em 1888 recebeu o título de "Barão de Serro Azul". Ainda em 1888, associado com Jesuíno Lopes, assumiu o controle da antiga Typographia Paranaense, fundada em 1853. Transformaram a tipografia na Impressora Paranaense, com o objetivo de melhorar a confecção das embalagens da erva-mate exportada.
Adquiriu posteriormente o controle acionário da Companhia Ferrocarril de Curitiba, lançou as bases do Banco Industrial e Mercantil, comprou o jornal Diário do Comércio e foi diretor da Sociedade Protetora de Ensino. Em 1º de julho de 1890, ajudou a fundar a Associação Comercial do Paraná, tornando-se seu primeiro presidente.
Alguns comparam-no à Mauá, pois, talvez, nenhum outro paranaense tenha produzido tanto na política ou na atividade empresarial quanto ele.
Com a covarde morte impingida ao barão, em 1894, o Engenho Tibagy passou à viúva Maria José Correia (a Baronesa) e, depois, à sua filha Yphigenia, que casou-se com Fido Fontana , filho de Francisco Fasce Fontana.
(Foto: Acervo Leocádio Cisneiros Correia)
Paulo Grani

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segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Praça Tiradentes em 1950

 Praça Tiradentes em 1950


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VAPOR CRUZEIRO, O PRIMEIRO A SINGRAR O IGUAÇU

 VAPOR CRUZEIRO, O PRIMEIRO A SINGRAR O IGUAÇU

O primeiro vapor a navegar comercialmente pelo rio Iguaçu foi o "Vapor Cruzeiro" e era de propriedade do coronel Amazonas de Araújo Marcondes.
O vapor foi montado pela empresa A.G. Mattos & Cia. Ltda., medindo 17,60 metros de comprimento, 5,80 metros de largura e um calado de pouco menos de 0,50 metro. Era movido por duas rodas laterais com potência de dezoito cavalos-vapor.
O maquinismo datava de 1878 e fora comprado em 1882 no Rio de Janeiro. Sua capacidade de carga era de 800 arrôbas ou 12 toneladas e costumava rebocar uma grande lancha e cinco canoas, navegando 12 milhas por hora.
Chegou pelo Porto de Antonina, por mar, onde foi desmontado e subiu a Serra do Mar pela Estrada da Graciosa em onze carroções puxados por bois, sendo rebitado novamente às margens do Iguaçu; o próprio Cel. Amazonas permaneceu no Arsenal da Marinha no Rio de Janeiro aprendendo a técnica da rebitagem.
Com uma tripulação de cinco homens, gastava 66 metros cúbicos de lenha para a viagem de ida e volta entre Porto Amazonas e Porto da União. Tinha duas rodas laterais e a parte central abrigava o motor.
O Coronel Amazonas de Araújo Marcondes era filho de Francisco Inácio de Araújo Pimpão e de d. Maria Josefa de França. Seus estudos foram realizados em sua cidade natal Palmas, Castro e Palmeira. Em sua mocidade, alistou-se no exército como voluntário na Guerra do Paraguai e retornou do conflito, como sargento.
Seu pai era proprietário da fazenda "Cruzeiro", uma vasta propriedade em Palmas, que criava gado e cavalos, e como a distância entre a fazenda e a capital da provincia era grande, ocasionava a morosidade do reabastecimento de itens básicos para o negócio. Neste sentido, Amazonas viu uma oportunidade comercial e ajudar o seu pai em relação ao abastecimento e assim conseguiu em 1879 uma autorização imperial para explorar a navegação. No mesmo ano estabeleceu-se na margem esquerda do Rio Iguaçu, na região da atual cidade de União da Vitória, pois sua autorização permitia-lhe a exploração deste ponto até o porto de Caiacanga.
Inicialmente trabalhou com jangadas e canoas e em 1882 lançou sua primeira embarcação a vapor; o "Cruzeiro", em homenagem à fazenda do seu pai. Logo em seguida colocou na linha os vapores “Visconde de Guarapuava” e “Brasil”.
Com os serviços realizados em sua empresa de transporte fluvial, desenvolveu várias regiões à beira do Rio Iguaçu, bem como, o comércio e a indústria ervateira, e hoje é considerado o patriarca e fundador da cidade de Porto União da Vitória, desmembrada, anos depois, em União da Vitória e Porto União, e fundador da cidade de Porto Amazonas (antigo porto de Caiacanga) e que possui este nome em homenagem ao coronel.
(Fonte Prefeitura de Porto Amazonas/wikipedia / Foto: PMPA)
Paulo Grani.

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CONHECENDO MELHOR O ANTIGO S.A.P.S.

 CONHECENDO MELHOR O ANTIGO S.A.P.S.

Em Curitiba, os mais velhos, lembram-se dos diversos armazéns que foram criados pelo SAPS - Serviço de Alimentação da Previdência Social, abertos no centro da cidade e adjacências, onde eram vendidos alimentos e outros gêneros de primeira necessidade para os trabalhadores em geral, cujos preços praticados eram quase os mesmos dos fornecedores.
Entre outros, os armazéns do SAPS que ficaram na memória foram: o da Av. Visconde do Rio Branco, próximo da Júlia da Costa; o da Rua Bento Viana esquina com a Sete de setembro; o da Av. Manoel Ribas, em frente à Sociedade das Mercês; o do Batel; o da Rua Manoel Eufrásio, quase esquina com Nicolau Maeder; o da Rua Pedro Ivo e o da Rua Major França Gomes.
O SAPS foi uma instituição pioneira, que desenvolveu programas de assistência alimentar aos trabalhadores e seus familiares através de postos de subsistência e restaurantes populares, bem como pela prática de atividades de propaganda e educação alimentar junto à comunidade.
O SAPS tratava-se de uma central de abastecimento, criada em 1940 pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. O modelo padrão de armazém se estendia em rede nacional, vendendo alimentos bem mais em conta à população, quase nos moldes do sortimento das cestas básicas de nossos dias. Nos grandes centros, mais completo em seus serviços, o mesmo SAPS funcionou, inclusive, com instalações equipadas de restaurantes, salas de leitura, bibliotecas e até de uma agência central de empregos, algo perto dos traços do Sistema Nacional de Empregos (Sine) de agora.
O SAPS tinha a cooperação dos institutos e caixas de aposentadoria e pensões. Pretendia promover a instalação e o funcionamento nas grandes empresas de restaurantes destinados aos trabalhadores, fornecer refeições nas empresas menores e providenciar a venda de alimentos a preço reduzido aos trabalhadores e suas famílias. Sua missão incluía também a organização de uma rede de restaurantes populares nas principais cidades do país. O SAPS funcionou até 1967, quando foi substituído pela Cobal, uma forma sutil de apagar da memória do povo bons programas desenvolvidos por governos do passado.
O programa previa ações em quatro setores: a assistência alimentar, a educação alimentar, a pesquiza científica no campo da nutrição e a formação de técnicos em alimentação. Na maioria das cidades, o programa ficou apenas na "assistência alimentar".
A assistência alimentar ocorria, em geral, por meio dos Postos de Subsistência (PS) e dos Restaurantes Populares (RP). Nos PS, eram vendidos no varejo e a preço baixo gêneros alimentícios de primeira necessidade. Nos RP, disponibilizavam-se refeições a preços baixos, cujo cardápio era elaborado a partir dos princípios do nutricionismo, a “moderna ciência da nutrição” que começava a ser praticada no país.
O trabalho educativo pretendido pelo SAPS acontecia também no âmbito dos RP, diretamente com os trabalhadores nos restaurantes e através do serviço de visitação alimentar.
Entre seus objetivos, o programa pretendia dar educação alimentar à população, que ocorria pela observação dos cardápios que eram constituídos pelos alimentos mais adequados por seus valores nutricionais: grãos, carnes, leite, frutas, verduras e sucos ou, paralelamente, pelo ensinamento dos preceitos da alimentação através de cartazes fixados nos restaurantes; impressos de leitura, cartilhas e boletins; palestras sobre a correta nutrição e valor dos alimentos, transmitidas durante o período das refeições por filmes e/ou peças de teatro sobre o assunto.
Buscando alimentar mente e espírito dos trabalhadores, cada RP possuía uma biblioteca, dotada de um vasto e diverso acervo de livros, que poderiam ser lidos na sala de leitura ou tomados de empréstimo para leitura em casa.
No campo técnico-científico, a Instituição SAPS mantinha laboratórios e biotérios onde os técnicos em alimentação (médicos, lotados no SAPS), desenvolviam diversas pesquisas sobre alimentos brasileiros, tanto na avaliação do teor vitamínico como no aumento da sua produção, utilização e conservação, que posteriormente eram publicadas no suplemento científico dos Boletins informativos do Programa.
Possuía ainda uma primeira cozinha escola, onde eram ministradas as aulas práticas para os diversos cursos criados, localizada no restaurante central do SAPS, sito à Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro, cujo local tornou-se ponto de multiplicação do programa, recebendo diariamente alunos do Brasil inteiro, além de personalidades ilustres da política e da ciência, assim como estudiosos dos problemas sociais e assistenciais para constatarem in loco a execução dessa obra.
(Fotos: internet)
Paulo Grani.

Pode ser uma imagem de 5 pessoas e pessoas em péInterior de um dos armazéns do SAPS em Curitiba, com longa fila de espera no caixa para fechamento das compras. Era um tempo em que grande parte dos produtos eram servidos à granel e os compradores tinham que levar de casa suas sacolas ou carrinhos para acondicionamento.

VAPOR VISCONDE DE GUARAPUAVA

 VAPOR VISCONDE DE GUARAPUAVA

Nessa histórica foto vemos a viagem inaugural do Vapor Visconde de Guarapuava, ocorrida em 1889, partindo de União da Vitória ricamente decorado e tendo muitos convidados a bordo em clima festivo.
O vapor montado em União da Vitória, foi a segunda embarcação motorizada a singrar as águas do rio Iguaçu, sendo seu proprietário o coronel Amazonas de Araújo Marcondes.
Essa embarcação possuía fundo chato e proa arqueada, e era movida por uma máquina de dois cilindros que permitia uma marcha contínua, acionando duas rodas laterais. Em 1894, foi vendida para Arthur de Paula Souza.
A navegação a vapor no Rio Iguaçu teve início em 1882. Esses barcos movidos com maquinário a vapor, ficaram conhecidos por “vapores”. A partir desta data, foram algumas décadas de muitas viagens deles pelo rio Iguaçu, assim poeticamente descrito por Alvir Riesemberg:
“Por 55 léguas, de Porto Amazonas à União da Vitória, o rio rola pela paisagem ampla, espreguiçando-se em longos ‘direitos’, enleando-se em curvas grandes, sereno e belo”.
O primeiro vapor lançado no Rio Iguaçu foi o “Cruzeiro”, depois o “Visconde de Guarapuava”. Mais tarde vieram outros: Vitória, Curitiba, Rio Negro, São Carlos, Tupi, Iguaçu, o Pery e muitos outros que viajaram nessas águas e de outros rios próximos, no percurso navegável.
(Foto: IHGPr)
Paulo Grani

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domingo, 30 de outubro de 2022

Pedro Viriato Parigot de Souza (Curitiba, 26 de fevereiro de 1916 — 11 de julho de 1973)

 Pedro Viriato Parigot de Souza (Curitiba26 de fevereiro de 1916 — 11 de julho de  1973)


Pedro Viriato Parigot de Souza
50.º Governador do Paraná
Período 23 de novembro de 1971
até 11 de julho de 1973
Antecessor(a)Haroldo Leon Peres
Sucessor(a)João Mansur
Presidente da Copel
Período10 de fevereiro de 1961
até 2 de junho de 1970
Dados pessoais
Nascimento26 de fevereiro de 1916
CuritibaParaná
Morte11 de julho de 1973 (57 anos)
CuritibaParaná
Nacionalidadebrasileiro(a)
ProgenitoresMãe: Aline Cordeiro Parigot de Souza
Pai: Luiz Parigot de Souza
PartidoARENA
Profissãoengenheiro civil

Pedro Viriato Parigot de Souza (Curitiba26 de fevereiro de 1916 — 11 de julho de 1973) foi um engenheiro civil e político brasileiro.[1][2]

Biografia

Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Paraná, com especialização em engenharia hidráulica, lecionou hidráulica e hidrologia na Universidade Federal do Paraná. Fundou o Centro de Estudos Hidráulicos do Paraná (CEHPAR), posteriormente denominado Centro de Estudos Hidráulicos Parigot de Souza. Sua vida profissional desenvolveu-se, sobretudo, em projetos e estudos de usinas hidrelétricas no laboratório de hidráulica do CEHPAR. Autor de diversos livros sobre o assunto, dirigiu a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) de 10 de fevereiro de 1961 a 2 de junho de 1970, período em que prosseguiu na carreira de docente e pesquisador.[2]

Elegeu-se vice-governador do estado do Paraná em 1971, por via indireta. No mesmo ano, o governador Haroldo Leon Peres foi acusado de corrupção e renunciou, ocasião em que assumiu o governo do estado.

Durante sua gestão, já acometido pelo câncer, licenciou-se várias vezes para tratamento, vindo a falecer no exercício do cargo, quando foi substituído por João Mansur, presidente da Assembléia Legislativa. Em conformidade com a Emenda Constitucional nº 2, de 1972, um novo governador foi escolhido pelo legislativo estadual.

Referências

  1.  Pedro Viriato Parigot de Souza casa Civil Governo do Paraná
  2. ↑ Ir para:a b «Galeria de Presidentes da Copel». Companhia Paranaense de Energia - Copel. Consultado em 27 de dezembro de 2021