PARANAGUÁ E SUA HOMENAGEM POÉTICA AOS MORTOS




fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado






Interior de um dos armazéns do SAPS em Curitiba, com longa fila de espera no caixa para fechamento das compras. Era um tempo em que grande parte dos produtos eram servidos à granel e os compradores tinham que levar de casa suas sacolas ou carrinhos para acondicionamento.
| Pedro Viriato Parigot de Souza | |
|---|---|
| 50.º Governador do Paraná | |
| Período |
23 de novembro de 1971 até 11 de julho de 1973 |
| Antecessor(a) | Haroldo Leon Peres |
| Sucessor(a) | João Mansur |
| Presidente da Copel | |
| Período | 10 de fevereiro de 1961 até 2 de junho de 1970 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 26 de fevereiro de 1916 Curitiba, Paraná |
| Morte | 11 de julho de 1973 (57 anos) Curitiba, Paraná |
| Nacionalidade | brasileiro(a) |
| Progenitores | Mãe: Aline Cordeiro Parigot de Souza Pai: Luiz Parigot de Souza |
| Partido | ARENA |
| Profissão | engenheiro civil |
Pedro Viriato Parigot de Souza (Curitiba, 26 de fevereiro de 1916 — 11 de julho de 1973) foi um engenheiro civil e político brasileiro.[1][2]
Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Paraná, com especialização em engenharia hidráulica, lecionou hidráulica e hidrologia na Universidade Federal do Paraná. Fundou o Centro de Estudos Hidráulicos do Paraná (CEHPAR), posteriormente denominado Centro de Estudos Hidráulicos Parigot de Souza. Sua vida profissional desenvolveu-se, sobretudo, em projetos e estudos de usinas hidrelétricas no laboratório de hidráulica do CEHPAR. Autor de diversos livros sobre o assunto, dirigiu a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) de 10 de fevereiro de 1961 a 2 de junho de 1970, período em que prosseguiu na carreira de docente e pesquisador.[2]
Elegeu-se vice-governador do estado do Paraná em 1971, por via indireta. No mesmo ano, o governador Haroldo Leon Peres foi acusado de corrupção e renunciou, ocasião em que assumiu o governo do estado.
Durante sua gestão, já acometido pelo câncer, licenciou-se várias vezes para tratamento, vindo a falecer no exercício do cargo, quando foi substituído por João Mansur, presidente da Assembléia Legislativa. Em conformidade com a Emenda Constitucional nº 2, de 1972, um novo governador foi escolhido pelo legislativo estadual.