terça-feira, 9 de setembro de 2025

Centro Politécnico – Jardim das Américas: Onde Curitiba Escreveu o Futuro com Concreto e Sonhos (Década de 1970)

 Centro Politécnico – Jardim das Américas: Onde Curitiba Escreveu o Futuro com Concreto e Sonhos (Década de 1970)


🏗️ Centro Politécnico – Jardim das Américas: Onde Curitiba Escreveu o Futuro com Concreto e Sonhos (Década de 1970) 🌿

Há lugares que não nascem prontos. Nascem como promessas. E o Centro Politécnico da UFPR , no Jardim das Américas , foi exatamente isso: uma promessa escrita em concreto, vidro e coragem — e cumprida com excelência.

Esta imagem aérea, capturada na década de 1970 , é mais que um registro — é um retrato do começo de tudo . Onde hoje há corredores cheios de estudantes, laboratórios vibrantes e ideias que viram inovação, havia, então, terra aberta, esqueletos de prédios e o zumbido das máquinas — e, acima de tudo, uma cidade decidida a crescer com inteligência .

Localizado num bairro que ainda se desenenhava no mapa, o Centro Politécnico foi uma apósta visionária. Curitiba não estava apenas construindo salas de aula — estava construindo o futuro do Paraná . Um espaço dedicado às engenharias, às ciências exatas, à arquitetura, à computação — áreas que moldariam a economia, a infraestrutura e a identidade tecnológica da região.

Na foto, os primeiros blocos surgem com linhas limpas, traçado racional, inspiração modernista. Poucas árvores. Poucas pessoas. Mas muita intenção . Cada tijolo erguido era um voto de confiança na juventude. Cada estrutura, um convite: "Venha estudar. Venha criar. Venha transformar."

A UFPR, já centenária, expandia-se com ousadia. O Centro Politécnico não era só um novo campus — era um novo ritmo . Nele, jovens de todas as origens viriam aprender a projetar pontes, cidades, softwares, soluções. Viriam se tornaria os protagonistas do Paraná moderno — e do Brasil que ainda estava por vir.

E o que mais emociona nessa imagem? Não é o que já foi feito — é o que foi por vir. É o vazio que virou sala de aula. É o canto de obras que virou lugar de descoberta. É o chão de terra que virou chão de conquista.



Hoje, décadas depois, o Centro Politécnico é um dos maiores polos de inovação do Sul do Brasil. Mas quando olhamos para essa foto, entendemos: grandeza não se herda — se construída. Com visão. Com educação. Com fé no amanhã.

🧠 Obrigado, Centro Politécnico, por ter sido — e continuar sendo — o lugar onde Curitiba decidiu que o conhecimento seria seu maior investimento. Onde o futuro não foi esperado… foi projetado, erguido e vívido.

#CentroPolitecnicoUFPR #JardimDasAmericas #CuritibaHistorica #Anos70 #EducacaoQueTransforma #UniversidadeFederalDoParana #CampusDoFuturo #ArquiteturaModerna #CienciaNoParana #EngenhariaBrasileira #InovacaoEmAcao #FormacaoDeProfissionais #CidadeInteligente #SonhoEmConstrucao #PatrimonioAcademico #LugaresQueFazemHistoria #MemoriaDaUFPR #CidadeQueApostaNoFuturo #RetroEducacao #AcervoHistorico #VistaAereaDosAnos70 #CulturaDaInovacao #CentroPolitecnicoParaSempre #FuturoSeConstroi #HistoriaDaEducacao #CuritibaComVisao #UniversidadeEmExpansao #ConhecimentoEmMovimento #CampusQueInspirouGeracoes


Rua Chile, 1946: Um Trecho de Terra que Virou História

 Rua Chile, 1946: Um Trecho de Terra que Virou História


Há ruas que não se medem em metros — mas em memórias. E a Rua Chile , em 1946 , é uma delas.

Esta imagem, registrada pelo olhar atento de Arthur Wischral — do precioso acervo de Paulo José da Costa — nos transporte para um Curitiba em transformação. Um tempo em que as máquinas ainda não roncavam alto, e o progresso era feito com enxadas, braços firmes e pés firmes na terra.

O trecho retratado fica entre a Avenida Marechal Floriano Peixoto e a Avenida Desembargador Westphalen — hoje, um corredor urbano movimentado. Mas em 1946? Era um caminho de terra batida , sulcado por rodas de carroças, pegadas de homens e cascos de cavalos.

Na foto, homens trabalham sob o sol — escavando, nivelando, preparando o solo. Uma carroça puxada por um cavalo avançado com calma, como se o tempo também andasse a passo lento. Ao fundo, casas modestas, telhados inclinados, cercas de madeira e palmeiras altas — traços de uma cidade que cresceu sem pressa, mas com propósito.

Não havia asfalto, nem semáforos, nem buzinas. Havia vida . Havia comunidade . Havia o esforço silencioso de quem construiu, com as próprias mãos, os alicerces do futuro.


A Rua Chile, anos depois, se tornaria uma das vias pavimentadas do centro — símbolo do desenvolvimento de Curitiba nos anos pós-guerra. Mas nesta foto, ela é muito mais que uma rua: É um retrato do começo. Faça um esforço. Da paciência. Da esperança.

Se você passar por ali hoje, pare um instante. Feche os olhos. Imagine o barulho das pás, o cheiro da terra molhada, o som dos cascos no chão. E lembre-se: tudo o que hoje é concreto, um dia foi sonho — e trabalho.


🏗️ Obrigado, Rua Chile, por guardar em suas curvas a memória de quem foi retirado Curitiba com suor, fé e determinação. Você não é só uma via — é um capítulo vivo da nossa história.

#RuaChile #CuritibaHistorica #ArthurWischral #FotografiasAntigas #Curitiba1946 #HistóriaDeCuritiba #AcervoPauloJoseDaCosta #CidadeEmConstrução #RuaChile1946 #TrechoEntreFlorianoPeixotoEWestphalen #InfraestruturaAntiga #CaminhosDoPassado #CuritibaDosAnos40 #ArquiteturaDeRaiz #VidaNoPassado #PatrimonioVisual #LugaresQueContamHistorias #DesenvolvimentoUrbano #TrabalhoHumano #EsforçoColetivo #MemoriaViva #CuritibaEmPretoEBranco #HerancaHistorica #PontoDeReferencia #CulturaParanaense #HistoriaQuePermanece #RuaQueVirouSimbolo #CuritibaQueNinguemEsquece