segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Sigiriya: A Fortaleza no Céu que Nasceu de Sangue, Poder e Beleza

 

Sigiriya, o vulcão que se tornou um palácio




Fotografia Via

Sigiriya é um sítio arqueológico que consiste em uma antiga fortaleza rochosa e as ruínas de um castelo, e está localizado no distrito de Matale, na província central, no Sri Lanka. 



Fotografia por whl.travel

Ao nos aproximarmos da rocha, logo identificaremos sua imponente silhueta, que se eleva estranhamente na planície com cerca de 370 metros de altura. 



Fotografia por Luca - "Bluesky"

A formação, tão caprichosa no meio da planície, é o resultado de uma erupção de magma endurecido erodido por milhares de anos. 



Fotografia por Bernard Gagnon

Ele contém as ruínas de um antigo complexo palaciano, construído durante o reinado do rei Kasyapa (477-495). É um dos destinos turísticos mais populares do país. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1982. 



Fotografia por rahuldlucca

O sítio arqueológico está localizado no distrito de Matale, no Sri Lanka, e é considerado uma das oito maravilhas da antiguidade. A rocha de Sirigiya, foi transformada pela visão e pelas ordens do rei, no epicentro onde colocar um palácio que soube aproveitar as formas e materiais disponíveis graças à natureza. 



Fotografia de Sanjaya Prasad

Diz a lenda que o rei Kasyapa, filho do rei Dhatusena e um consorte, assassinou seu pai, vivendo-o vivo, e depois usurpou o trono que por direito pertencia a seu irmão Mogallana, mais jovem, mas herdeiro real de Dhatusena e a verdadeira rainha. 
Mogallana fugiu para a Índia para escapar das tentativas de assassinato de seu irmão, jurando vingança. 

Sabendo do inevitável retorno de Mogallana, Kasyapa construiu um palácio no cume de Sigiriya (mais de 200 m). Como uma fortaleza palaciana, mas tanto tempo passou quanto Mogallana não deu sinal de vida, Kasyapa estava melhorando seu palácio e instalações militares e Ele construiu templos, jardins aquáticos, quartos confortáveis ​​e quartos eróticos que cativariam a imaginação de poetas e visitantes.



Enquanto isso, em Mogallana na Índia ele levantou um exército com a intenção de retornar e retomar o trono de direito, levou 18 anos, Mogallana finalmente chegou e declarou guerra ao seu irmão. 

Durante a batalha, os exércitos de Kasyapa o abandonaram e ele se suicidou ao cair em sua espada. Mogallana mudou a capital para Anuradhapura, tornando-se o novo rei do Sri Lanka, embora sim, graças a um exército indiano. 

Fontes 

http://es.wikipedia.org/wiki/Sigiriya 


http://tectonicablog.com/?p=11377 


http://101lugaresincreibles.com/2011/01/sigiriya-el-volcn-que-se-convirti- in-palace.html


Sigiriya: A Fortaleza no Céu que Nasceu de Sangue, Poder e Beleza

No coração do Sri Lanka, erguendo-se como um gigante solitário na planície verdejante do distrito de Matale, está Sigiriya — uma rocha monumental de 370 metros de altura, esculpida pelo tempo, pela geologia… e pela ambição humana. Mais do que um sítio arqueológico, Sigiriya é uma obra-prima da engenhosidade antiga, onde natureza, arquitetura e tragédia real se fundem em uma história digna dos maiores épicos.

Formada há milhões de anos por magma endurecido que resistiu à erosão enquanto a terra ao redor desaparecia, a rocha de Sigiriya parece um capricho geológico — mas foi nas mãos do rei Kasyapa (477–495 d.C.) que ela se transformou em lenda.

Temeroso da vingança de seu irmão Mogallana, o legítimo herdeiro do trono que fugira para a Índia após Kasyapa assassinar seu próprio pai — o rei Dhatusena, enterrado vivo —, o usurpador decidiu construir não apenas uma fortaleza, mas um palácio no céu. No cume de Sigiriya, a mais de 200 metros de altura, ergueu um complexo palaciano tão visionário quanto luxuoso: jardins aquáticos simétricos, quartos decorados com frescos sensuais, espelhos d’água que refletiam o céu e até salas íntimas cuja decoração despertaria a imaginação de poetas por séculos.

Mas Sigiriya não era só luxo — era defesa. Com muros inexpugnáveis, portões estratégicos e sistema de irrigação avançado, a fortaleza parecia inabalável. Durante 18 anos, Kasyapa viveu como um deus nas alturas… até que o destino bateu à sua porta.

Mogallana retornou com um exército treinado na Índia e declarou guerra. Na batalha final, os soldados de Kasyapa o traíram. Diante da derrota iminente, o rei, em um último ato de orgulho, empunhou sua própria espada e se matou, recusando-se a ser capturado. Mogallana recuperou o trono e mudou a capital de volta para Anuradhapura, abandonando Sigiriya — que, com o tempo, se tornou mosteiro budista e, depois, mistério esquecido… até ser redescoberto pelo mundo moderno.

Hoje, Sigiriya é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1982 e considerada uma das oito maravilhas da antiguidade. Seus frescos das “Donas de Sigiriya” — 21 figuras femininas flutuando entre nuvens, pintadas na encosta da rocha — são um dos tesouros artísticos mais enigmáticos da Ásia antiga. Já os jardins em terraço, com canais, ilhas e fontes, revelam um domínio extraordinário da hidrologia e do paisagismo no século V.

Subir Sigiriya é como escalar a espinha dorsal de um mito. A caminhada revela leões de pedra (só resta a imponente base da pata, daí o nome “Rocha do Leão”), espelhos antigos, túneis secretos e, no topo, uma vista de tirar o fôlego: quilômetros de floresta, lagos e planícies se estendem sob seus pés, como se o mundo inteiro estivesse aos seus pés — exatamente como Kasyapa um dia imaginou.


Sigiriya não é apenas um lugar para visitar. É um portal.
Um portal para um tempo em que reis construíram palácios nas nuvens, onde a vingança era jurada em templos e a beleza era pintada nas paredes da eternidade.

Fotografias que capturam sua grandiosidade: cortesia de whl.travel, Luca “Bluesky”, Bernard Gagnon, rahuldlucca e Sanjaya Prasad.


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Cinque Terre: Cinco Joias Coloridas à Beira do Mar da Ligúria

 

Cinque Terre-Italy




Cinque Terre (em espanhol, "Cinco Terras") é chamado de uma parte do litoral formado por cinco aldeias da Província de La Spezia, banhadas pelo Mar da Ligúria na Ligúria (Itália). 



Fotografia por pizzodisevo

Cinque Terre cobre desde Punta Mesco até Punta di Montenero, e inclui as aldeias de: 

Monterosso

É a cidade mais ocidental das Cinco Terras. Rodeado por colinas esculpidas em vinhas e oliveiras, o Monterosso oferece belas enseadas com águas cristalinas e recifes. 

No século 16 Monterosso foi cercado por treze torres, das quais apenas a rotunda permanece no castelo, a torre medieval, hoje a torre do sino da igreja de San Giovanni e da torre Aurora. 


Vernazza

Fundada há mil anos por escravos libertos, Vernazza leva o nome da família dos libertos que se instalaram lá. Ele mantém belos elementos arquitetônicos, como pousadas, arcadas e portais. A cidade velha, nobre e elegante, se desenvolve ao longo do córrego Vernazzola, agora coberto, enrolando-se nas encostas de um esporão rochoso. 

Vernazza é pontilhada com construções defensivas, casas de torre, o Torreón e o Castelo de Doria, um símbolo da importância econômica que a cidade teve nos tempos antigos e que a protegeu contra as invasões sarracenas e bárbaras. 

Corniglia

Suas origens remontam à Roma Antiga e levam o nome, assim como Vernazza, de uma família (Gens Cornelia) que na época possuía o lugar.
Ele está localizado no topo de um promontório rochoso a cerca de cem metros de altura acima do mar, e do qual ele pode admirar as outras quatro aldeias das Cinco Terras. 
Para chegar lá, você precisa subir a "Lardarina", uma longa escadaria de tijolos com 33 seções e 377 degraus. 

Manarola

Suas origens também datam do período romano e seu nome vem de "Manium Arula", que significa Templo dos Manes, os deuses romanos da casa. 

É um pouco mais oculto na costa, elevado em escarpas escuras e com o porto fechado entre duas esporas de rocha e coroado pelos terraços naturais típicos cheios de casas coloridas. 

Manarola é a mais quieta das cinco aldeias, talvez porque mais tarde foi descoberto pelo turismo de 

Riomaggiore

Localizada no vale do ribeiro Rivus Maior, agora coberto, está estruturada para aterros. 
A cidade remonta à tradição no século VIII, fundada por um grupo de fugitivos gregos fugindo da perseguição iconoclasta de Leone III, o isauric. 
As casas, pintadas com as cores típicas da Ligúria, seguem o esquema das casas da torre, desenvolvidas em altura em três ou quatro andares. 

Aqui você tem fotos de todas elas 



Fotografia por WanderingtheWorld

Eles foram declarados Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1997 e dois anos depois foi estabelecido o Parque Nacional Cinque Terre que continha as cinco aldeias: Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore. 



Fotografia pela fotografia de Anroir



pertoScott Ingram Fotografia




Fotografia por Julia Wahl




Fotografia por Robert Crum



Fotografia por valter venturelli




Fotografia por nyluke

Todos eles são lindos ...

Fonte e Via


Cinque Terre: Cinco Joias Coloridas à Beira do Mar da Ligúria

Imaginado como um cenário de conto de fadas pintado à mão por um artista romântico, Cinque Terre — que em italiano significa “Cinco Terras” (e não em espanhol, como às vezes se confunde!) — é um trecho mágico do litoral da Ligúria, no noroeste da Itália. Situado na Província de La Spezia e banhado pelo cristalino Mar da Ligúria, este pedaço de paraíso é formado por cinco aldeias encantadoras, cada uma com sua personalidade única, mas todas unidas pela mesma beleza deslumbrante, história ancestral e cores vibrantes que dançam contra o azul do mar.

Estendendo-se do Punta Mesco até o Punta di Montenero, Cinque Terre abriga cinco vilarejos que parecem esculpidos nas falésias: Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore. Em 1997, a UNESCO reconheceu esse território como Patrimônio Mundial da Humanidade, e em 1999 nasceu o Parque Nacional das Cinque Terre, um compromisso com a preservação ambiental, cultural e paisagística dessa joia italiana.

Monterosso al Mare – A Praia e a História

A mais ocidental das cinco, Monterosso é a única com uma verdadeira praia de areia — perfeita para quem busca sol, mar e relaxamento. Cercada por colinas moldadas por vinhedos e oliveiras em terraços, a vila combina natureza exuberante com vestígios medievais. No século XVI, era protegida por treze torres defensivas; hoje, restam apenas algumas, como a Torre Aurora e a torre do sino da igreja de San Giovanni, antigamente parte de um castelo. Aqui, o passado e o presente se abraçam sob o sol da Ligúria.

Vernazza – A Joia Nobre

Fundada há mais de mil anos por escravos libertos — cujo nome de família inspirou o da vila —, Vernazza é talvez a mais elegante das Cinque Terre. Sua arquitetura é um poema em pedra: arcadas, pousadas históricas, portais ornamentados e vielas estreitas que sobem pelas encostas. No alto, o Castelo Doria, erguido para repelir invasões sarracenas, ainda vigia o mar como um guardião silencioso. Vernazza se desenvolve ao redor do antigo leito do córrego Vernazzola, hoje coberto, mas presente em cada curva do seu charme.

Corniglia – A Vila no Céu

Diferente das demais, Corniglia não toca o mar diretamente. Ela repousa majestosamente no topo de um promontório rochoso, a cerca de 100 metros acima do nível do mar, oferecendo uma vista panorâmica de tirar o fôlego das outras quatro aldeias. Para alcançá-la, é preciso subir a famosa “Lardarina” — uma escadaria de 377 degraus divididos em 33 lances. Dizem que o esforço é recompensado com a paz de uma vila mais tranquila, com raízes que remontam à Roma Antiga e ao nome da nobre Gens Cornelia.

Manarola – O Retiro Colorido

Com origens também no período romano — seu nome vem de “Manium Arula”, ou “altar dos Manes”, divindades domésticas —, Manarola é a mais reservada e introspectiva das cinco. Suas casas coloridas se agarram a escarpas escuras, e seu minúsculo porto está abraçado por duas esporas rochosas. Menos turística (embora cada vez mais famosa!), Manarola é perfeita para quem busca romantismo, silêncio e o clássico pôr do sol refletido nas fachadas em tons de pêssego, amarelo e rosa.

Riomaggiore – O Berço Grego

A mais oriental das aldeias, Riomaggiore, nasce no vale do antigo ribeiro Rivus Maior (daí seu nome). Segundo a lenda, foi fundada no século VIII por refugiados gregos fugindo da perseguição iconoclasta do imperador Leão III, o Isáurico. Suas casas típicas da Ligúria, pintadas em cores vivas, se erguem como torres estreitas de três ou quatro andares, seguindo a tradição arquitetônica local. É o ponto de partida da famosa Via dell’Amore, aquele trecho romântico de trilha que conecta Riomaggiore a Manarola (atualmente em reforma, mas sempre no coração dos apaixonados).


Entre vinhedos em socalcos, caminhos de peregrinação, sabores do pesto genovês e o brilho constante do mar Mediterrâneo, Cinque Terre é mais que um destino: é uma experiência sensorial completa. Cada aldeia conta uma história, cada esquina revela um novo encanto, e cada mirante oferece uma paisagem que parece tirada de um sonho.

Se a Itália é a bota que chuta o mar, Cinque Terre é a renda bordada em sua canela — delicada, colorida e eternamente inspiradora. 🇮🇹💙

Fotografias que capturam essa magia: cortesia de pizzodisevo e WanderingtheWorld.


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