sexta-feira, 8 de julho de 2022

Magnífica aquarela retratando a ocupação de Paranaguá pelos federalistas, ocorrida em 14/01/1894.

 

 Magnífica aquarela retratando a ocupação de Paranaguá pelos federalistas, ocorrida em 14/01/1894.

Magnífica aquarela retratando a ocupação de Paranaguá pelos federalistas, ocorrida em 14/01/1894. No trecho da Rua XV de Novembro, adjacente à Praça Xavantes, soldados federalistas escoltam uma carroça com corpos de parnanguaras fuzilados, enquanto uma composição férrea com uma máquina a vapor, puxando um bondinho e um vagão de carga passam ao lado, tentando manter a normalidade da pacata cidade.
Paulo Grani.

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quinta-feira, 7 de julho de 2022

Praça da República( Rui Barbosa ), na primeira década de 1900 Com vista para o Hospital de Misericórdia e a Igreja Bom Jesus

 Praça da República( Rui Barbosa ), na primeira década de 1900
Com vista para o Hospital de Misericórdia e a Igreja Bom Jesus


Pode ser uma imagem de monumento, ao ar livre e texto que diz "Hospital de Misericordia e Igreja Bom Jesus. Praça da Republica Curityba Paraná."

Região do Prado Velho, em 1957

 Região do Prado Velho, em 1957


Pode ser uma imagem de ao ar livre

MEDALHA PARANAENSE COMEMORATIVA DA REVOLUÇÃO DE 1930

 MEDALHA PARANAENSE COMEMORATIVA DA REVOLUÇÃO DE 1930

MEDALHA PARANAENSE COMEMORATIVA DA REVOLUÇÃO DE 1930
Em seu anverso lê-se: "O 5 de outubro diz ao Paraná que o sangue é espírito" e, no seu reverso, "O Paraná é o front da liberdade onde o exército e povo confraternizaram na luz o mesmo sonho - 1930".
A revolução de 1930, no Paraná:
No dia 14 de julho de 1930, Plínio Tourinho recebeu, através do capitão Djalma Dutra, as primeiras credenciais verbais de Getúlio Vargas, para organizar, no Paraná, um movimento de apoio ao que ia se deflagrar no Rio Grande do Sul, Minas e Paraíba. Embora decepcionado com os fracassos sucessivos das revoluções pregressas, Plínio Tourinho empenhou-se nessa missão e conseguiu atrair o apoio de alguns oficiais da guarnição que mantinham posições estratégicas na Região Militar do Paraná e em todas as guarnições estacionadas em Curitiba que se achavam sob o comando de oficiais absolutamente legalistas. As confabulações revolucionárias se faziam em pleno Quartel-General, na sala do Serviço de Engenharia, sob o comando e orientação do major Plínio Tourinho.
O movimento revolucionário foi consumado na noite do dia 3 de outubro, contra o Presidente Washington Luís. A revolução de 1930 no Paraná, por se tratar de um território tampão entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, foi de fundamental importância para abrir as portas da 2ª República ou República de Getúlio Vargas.
No dia 5/10/1930 a revolução rebentou em Curitiba, sob a chefia do Major do Corpo de Engenharia Plínio Tourinho com adesão do 15º BC do 9º RAM e do 6º Grupo de Artilharia Montada. A Força Pública Militar, o Corpo de Bombeiros e a Guarda Cívica não ofereceram resistência. O governante do Paraná, Afonso Camargo, retirou-se para São Paulo, acompanhado de seus auxiliares.
Os revolucionários vindos do Sul, chegaram em Ponta Grossa dia 25 de outubro, onde instalaram o comando da Revolução e seu Estado Maior, aguardando a grande batalha do Itararé, onde se entrincheiraram as forças governistas. Não houve a referida batalha porque o presidente Washinton Luiz foi deposto no Rio de Janeiro e com isso a primeira sede do governo de Getúlio Vargas foi em Ponta Grossa.
Portanto a participação do Paraná foi decisiva na vitória de revolução, reconhecida pelos seus maiores líderes. O ministro Osvaldo Aranha, em telegrama ao Comando Militar do Paraná, saudou-o como "fator máximo da vitória". O General Miguel Costa, um dos chefes tenentistas da revolução em mensagem congratula-se com os paranaenses pelo muito que haviam feito em favor da causa revolucionária.
O primeiro interventor do Paraná foi um paranaense, o general Mário Tourinho. Na mensagem de Getúlio Vargas indicando o interventor, afirmou: "O Paraná libertou-se por suas próprias mãos e daí, sem dúvida a constituição de um governo chefiado por um de seus filhos mais ilustres".
(Foto: mercado livre).
Paulo Grani

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Anverso da medalha comemorativa: "O 5 de outubro diz ao Paraná que o sangue é espírito".

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Reverso da medalha comemorativa: "O Paraná é o front da liberdade onde o exército e povo confraternizaram na luz o mesmo sonho - 1930".

ANTIGO BRASÃO DO PARANÁ CRIADO POR ALFREDO ANDERSEN Alfredo Emílio Andersen iniciou sua formação artística em Oslo, onde estuda com Wilhelm Krogh, conhecido cenógrafo, pintor e decorador, entre 1874 e 1878.

 ANTIGO BRASÃO DO PARANÁ CRIADO POR ALFREDO ANDERSEN
Alfredo Emílio Andersen iniciou sua formação artística em Oslo, onde estuda com Wilhelm Krogh, conhecido cenógrafo, pintor e decorador, entre 1874 e 1878.

ANTIGO BRASÃO DO PARANÁ CRIADO POR ALFREDO ANDERSEN
Alfredo Emílio Andersen iniciou sua formação artística em Oslo, onde estuda com Wilhelm Krogh, conhecido cenógrafo, pintor e decorador, entre 1874 e 1878. No começo da década de 1880, freqüenta a Academia Real de Belas Artes de Copenhague, onde recebe orientação do retratista Carl A. Andersen. Leciona desenho, entre 1881 e 1883, na Escola para Rapazes em Vesterbron Asyl. Em 1891, o artista empreende viagem pela América do Sul, e passa pela costa brasileira. Retorna à Noruega, e, em 1893, realiza uma segunda viagem ao Brasil.
Reside por cerca de dez anos em Paranaguá, Paraná. Transfere-se em 1902 para Curitiba, onde cria uma escola particular de desenho e pintura. Leciona também desenho na Escola Alemã e no Colégio Paranaense. Em 1909, assume a direção das aulas noturnas da Escola de Belas Artes e Industriais, em Curitiba.
Em 1910, como reconhecimento do seu prestígio, Andersen executa projeto para o brasão do Estado do Paraná, adotado pela lei nº 904, de 21/03/1910. De lá para cá o brasão foi modificado várias vezes , mas a figura do ceifador, Idealizada por ele, permanece até a última alteração em 1990.
Descritivo do brasão Idealizado por Andersen, objeto da pintura anexa:
- O lavrador, ceifando a messe farta, colocado no primeiro plano do campo do escudo, assinala com precisão o carácter do nosso meio étnico e econômico, e representa as inclinações naturais do nosso tempo e da nossa raça, retemperada pela colonização;
- A orla de pinheiros, esfumada no segundo plano do escudo, dá a ideia da extensão da nossa natureza vegetal;
- A cordilheira marítima, limitando o horizonte, diz sobre a natureza do solo, variado por divisões de altitudes que lhe são características;
- O sol nascente é o simbolo illuminado de uma grandeza que surge, de um futuro que se ergue promissor e fecundo;
- O falcão paranaense, pairando proctoralmente sobre o escudo, ao passo que representa o mais galhardo exemplar da nossa avifauna, condiz com o pensamento adoptado universalmente para a representação simbolica que põe nas azas condoreiras as humanas inclinações para a liberdade;
- As grinaldas de pinho e matte, emfim, que contornam a parte inferior do escudo, definem as preocupações industriaes da actualidade, que fazem a riqueza econômica do Estado.
Este brasão permaneceu inalterado até 1933 quando a Constituição Federal de 1934 aboliu o símbolos estaduais, sendo o Brasão do Estado substituído pelo Brasão Nacional.
Em 1946, a Constituição Federal restabeleceu a autonomia dos Estados, sendo reinstituído em 1947 o brasão estadual anterior com pequenas modificações e que permaneceu até 1990, quando foi alterado por lei estadual.
Em 2002, após uma decisão de inconstitucionalidade pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, foi restabelecido o brasão de 1947.
(Foto: Arquivo Público do Paraná)
Paulo Grani

Nenhuma descrição de foto disponível.ANTIGO BRASÃO DO PARANÁ CRIADO POR ALFREDO ANDERSEN
Alfredo Emílio Andersen iniciou sua formação artística em Oslo, onde estuda com Wilhelm Krogh, conhecido cenógrafo, pintor e decorador, entre 1874 e 1878. No começo da década de 1880, freqüenta a Academia Real de Belas Artes de Copenhague, onde recebe orientação do retratista Carl A. Andersen. Leciona desenho, entre 1881 e 1883, na Escola para Rapazes em Vesterbron Asyl. Em 1891, o artista empreende viagem pela América do Sul, e passa pela costa brasileira. Retorna à Noruega, e, em 1893, realiza uma segunda viagem ao Brasil.
Reside por cerca de dez anos em Paranaguá, Paraná. Transfere-se em 1902 para Curitiba, onde cria uma escola particular de desenho e pintura. Leciona também desenho na Escola Alemã e no Colégio Paranaense. Em 1909, assume a direção das aulas noturnas da Escola de Belas Artes e Industriais, em Curitiba.
Em 1910, como reconhecimento do seu prestígio, Andersen executa projeto para o brasão do Estado do Paraná, adotado pela lei nº 904, de 21/03/1910. De lá para cá o brasão foi modificado várias vezes , mas a figura do ceifador, Idealizada por ele, permanece até a última alteração em 1990.
Descritivo do brasão Idealizado por Andersen, objeto da pintura anexa:
- O lavrador, ceifando a messe farta, colocado no primeiro plano do campo do escudo, assinala com precisão o carácter do nosso meio étnico e econômico, e representa as inclinações naturais do nosso tempo e da nossa raça, retemperada pela colonização;
- A orla de pinheiros, esfumada no segundo plano do escudo, dá a ideia da extensão da nossa natureza vegetal;
- A cordilheira marítima, limitando o horizonte, diz sobre a natureza do solo, variado por divisões de altitudes que lhe são características;
- O sol nascente é o simbolo illuminado de uma grandeza que surge, de um futuro que se ergue promissor e fecundo;
- O falcão paranaense, pairando proctoralmente sobre o escudo, ao passo que representa o mais galhardo exemplar da nossa avifauna, condiz com o pensamento adoptado universalmente para a representação simbolica que põe nas azas condoreiras as humanas inclinações para a liberdade;
- As grinaldas de pinho e matte, emfim, que contornam a parte inferior do escudo, definem as preocupações industriaes da actualidade, que fazem a riqueza econômica do Estado.
Este brasão permaneceu inalterado até 1933 quando a Constituição Federal de 1934 aboliu o símbolos estaduais, sendo o Brasão do Estado substituído pelo Brasão Nacional.
Em 1946, a Constituição Federal restabeleceu a autonomia dos Estados, sendo reinstituído em 1947 o brasão estadual anterior com pequenas modificações e que permaneceu até 1990, quando foi alterado por lei estadual.
Em 2002, após uma decisão de inconstitucionalidade pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, foi restabelecido o brasão de 1947.
(Foto: Arquivo Público do Paraná)
Paulo Grani

Histórica foto de 1947, tirada na frente da Igreja Menonita do Boqueirão, em Curitiba, na rua Waldemar Loureiro Campos, enquanto os membros se preparavam para início do culto dominical.

 Histórica foto de 1947, tirada na frente da Igreja Menonita do Boqueirão, em Curitiba, na rua Waldemar Loureiro Campos, enquanto os membros se preparavam para início do culto dominical.

Histórica foto de 1947, tirada na frente da Igreja Menonita do Boqueirão, em Curitiba, na rua Waldemar Loureiro Campos, enquanto os membros se preparavam para início do culto dominical.
A curiosidade e alegria da gurizada em volta do pé de bode, foi a cereja do bolo.
(Foto: Acervo Paulo José Costa)
Paulo Grani

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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Praça Carlos Gomes, nos anos 60

 Praça Carlos Gomes, nos anos 60


Pode ser uma imagem em preto e branco de 2 pessoas, rua e estrada

VISITANDO OS ARENITOS DE VILA VELHA A figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.

 VISITANDO OS ARENITOS DE VILA VELHA
A figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.

VISITANDO OS ARENITOS DE VILA VELHA
A figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.
Essa formação rochosa faz parte do Parque Estadual de Vila Velha, município de Ponta Grossa-Pr.
Algumas das formações parecem animais como a "Tartaruga" ou o "Camelo", outras lembram cogumelos dos mais diversos tipos e tamanhos, ou formas como a "Taça", símbolo de Vila Velha; a "Bota"; a "Esfinge"; a "Cabeça de índio"; paredes de pedra que lembram muralhas de castelos, torres de diversos formatos e alturas de geometria variável com formas e paisagens distintas, além de fendas cujo formato interno lembram garrafas. Há duas grandes pedras pendentes no alto entre dois paredões rochosos, sempre prestes a desabar e parecendo flutuar desafiando as leis da gravidade.
Os arenitos de Vila Velha tem a cor basicamente avermelhada como um tijolo, cujos matizes variam conforme a hora, luz do Sol e da época do ano, criando uma atmosfera surreal.
formação arenítica de Vila Velha remonta ao período Carbonífero (há aproximadamente 340 milhões de anos), quando o mar interior que existia no local começou a ser drenado, expondo o material arenoso que acabou cimentado com óxido de ferro (daí a cor avermelhada).
Nos milênios seguintes o terreno gradativamente se elevou e foi vagarosamente erodido pela ação dos ventos e da chuva que atuaram nas zonas mais frágeis das rochas, desgastando-as de forma diferencial e até mesmo isolando-as em diversos blocos.
(Fotos: Casa da Memória do Paraná, Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, pinterest, Wikipedia)
Paulo Grani

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A figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.

 A figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.

Essa formação rochosa faz parte do Parque Estadual de Vila Velha, município de Ponta Grossa-Pr.
Algumas das formações parecem animais como a "Tartaruga" ou o "Camelo", outras lembram cogumelos dos mais diversos tipos e tamanhos, ou formas como a "Taça", símbolo de Vila Velha; a "Bota"; a "Esfinge"; a "Cabeça de índio"; paredes de pedra que lembram muralhas de castelos, torres de diversos formatos e alturas de geometria variável com formas e paisagens distintas, além de fendas cujo formato interno lembram garrafas. Há duas grandes pedras pendentes no alto entre dois paredões rochosos, sempre prestes a desabar e parecendo flutuar desafiando as leis da gravidade.
Os arenitos de Vila Velha tem a cor basicamente avermelhada como um tijolo, cujos matizes variam conforme a hora, luz do Sol e da época do ano, criando uma atmosfera surreal.
formação arenítica de Vila Velha remonta ao período Carbonífero (há aproximadamente 340 milhões de anos), quando o mar interior que existia no local começou a ser drenado, expondo o material arenoso que acabou cimentado com óxido de ferro (daí a cor avermelhada).
Nos milênios seguintes o terreno gradativamente se elevou e foi vagarosamente erodido pela ação dos ventos e da chuva que atuaram nas zonas mais frágeis das rochas, desgastando-as de forma diferencial e até mesmo isolando-as em diversos blocos.
(Foto: Casa da Memória do Paraná)
Paulo GraniA figura pétrea da "Taça", um dos símbolos das formações rochosas de Vila Velha, em foto de Arthur Wischral, década de 1940.
Essa formação rochosa faz parte do Parque Estadual de Vila Velha, município de Ponta Grossa-Pr.
Algumas das formações parecem animais como a "Tartaruga" ou o "Camelo", outras lembram cogumelos dos mais diversos tipos e tamanhos, ou formas como a "Taça", símbolo de Vila Velha; a "Bota"; a "Esfinge"; a "Cabeça de índio"; paredes de pedra que lembram muralhas de castelos, torres de diversos formatos e alturas de geometria variável com formas e paisagens distintas, além de fendas cujo formato interno lembram garrafas. Há duas grandes pedras pendentes no alto entre dois paredões rochosos, sempre prestes a desabar e parecendo flutuar desafiando as leis da gravidade.
Os arenitos de Vila Velha tem a cor basicamente avermelhada como um tijolo, cujos matizes variam conforme a hora, luz do Sol e da época do ano, criando uma atmosfera surreal.
formação arenítica de Vila Velha remonta ao período Carbonífero (há aproximadamente 340 milhões de anos), quando o mar interior que existia no local começou a ser drenado, expondo o material arenoso que acabou cimentado com óxido de ferro (daí a cor avermelhada).
Nos milênios seguintes o terreno gradativamente se elevou e foi vagarosamente erodido pela ação dos ventos e da chuva que atuaram nas zonas mais frágeis das rochas, desgastando-as de forma diferencial e até mesmo isolando-as em diversos blocos.
(Foto: Casa da Memória do Paraná)
Paulo Grani

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Em 22/10/1912, o coronel João Gualberto Gomes de Sá, comandante do Regimento de Segurança do Paraná foi morto em combate na Batalha do Irani, durante a Guerra do Contestado.

 Em 22/10/1912, o coronel João Gualberto Gomes de Sá, comandante do Regimento de Segurança do Paraná foi morto em combate na Batalha do Irani, durante a Guerra do Contestado.

CORTEJO FÚNEBRE DE JOÃO GUALBERTO
Em 22/10/1912, o coronel João Gualberto Gomes de Sá, comandante do Regimento de Segurança do Paraná foi morto em combate na Batalha do Irani, durante a Guerra do Contestado.
Alguns meses antes ele havia sido escolhido para ser prefeito de Curitiba, no entanto, desistiu desse cargo para assumir o comando do Regimento de Segurança do Estado do Paraná (PMPR).
Com o adentramento de um movimento messiânico na área de litígio entre os Estados de Santa Catarina e Paraná, o Regimento de Segurança foi enviado à região, com o intuito de evitar uma intervenção do Governo Federal.
Acabaram ocorrendo graves divergências quanto ao emprego do efetivo, pois o Chefe de Polícia, cargo político que atualmente corresponde a um Secretário de Segurança, desejava distribuir o efetivo pelas localidades circunvizinhas, assumindo uma posição defensiva.
Entretanto, o Coronel João Gualberto desejava avançar de imediato sobre os revoltosos, para prender seus líderes e dispersar seus seguidores. A tropa acabou sendo dividida e apenas foi liberado um pequeno efetivo para o Coronel atingir seus objetivos.
Na localidade de Irani esse destacamento se defrontou com um elevado número de revoltosos, armados e dispostos à luta, ocorrendo um elevado número de mortos e feridos. O confronto violento foi desastroso para ambos os lados e desencadeou justamente o que se procurava evitar: uma intervenção federal.
(Foto: Acervo Casa da Memória do Paraná)
Paulo Grani

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