sábado, 24 de dezembro de 2022

— Vista da Travessa Oliveira Bello, nos anos 50, na esquina o imponente Palácio Avenida —

 — Vista da Travessa Oliveira Bello, nos anos 50, na esquina o imponente Palácio Avenida 


Pode ser uma imagem em preto e branco de 1 pessoa, rua e texto que diz "CAFIAS"

***— Vista da Travessa Oliveira Bello, coberta de água em 1968, avista-se a tal Pérgula, que teve vida curta por lá — ***

 ***— Vista da Travessa Oliveira Bello, coberta de água em 1968, avista-se a tal Pérgula, que teve vida curta por lá — ***


Pode ser uma imagem em preto e branco de 5 pessoas e ao ar livre

***— Festa da Cumeeira da futura Catedral de Curitiba, em 10/Dezembro/1888 — ***

 ***— Festa da Cumeeira da futura Catedral de Curitiba, em 10/Dezembro/1888 — ***


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— Vista da Avenida do Batel, no ano de 1952 —

 — Vista da Avenida do Batel, no ano de 1952 


Pode ser uma imagem em preto e branco de 2 pessoas e ferrovia

— Vista da Praça Garibaldi, a direita o Palácio Garibaldi, no Centro Histórico de Curitiba. Avista - se um lindo quiosque, funcionava como se fosse uma Banquinha de Jornais da atualidade - Primeira década de 1900 —

 — Vista da Praça Garibaldi, a direita o Palácio Garibaldi, no Centro Histórico de Curitiba. Avista - se um lindo quiosque, funcionava como se fosse uma Banquinha de Jornais da atualidade - Primeira década de 1900 


Pode ser uma imagem de monumento e ao ar livre

— Vista da Praça Eufrásio Correia e a Majestosa Estação Ferroviária de Curitiba. Avista - se um lindo quiosque, funcionava como se fosse uma Banquinha de Jornais da atualidade - Primeira década de 1900 —

 — Vista da Praça Eufrásio Correia e a Majestosa Estação Ferroviária de Curitiba. Avista - se um lindo quiosque, funcionava como se fosse uma Banquinha de Jornais da atualidade - Primeira década de 1900 


Pode ser uma imagem de ao ar livre

Histórica foto da Praça Tiradentes, de Curitiba, década de 1930, onde vê-se a chegada dos primeiros automóveis, estacionados em sua volta, e o começo do desaparecimento das saudosas carroças e carroções. (Foto: Curitiba.pr.gov.br) Paulo Grani.

 Histórica foto da Praça Tiradentes, de Curitiba, década de 1930, onde vê-se a chegada dos primeiros automóveis, estacionados em sua volta, e o começo do desaparecimento das saudosas carroças e carroções.
(Foto: Curitiba.pr.gov.br)
Paulo Grani.

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Nesta foto de 1929, da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Arthur Wischral escreveu: "Posto Telegráphico Marumbi. Km 60, altura 479,59 metros. Ponto de cruzamentos de trens, servindo a estação à progressiva e futurosa localidade muito próxima ao Marumby."

 Nesta foto de 1929, da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Arthur Wischral escreveu: "Posto Telegráphico Marumbi. Km 60, altura 479,59 metros. Ponto de cruzamentos de trens, servindo a estação à progressiva e futurosa localidade muito próxima ao Marumby."


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Vista panorâmica da Estação Porto de Cima, na estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, em 1929. (Foto de Arthur Wischral . Acervo Gazeta do Povo/ferrovia 130 anos). Paulo Grani.

 Vista panorâmica da Estação Porto de Cima, na estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, em 1929.
(Foto de Arthur Wischral . Acervo Gazeta do Povo/ferrovia 130 anos).
Paulo Grani.


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INÍCIO DA COLONIZAÇÃO ITALIANA NO PARANÁ

 INÍCIO DA COLONIZAÇÃO ITALIANA NO PARANÁ

"Alexandra. Km 16.200, altura 10,5 metros. A uberdade do solo é aqui pasmosa, multiplicando-se colônias prósperas por todos os seus arredores. Esta photographia focaliza uma das grandes cidades de amanhã". Estas foram as anotações feitas pelo fotógrafo Arthur Wischral, em 1929, quando passou por Alexandra, então distrito de Paranaguá.
Infelizmente, fatores climáticos, políticos e culturais impediram de realizar-se a predição do grande Arthur. As colônias em si, naquela região não subsistiram, Alexandra nunca prosperou e, até hoje, é apenas um bairro afastado de Paranaguá, sem nenhuma infraestrutura.
Porém, ela nunca poderá ser esquecida pois, um dia, nela deu-se o ... Início da colonização italiana no Paraná.
Os italianos começaram a chegar em 1875. Os pioneiros foram 50 famílias que vieram da região do Vêneto e que se instalaram na então Colônia Alessandra, local distante a cerca de 15 quilômetros de Paranaguá.
Graças ao colonizador Savino Tripoti foi constituído o primeiro reduto italiano no Litoral do Paraná. Tripoti comprou o território situado nas proximidades de Paranaguá com recursos próprios, para a implantação da colônia, dando a ela o nome da sua esposa "Alessandra".
O italiano teve dificuldade em manter os imigrantes especialmente porque parte fugia para não ter que pagar a dívida de transporte, alimentação e outros benefícios recebidos.
Segundo a pesquisadora Jussara Cavanhaque, autora do livro "Colônia Alessandra", em abril de 1877 um decreto do governo imperial rescindiu o contrato com Tripoti. “Após a rescisão, o governo sequestrou a colônia e transferiu parte dos imigrantes para a Colônia Nossa Senhora do Porto, em Morretes, que deu origem à Colônia Nova Itália”.
Os remanescentes não tinham condições de beneficiar a produção de cana porque o governo não procedia a manutenção das máquinas construídas por Tripoti. Carente de recursos para o pagamento da subvenção devida aos empresários pela importação de imigrantes.
Outras causas também contribuíram para o fracasso, como o clima muito quente e úmido, que propiciava o aparecimento de inúmeras doenças tropicais causadas por insetos.
Os italianos, então, procuraram locais mais frescos para morar e por isso, nos idos de 1887, tomaram o rumo de Curitiba. O fracasso da experiência explica, em parte, o esquecimento dessa história. "A experiência de Alexandra criou um clima desfavorável à colonização no litoral do Paraná. Os italianos tentaram uma vida melhor nos arredores de Curitiba.
(Adaptado de Paraná Turismo e Gazeta do Povo)
Paulo Grani.

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