quarta-feira, 10 de setembro de 2025

"Curitiba em 1923: Uma Jornada pelo Tempo com o Banco Nacional do Comércio e a Casa Queiroz!"

 "Curitiba em 1923: Uma Jornada pelo Tempo com o Banco Nacional do Comércio e a Casa Queiroz!"

"Curitiba em 1923: Uma Jornada pelo Tempo com o Banco Nacional do Comércio e a Casa Queiroz!"

Olha só o que encontramos no arquivo histórico! 📜✨ Hoje, vamos viajar até 1923 , quando Curitiba já era uma cidade em plena transformação — com bancos, livrarias, leilões judiciais e eventos religiosos marcando o cotidiano. E tudo isso fica registrado em uma página de jornal antigo, cheia de anúncios, notícias e histórias que parecem saídas de um filme de época!

A imagem mostra uma página da revista ou jornal A Divulgação , publicada em 1923 , com uma composição densa, tipografia clássica e um layout característico do início do século XX. A página é dividida em colunas verticais, com textos justificados, títulos em negrito e ilustrações pequenas, mas significativas.

No topo, destaca-se o título principal: "Festa de Nossa Senhora do Carmo – 1923" , destacando que o mês de julho era dedicado à celebração religiosa mais importante da cidade na época. Ao lado, há uma lista de nomes e cargos, provavelmente membros da comissão organizadora do evento, mostrando como a fé e a tradição foram profundamente entrelaçadas na vida social curitibana.


💼 O Banco Nacional do Comércio: A Base da Economia

Um dos maiores anúncios da página é o do Banco Nacional do Comércio , fundado em 1859 — uma instituição com mais de 60 anos de história, presente em todo o Brasil. Em Curitiba, o banco oferecia:

  • Capitais para negócios
  • Financiamento para empresas
  • Serviços bancários completos
  • Contas correntes e poupança

O anúncio é imponente, com letras grandes e um estilo formal. Ele destaca que o banco possui capital autorizado de 10 milhões de cruzeiros e capacidade para operar em todo o território nacional , com sede em São Paulo e filiais em cidades estratégicas, incluindo Curitiba.

Além disso, o texto menciona que o banco atende comerciantes, industriais, agricultores e particulares , reforçando sua função como motor da economia local. É um símbolo de confiança, estabilidade e desenvolvimento econômico.


📚 Casa Queiroz: A Cultura nas Ruas

Ao lado do banco, aparece o anúncio da Casa Queiroz & Cia. , uma livraria localizada na R. Carneiro, 74 , em Curitiba. O anúncio é elegante, com uma ilustração circular central que mostra uma cabeça de homem barbudo , possivelmente representando um escritor, filósofo ou figura intelectual — talvez uma homenagem ao pensador brasileiro José de Alencar ou Dr. Rui Barbosa , muito admirados na época.

A livraria oferece:

  • Livros novos e usados
  • Revistas e periódicos
  • Material escolar
  • Publicações científicas e literárias

E o nome? Um tributo à tradição cultural brasileira. Em 1923, ter uma livraria em Curitiba já era algo raro — mas importante. Era um lugar onde intelectuais, estudantes e leitores se reuniam para trocar ideias, comprar obras clássicas e acompanhar o movimento modernista que começava a surgir no país.


⚖️ Leilão Judicial: Quando o Direito Entrava na Vida das Pessoas

Na parte superior esquerda, um anúncio chama atenção: "Leilão Judicial" . Isso mostra que, mesmo em 1923, os processos legais já faziam parte do dia a dia. O leilão anunciava a venda de bens por decisão judicial — um mecanismo comum para resolver dívidas, heranças ou bens em litígio.

O texto informa que o leilão será realizado no "sábado, às 14h" , no "prédio do Fórum" , com a presença de um leiloeiro público . Detalhes como esse revelam como a justiça já tinha uma estrutura formal e acessível ao povo.


🎭 Folhetim "O Dia": Entretenimento para Todos

No canto inferior esquerdo, um pequeno anúncio mostra o folhetim "O Dia" , com uma ilustração em preto e branco de duas pessoas: um homem e uma mulher, vestidos com roupas típicas da década de 1920 — ele com paletó e gravata, ela com vestido longo e chapéu. A cena parece dramática, evocando um momento de tensão emocional, talvez um desencontro amoroso.

O folhetim era uma forma popular de entretenimento, publicada em tiras diárias nos jornais. Era como os romances em série de hoje, lidos com paixão pela população. O anúncio diz: "O melhor romance do momento" , mostrando que o entretenimento já era um negócio sério e bem estruturado.


🕰️ Conclusão

Em 1923, Curitiba já era uma cidade viva, dinâmica e cheia de contraste: havia bancos modernos ao lado de livrarias culturais, leilões judiciais ao lado de folhetins emocionantes. Tudo isso mostra que o Paraná já tinha um espírito progressista, educado e organizado .

Essa página de jornal não é apenas um documento histórico — é um porta-voz do passado , que nos conta como viviam, planejadom e sonhavam os curitibanos há mais de 100 anos.

Se você gosta de história, cultura, arquitetura ou simplesmente gosta de ver como as coisas mudaram com o tempo, então este post é pra você. Vamos celebrar o legado de Curitiba, cidade que já era moderna antes de ser chamada de “capital do conhecimento”.


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