terça-feira, 12 de novembro de 2024

A Benagil Cave, localizada na região do Algarve, em Portugal, é uma das formações naturais mais icônicas e espetaculares do país


Nenhuma descrição de foto disponível. A Benagil Cave, localizada na região do Algarve, em Portugal, é uma das formações naturais mais icônicas e espetaculares do país. Situada perto da pequena vila de Benagil, a caverna é famosa por suas impressionantes características geológicas e pela beleza cênica que atrai visitantes de todo o mundo.


A caverna é uma grande gruta marinha esculpida ao longo dos séculos pela erosão das ondas do oceano Atlântico. Uma das características mais notáveis da Benagil Cave é seu enorme domo, com uma abertura circular no topo, conhecida como "Olho de Benagil". Este "olho" permite que a luz do sol penetre na caverna, criando um efeito espetacular de iluminação que destaca as cores vibrantes das rochas e da areia dourada dentro da caverna.

A caverna é acessível principalmente por via marítima, o que torna a visita uma aventura por si só. Muitos visitantes optam por chegar à caverna de caiaque, stand-up paddle ou através de excursões de barco que partem das praias e portos próximos. Durante os meses de verão, o local pode ficar bastante movimentado devido à popularidade crescente entre os turistas, mas a beleza e a experiência valem a pena.

Dentro da caverna, os visitantes encontram uma pequena praia de areia fina, cercada por imponentes paredes rochosas. A combinação da luz do sol entrando pelo "Olho de Benagil", refletindo na água cristalina e nas formações rochosas, cria um ambiente quase mágico. Esta atmosfera única faz da Benagil Cave um destino obrigatório para fotógrafos, aventureiros e amantes da natureza. 

O protel, também conhecido como lobo-da-terra, é um pequeno mamífero da família Hyaenidae (a mesma das hienas)


Nenhuma descrição de foto disponível. O protel, também conhecido como lobo-da-terra, é um pequeno mamífero da família Hyaenidae (a mesma das hienas) e o único membro do gênero Proteles. Com o nome científico de 'Proteles cristata', este animal é nativo da África Oriental e do Sul, habitando principalmente áreas de savanas e pastagens. Ele é conhecido por suas características únicas dentro de sua família, especialmente por sua dieta e hábitos alimentares.


Fisicamente, o protel possui um corpo esguio e comprido, com pernas relativamente longas em relação ao seu tamanho. Sua pelagem varia de amarelo a marrom claro, adornada por listras pretas nas costas, pernas e pescoço. A cauda é fofa e também apresenta listras escuras. Uma característica distintiva do protel é a crina que se estende do topo da cabeça até a base da cauda, que pode ser eriçada quando o animal se sente ameaçado, fazendo-o parecer maior.

Ao contrário de outros membros da família Hyaenidae, que são predominantemente carnívoros, o protel tem uma dieta quase exclusivamente insetívora. Sua principal fonte de alimento são cupins e outros insetos, que ele captura usando sua língua longa e pegajosa. O protel pode consumir milhares de cupins em uma única noite, graças às suas garras adaptadas para escavar e sua excelente audição, que o ajuda a localizar colônias de cupins.

Comportamentalmente, o protel é um animal noturno e solitário, embora possa ser visto em pares durante a época de reprodução. Durante o dia, ele se refugia em tocas subterrâneas para evitar o calor do sol africano. À noite, ele sai para forragear, utilizando seu olfato e audição aguçados para localizar suas presas. O protel é territorial e marca seu território com secreções de glândulas anais para afastar intrusos.

A reprodução do protel ocorre uma vez por ano, geralmente na estação chuvosa. Após um período de gestação de cerca de 90 dias, a fêmea dá à luz entre dois e quatro filhotes. Os filhotes nascem cegos e indefesos, dependendo completamente da mãe nos primeiros meses de vida. À medida que crescem, começam a acompanhar a mãe em suas expedições noturnas para aprender a forragear. A sobrevivência e o cuidado parental são cruciais para a continuidade desta espécie única e fascinante.

Kunawalu Rainette é uma espécie de sapo arborícola que se destaca por sua vibrante coloração e adaptabilidade ao ambiente


Nenhuma descrição de foto disponível. Kunawalu Rainette é uma espécie de sapo arborícola que se destaca por sua vibrante coloração e adaptabilidade ao ambiente. Este anfíbio pertence à família Hylidae e é encontrado principalmente nas florestas tropicais da América do Sul. Sua pele exibe uma combinação de verde brilhante com manchas amarelas ou azuis, o que lhe proporciona uma camuflagem eficaz entre as folhas e os galhos das árvores. Além de sua aparência distinta, o Kunawalu Rainette é conhecido por seu canto melódico, que os machos utilizam para atrair as fêmeas durante a estação de acasalamento.


Este sapo possui hábitos noturnos, passando o dia escondido em bromélias ou sob folhas grandes para se proteger de predadores e do sol intenso. Durante a noite, ele se torna ativo, alimentando-se de insetos e outros pequenos invertebrados que encontra em seu habitat arborícola. A reprodução ocorre em poças d'água formadas nas copas das árvores ou em pequenos corpos d'água no chão da floresta, onde as fêmeas depositam seus ovos e os girinos se desenvolvem.

O Kunawalu Rainette desempenha um papel crucial no ecossistema de seu habitat, ajudando a controlar a população de insetos e servindo como presa para uma variedade de predadores. Infelizmente, como muitas outras espécies de anfíbios, ele enfrenta ameaças devido à destruição de seu habitat natural e às mudanças climáticas. A conservação dessas florestas e a preservação dos recursos hídricos são essenciais para garantir a sobrevivência desta espécie e a manutenção do equilíbrio ecológico em seu ambiente.

Haid al-Jazil é uma aldeia impressionante situada no vale de Wadi Doan, no Iémen, conhecida por suas antigas casas de tijolos de barro que datam de aproximadamente 500 anos


Nenhuma descrição de foto disponível. Haid al-Jazil é uma aldeia impressionante situada no vale de Wadi Doan, no Iémen, conhecida por suas antigas casas de tijolos de barro que datam de aproximadamente 500 anos. Esta aldeia singular está construída em um penhasco rochoso, a cerca de 150 metros acima do leito do rio, criando uma paisagem dramática e fascinante.


As casas de Haid al-Jazil são um exemplo notável da arquitetura tradicional iemenita. Construídas com tijolos de barro e reforçadas com materiais locais, essas estruturas altas e estreitas são projetadas para resistir ao clima árido e às condições geográficas desafiadoras da região. As residências podem ter vários andares, com alguns edifícios atingindo até 11 pavimentos, o que é impressionante, considerando os métodos de construção tradicionais empregados.

A disposição das casas ao longo do penhasco rochoso não é apenas uma maravilha arquitetônica, mas também um reflexo da adaptação engenhosa dos habitantes às condições naturais. A altura das construções proporciona ventilação natural e proteção contra enchentes sazonais, enquanto o uso de tijolos de barro ajuda a regular a temperatura interna, mantendo os ambientes frescos durante o dia e quentes à noite.

Haid al-Jazil mantém uma aparência autêntica e histórica, com suas ruas estreitas e sinuosas que convidam os visitantes a explorar suas passagens labirínticas. A aldeia oferece uma visão fascinante da vida tradicional iemenita e das técnicas de construção que foram passadas de geração em geração. Os habitantes de Haid al-Jazil continuam a viver de maneira semelhante a seus antepassados, cultivando terras ao redor do vale e mantendo vivas as tradições culturais.

A localização remota e a construção única de Haid al-Jazil fazem dela um destino atraente para turistas e pesquisadores interessados em história, arquitetura e culturas tradicionais. No entanto, a aldeia enfrenta desafios significativos devido à erosão, às mudanças climáticas e à instabilidade política na região, que ameaçam a preservação deste patrimônio cultural valioso.

Haid al-Jazil é um testemunho duradouro da engenhosidade humana e da capacidade de adaptação a ambientes difíceis. Sua beleza arquitetônica e histórica continua a cativar aqueles que têm a oportunidade de visitá-la, oferecendo um vislumbre raro de um modo de vida que tem resistido ao teste do tempo por meio milênio. 

CARLOS CACHAÇA Carlos Moreira de Castro, conhecido como Carlos Cachaça, (Rio de Janeiro, 3 de agosto de 1902 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1999)


Nenhuma descrição de foto disponível. CARLOS CACHAÇA

Carlos Moreira de Castro, conhecido como Carlos Cachaça, (Rio de Janeiro, 3 de agosto de 1902 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1999) foi um compositor brasileiro e um dos fundadores da GRES Estação Primeira de Mangueira.

Seu pai, funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, morava no morro da Mangueira, em uma das casas que a companhia alugava para seus funcionários e aonde Carlos Cachaça viria a nascer.[1] Cresceu participando de blocos e cordões, acompanhando o surgimento das Escolas de Samba. Sua obra musical traduz o seu tempo, uma narrativa poética do que viveu. Sem fantasias, seus versos e melodias contam um pouco do que viu e sentiu.

Este mangueirense, apaixonado por Carnaval reuniu várias virtudes. Ao contrário do que seu apelido sugere, Carlos zelava pela diversão e pelo trabalho. Quando jovem bebia, mas não sofria alteração, o que lhe permitia uma total disciplina. Trabalhou na Rede Ferroviária Federal, até se aposentar. Foram quarenta anos, (de 1925 a 1965), trabalhando diariamente sem faltar um dia.

Ao lado de Cartola, seu parceiro mais constante, e Saturnino Gonçalves; pai da D. Neuma, entre outros, fundou, em 1925, o Bloco dos Arengueiros, que mais tarde deu origem a Estação Primeira de Mangueira.

Carlos Cachaça, esteve em atividades até a morte, aos 97 anos. Foi o primeiro compositor a inserir elementos históricos nos sambas de enredo, o que é uma norma até hoje. Em 1923 compôs seu primeiro samba “Ingratidão” e em 1932 compõe a primeira parceria com Cartola.

Ganhou o apelido de Cachaça para diferenciar de outros "Carlos" da turma e por causa de sua bebida preferida. Sua última participação ativa na Mangueira foi em 1948, quando a escola foi a 1ª a colocar som no desfile, para o samba-enredo ”Vale de São Francisco”.

Em dezembro de 1980 lançou pela Ed. José Olympio, em co-autoria com Marília T. Barbosa da Silva e Arthur L. Oliveira Filho, o livro “Fala Mangueira”. Em 1997, ao completar 95 anos, foi homenageado, na quadra Mangueira por ser o único fundador vivo da Agremiação.

O único disco solo de Cachaça é de 1976 e inclui pérolas como "Quem Me Vê Sorrindo" (com Cartola) e "Juramento Falso".

Carlos Cachaça foi pouco interpretado pelos cantores da era do rádio. "Não Quero Mais Amar a Ninguém" (com Cartola e Zé da Zilda) é uma exceção. Foi gravado por Aracy de Almeida em 1937, regravado por Paulinho da Viola em 1973 no LP “Nervos de Aço” (Odeon) e Beth Carvalho em 1992 no LP "Pérolas - 25 anos de samba". Época em que vários dos seus sambas passam a ser "redescobertos".

Serafim Teixeira Machado, nascido no ano de 1859 em um Brasil escravocrata, foi escravizado ou filho de escravos, ao longo de sua vida se estabeleceu como "vaqueano",


Nenhuma descrição de foto disponível. Serafim Teixeira Machado, nascido no ano de 1859 em um Brasil escravocrata, foi escravizado ou filho de escravos, ao longo de sua vida se estabeleceu como "vaqueano", um conhecedor e guia da região entre Contenda, Tijucas do Sul e a Serra do Mar.


Em meados de 1928, Serafim, um homem cheio de carisma e histórias guiou engenheiros americanos e a Cia. Força e Luz do Paraná em uma expedição para construir a Usina Hidrelétrica Chaminé localizada na margem esquerda do rio São João em São José dos Pinhais.

O vaqueano tornou-se tão respeitado entre seus colegas de expedição que teve seu retrato, pendurado numa das paredes da Usina Chaminé, onde permanece até os dias atuais.

Em seu livro "Toiro Passante IV" Luiz Carlos Pereira Tourinho dedica um capítulo inteiro ao vaqueano e relata uma ocasião durante a década de 40, na qual Serafim, aos 84 anos o guiou em uma expedição que pretendia fazer o estudo da rodovia Curitiba-Joinville. Tourinho destaca a dedicação e carisma de Serafim, que ao redor da fogueira contava sobre "as peripécias por que passara na invasão dos maragatos em Tijucas".

Nas Palavras de Tourinho:

"Jamais apaguei da memória a figura do vaqueano Serafim Machado [...]. Prestou grandes serviços, quer na implantação da Usina de Chaminé, como no estudo da rodovia Curitiba-Joinvile. Entretanto seu nome não figura em nenhuma rua de Curitiba, São José dos Pinhais, Tijucas ou Agudos do Sul, embora, acredito, tenha trabalhado mais pelo Brasil e pelo Paraná que muito político de colarinho duro. "

Os Charruas eram índios que habitavam os campos dos territórios atuais do Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina.


Nenhuma descrição de foto disponível. Os Charruas eram índios que habitavam os campos dos territórios atuais do Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina.


Em 1730, eles se aliaram aos minuanos, que vinham de além do Rio Uruguai e se estabeleceram nas terras próximas à Lagoa Mirim e à Lagoa dos Patos.
E também frequentavam a região da fronteira do Rio Grande do Sul, tanto do Uruguai como da Argentina.

Os guenoas eram charruas setentrionais.
Os três povos têm suas origens na região da Patagônia, na Argentina, chamada de região dos índios "patagões".

A estatura dos índios charruas era em média de 1,68 m para os homens e 1,67 m para as mulheres, de aspecto sério e porte duro e feroz.
Os homens apresentavam barba como distintivo varonil, na qual os caciques usavam como adorno pedras e após o contato com produtos da civilização européia passaram a usar latas e vidros.
A tatuagem no rosto consistia em três linhas, que iam da raiz dos cabelos até a ponta do nariz e duas linhas transversais que cobriam a face.

Para a guerra e festas pintavam a mandíbula superior de branco.
A boleadeira era uma arma característica dos indígenas dos pampas, sendo formada por bolas de pedra seguras ao extremo de guias de couro, entrançado ou retorcido.

Os charruas tinham um temperamento bastante retraído e a sua vaidade expressava-se basicamente nas pinturas faciais que diferenciavam uma tribo da outra, e nos homens, pelas cicatrizes feitas intencionalmente nos próprios corpos para dar a conhecer o número de inimigos mortos.

Um fator diferente das demais tribos indígenas, era que os índios charruas faziam mutilações em seu corpo.
A cada inimigo morto, um corte no corpo, formava uma cicatriz, demonstrando o número de inimigos mortos por aquele índio.

O luto era a expressão mais representativa na vida dos charruas, que implicava em obrigações diferenciadas de sexo e parentesco.
Se o morto era o pai, o marido ou irmão que tivesse desempenhado a chefia familiar, os filhos, viúva e irmãs casadas cortavam uma falange da mão, começando pelo dedo mínimo.
Alem disso, faziam com a lança do morto vários cortes espalhados pelo corpo, ficando temporariamente em reclusão e com a dieta restrita.

A etnia charrua pura foi extinta antes do século XIX.
Hoje existem no Rio Grande do Sul cerca de 400 indígenas descendentes dos Charruas e 6000 índios entre todos os países da América do Sul.

Fonte: Histórias Gaúchas

O PRÉDIO FULLER DE 1903.


Nenhuma descrição de foto disponível. O PRÉDIO FULLER DE 1903. 

😍

Foi terminado em 1903, e Alguns Nova-Iorquinos faziam apostas sobre o quão longe iriam os destroços quando o vento o derrubasse. Mas, mais de um século após a sua construção, o Flatiron continua a ser uma obra urbana-prima que continua a deslumbrar.

Foi apelidado de "Edifício Flat Iron" está localizado na confluência da Rua 23 com a 5a Avenida de Nova Iorque. Com 22 andares, este edifício de piso triangular (ou proa de navio e 285 pés) atinge 86 metros com 86 cm de altura, e a sua extremidade arredondada tem apenas 2 metros de largura.

É um dos arranha-céus mais antigos da cidade e foi designado como um marco de Nova Iorque e histórico nacional. Ainda hoje, caminhar ao seu lado pode causar um espanto não muito diferente do que os transeuntes do início do século passado teriam sentido.

11 DE AGOSTO DE 1973: HÁ 51 ANOS NASCIA A CULTURA HIP-HOP, EM NOVA IORQUE, EUA

 

Pode ser uma imagem de 11 pessoas e multidão11 DE AGOSTO DE 1973: HÁ 51 ANOS NASCIA A CULTURA HIP-HOP, EM NOVA IORQUE, EUA


No dia 11 de agosto de 1973, há exatos 51 anos, no agitado bairro do Bronx (New York), Kool Herc e sua irmã Cindy Campbell organizaram uma festa, na avenida Sedwick, 1520. Essa festa ficou marcada como o nascimento do Hip Hop. ✊🏽♥️

O DJ percebeu que o público se divertia quando tocava a parte rítmica das músicas de James Brown na ausência da letra (breaks). Dessa maneira Herc tirou a agulha dos toca-discos, produzindo os primeiros scratches e possíveis remixes de músicas, ao vivo, durante sua perfomance.

Na mesma noite, o “Coke La Rock“, pegou o microfone e começou a rimar por cima das batidas de Herc para animar o público, e foi nesta noite que nasceu o RAP. Coke é considerado o primeiro mestre de cerimônia da história do Hip Hop.

Em seguida, surgiram outros movimentos e bailes, organizados por Grandmaster Flash e Afrika Bambaata, ajudando a propagar a cultura dentro das periferias. Bambaataa, o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura Hip-Hop: o Rap, o DJing, o Breaking e o Grafitti.

O HIP-HOP VIVE E VIVERÁ PARA SEMPRE 

TIA CIATA Conheça Tia Ciata, a mulher negra que criou a cultura do Carnaval do Rio de Janeiro.


Pode ser uma imagem de 1 pessoa TIA CIATA


Conheça Tia Ciata, a mulher negra que criou a cultura do Carnaval do Rio de Janeiro.

Tia Ciata é a mais famosa das “tias” da Bahia 🇧🇷 que tiveram papéis importantes no nascimento do samba no Rio de Janeiro. Ela era uma venerada alta sacerdotisa, uma grande dona de restaurante e uma das principais articuladoras da cultura negra nas favelas cariocas nascentes.

Tia Ciata trouxe a cultura herdada de seus ancestrais africanos e o hábito de celebrar a vida como uma forma de resistência. “Suas festas costumavam durar cinco, às vezes sete dias, sem parar.

By: Facts Daily