sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Maria Clara CASSOU Marica (Maria Clara CASSOU) Nascida a 9 de novembro de 1879 (domingo) - Antonina, Paraná, BRÉSIL Falecida a 3 de março de 1964 (terça-feira) - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 84 anos Domestique sage-femme homéopathe do lar parteira homeopata

 Maria Clara CASSOU Marica (Maria Clara CASSOU)   Nascida a 9 de novembro de 1879 (domingo) - Antonina, Paraná, BRÉSIL Falecida a 3 de março de 1964 (terça-feira) - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 84 anos Domestique sage-femme homéopathe do lar parteira homeopata

Maria Clara Cassou: A Mulher que Tecia Vidas nas Águas do Tamanduá

Antonina, Paraná, 9 de novembro de 1879 — Nasceu sob um domingo de primavera brasileira, entre o mar bravio do litoral paranaense e as serras que guardavam segredos ancestrais. Maria Clara Cassou — carinhosamente chamada de Marica — chegou ao mundo sem saber que sua existência se tornaria um rio de vida, dor e resiliência que irrigaria gerações inteiras no coração do Paraná. Sua história não está apenas nos registros paroquiais ou nos assentos civis; está nas memórias dos nascimentos que ela acolheu, nas lágrimas que enxugou com as mãos calejadas pelo trabalho, e na força silenciosa de uma mulher que transformou a tragédia em vocação.

Raízes Transatlânticas: Entre a França e o Sertão Paranaense

Filha de Barthélémy Cassou, imigrante basco-francês nascido em Gan, Pirineus Atlânticos, e de Clémence Laure Lesbats, Maria Clara herdou uma herança de coragem. Seus pais cruzaram oceanos não por aventura, mas por necessidade — como tantos europeus que buscavam no Brasil um chão para recomeçar. A família estabeleceu-se primeiro em Antonina, depois migrou para Morretes, Palmeira, Tamanduá — cada deslocamento marcando uma nova tentativa de domar a terra selvagem do Planalto Paranaense.
Na infância de Marica, o mundo era feito de estradas de chão batido, rios intransponíveis na cheia e a presença constante da morte. Aos 8 anos, viu seu irmão Pedro desaparecer da vida em 1889; aos 17, tornou-se madrinha do batismo de sua irmã Amélia — um gesto de maturidade precoce que antecipava seu futuro como guardiã da vida alheia. Cresceu entre os irmãos João, Rodolpho, Maria Rosa, Ottilia, Silvestre, José, Marcello e os demais — uma constelação familiar que seria, ao longo dos anos, reduzida pelas intempéries da existência rural no início do século XX.

O Casamento aos Quinze Anos: Quando a Infância se Despede

Em 13 de julho de 1895, sob o sol de inverno de Bacacheri, Maria Clara, com apenas 15 anos, uniu-se a Auguste Bruel — homem onze anos mais velho, também filho de imigrantes. Naquela época, casar jovem não era exceção, mas destino traçado pela necessidade de formar lares fortes diante da hostilidade da fronteira agrícola. Do enlace nasceria uma prole imensa: dezesseis filhos entre 1897 e 1924 — um testemunho vivo da fertilidade e da fragilidade da vida humana naquele tempo.
Mas a maternidade de Marica foi marcada pela dualidade cruel da existência camponesa: por cada berço aquecido, um túmulo raso. Sua primeira filha, Luiza, nasceu por volta de 1897 e desapareceu em 1899 — mesma sorte trágica de sua irmã de sangue, também chamada Luiza, que morreu na mesma data, 13 de março de 1899, em Palmeira. Duas Luizas, duas perdas em um único dia — uma ferida que jamais cicatrizaria por completo. Anos depois, Amélia (1920) e Eugênie (1922) partiriam na infância; Tardine, nascida entre 1903-1905, sumiria sem deixar registro civil, apenas memórias orais e fotografias desbotadas pelo tempo.

A Travessia Fatal: Quando a Mãe se Tornou Lenda

O ano de 1908 gravou em fogo a alma de Maria Clara. Em 8 de outubro, sua mãe, Clémence Laure Lesbats — também parteira, também curandeira — partiu para um trabalho de parto nas margens do Rio Tamanduá. Ao regressar, tentou atravessar as águas revoltas do rio. Foi a única fatalidade registrada naquele trecho. Dizem que voltava do parto de um sobrinho — talvez do filho de seu irmão Clema, talvez de um vizinho da família Marques. O rio levou seu corpo, mas deixou um legado: a vocação.
Na dor da perda, Marica assumiu o ofício materno. Tornou-se parteira e homeopata — doméstica sage-femme que caminhava quilômetros a pé, sob chuva ou sol escaldante, carregando na bolsa de pano ervas medicinais, tinturas de arnica e a certeza de que cada novo nascimento era um ato de resistência contra a morte onipresente. Suas mãos, antes ocupadas apenas com os filhos próprios, passaram a receber dezenas de recém-nascidos na região de Tamanduá, Campo Largo e Balsa Nova. Enquanto criava seus próprios filhos — Augusto, Georges Jean, Odette, Aimé, Clemente, Octávio, Alice, Antônio, Maria Luisa, Yvette, Luiz Lute, Ritta e Luiz René —, ela também acolhia os filhos dos outros, tecendo uma rede invisível de vida que sustentava a comunidade.

A Casa como Santuário: Entre Panelas e Remédios de Erva

A residência dos Bruel-Cassou transformou-se em ponto de referência na região. Não havia placa na porta, mas todos sabiam: ali morava Dona Marica, a mulher que curava febre com chá de boldo, que aliviava dores com compressas de alecrim, que guiava o parto com mãos firmes e palavras suaves em francês misturado ao português caipira. Enquanto amamentava seu último filho, Luiz René Neno (nascido em 1924), já recebia gestantes assustadas na varanda de madeira rachada pelo tempo.
Seu marido, Auguste, faleceu em 23 de outubro de 1930 — aos 50 anos, Marica ficou viúva com filhos ainda jovens para criar. Mas não fraquejou. Continuou sua missão com a mesma determinação com que havia enterrado filhos pequenos, consolado irmãos enlutados (Rodolpho em 1950, Bartholomeu Júnior em 1956) e visto netos nascerem — como Odette Bruel, nascida em 1923, fruto do casamento de sua filha Odette Titina com Bosleslau Tyrka.

O Legado nas Veias: Sangue que Não Secou

Dos dezesseis filhos, treze chegaram à idade adulta — e cada um carregou consigo um fragmento da força materna. Clemente Clema Bruel (1908-1995) viveu 87 anos, perpetuando o nome; Octávio (1910-1983) e Luiz Lute (1918-1984) construíram famílias numerosas em Balsa Nova; Ritta Cassou Bruel (1922-2003) chegou ao século XXI, guardiã viva das memórias da mãe. Até Antônio Babine, que partiu jovem em 1940, deixou sua marca na tapeçaria familiar.
Maria Clara testemunhou transformações impensáveis: viu o cavalo ser substituído pelo caminhão de boiadeiro, o lampião a querosene ceder lugar à eletricidade precária, o sertão virar município. Mudou-se para Balsa Nova — terra de restingas e rios mansos — onde seus últimos anos fluíram com a serenidade de quem já enfrentara o pior que a vida oferece.

3 de março de 1964: O Último Suspiro sob o Céu Paranaense

Aos 84 anos, Maria Clara Cassou fechou os olhos em Balsa Nova. Morreu como vivera: com dignidade, cercada pela prole que tanto custara gerar e preservar. Seu corpo foi entregue à terra paranaense que tanto amara — a mesma terra que vira seu nascimento em Antonina, seu casamento em Bacacheri, a morte trágica da mãe no Tamanduá e o crescimento de uma linhagem que hoje se espalha por todo o Brasil.

Epílogo: A Parteira que Nunca Deixou de Parir Esperança

Maria Clara Cassou não deixou monumentos de pedra, nem livros assinados com seu nome. Seu monumento são os descendentes que hoje caminham pelas ruas de Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova e além — cada um carregando em si um fragmento de sua coragem. Sua escrita está nas certidões de nascimento que ela mesma registrou com letra firme, nos remédios caseiros passados de geração em geração, nas histórias contadas à beira do fogão a lenha.
Ela foi mais que uma mulher: foi arquiteta de vidas. Enquanto o mundo exterior celebrava inventos e guerras, Marica travava sua batalha diária nas alcovas escuras das casas de taipa — batalha contra a infecção, contra a hemorragia, contra o desespero das mães. Cada criança que nasceu em suas mãos foi um ato de fé na continuidade da humanidade.
Hoje, quando passamos pela Ponte do Tamanduá ou cruzamos as estradas de chão entre Campo Largo e Balsa Nova, é possível sentir sua presença. Não como fantasma, mas como memória viva: no cheiro da erva-cidreira que ainda cura febres, no gesto instintivo de uma avó acalmando um neto com cantigas em francês desbotado, na força silenciosa das mulheres que, como ela, transformam a dor em cuidado.
Maria Clara Cassou — Marica — não morreu. Ela simplesmente se transformou em raiz. E raízes, como sabem os antigos, nunca morrem: apenas esperam, sob a terra, o momento de fazer brotar nova vida.


Maria Clara CASSOU

Feminino  Maria Clara CASSOU Marica

Sosa : 9
(Maria Clara CASSOU)

  • Nascida a 9 de novembro de 1879 (domingo) - Antonina, Paraná, BRÉSIL
  • Falecida a 3 de março de 1964 (terça-feira) - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 84 anos
  • Domestique sage-femme homéopathe do lar parteira homeopata
6 ficheiros disponíveis

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Irmãos

 Apresentar durante um evento

 Fontes

 Fotos e Registos de Arquivo

09 Nov 1879 Batismo Vó Marica

09 Nov 1879 Batismo Vó Marica

Cert Nasc Vó Marica

Cert Nasc Vó Marica

Foto Familia August   Marica pdf

Foto Familia August Marica pdf

Foto Maria Clara Cassou pdf

Foto Maria Clara Cassou pdf

6 ficheiros disponíveis

 Árvore genealógica (até aos avós)

sosa Jean CASSOU 1828-1906 sosa Marie DOUNJOUAN 1828-1897 imagem
sosa Pierre Octave Pedro Octavio LESBATS 1827-/1900
 sosa Alexandrine Clara GRANDGUILLOT 1836-1868
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sosa Barthélémy CASSOU 1853-1902
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sosa Clémence Laure LESBATS 1860-1908
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sosa Maria Clara Marica CASSOU 1879-1964
18799 nov.
188121 abr.
17 meses
18836 jun.
3 anos
188524 out.
5 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 8 de setembro de 1886 (Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
188822 out.
8 anos
188931 mar.
9 anos

Morte de um irmão

 
Bacacheri, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
189013 mar.
10 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 6 de agosto de 1890 (Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
189131 dez.
12 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 9 de julho de 1892 (Nossa Senhora da Luz da Catedral - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
189425 mar.
14 anos

Nascimento de um irmão

 
Restinga Seca -Palmeira, Paraná, BRÉSIL
Baptismo a 24 de dezembro de 1894 (Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
189622 fev.
16 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 25 de dezembro de 1896 (Nossa Senhora da Luz da Catedral - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
cerca1897
~ 18 anos

Nascimento de uma irmã

cerca1897
~ 18 anos

Nascimento de uma filha

18985 abr.
18 anos

Nascimento de um irmão

 
Baptismo a 27 de abril de 1898 (Nossa Senhora da Luz da Catedral - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
entre1898 e1900
~ 19 anos

Nascimento de um filho

189913 mar.
19 anos
190014 mar.
20 anos
190023 set.
20 anos
19024 fev.
22 anos

Morte do pai

 
Notas

Data de falecimento consta no registro de casamento de seu filho Sylvestre.
Local de falecimento confirmado com descendentes.
Ata do óbito com erro do nome; Jean em vcez de Barthélémy

19022 abr.
22 anos

Nascimento de um irmão

 
Restinga Secca - Porto Amazonas, Paraná, BRÉSIL
19024 ago.
22 anos
entre1903 e1905
~ 24 anos

Nascimento de uma filha

 
Notas

Não encontrado registro de nascimento. Sabemos da sua existencia por ouvir e fotos.

19051 dez.
26 anos

Nascimento de uma filha

190628 abr.
26 anos

Morte do avô paterno

 
Notas

Il décède chez son fils Jean au 18, rue Guiraude à à Bordeaux.
Dans la table des décès et successions de Bordeaux (1905-1906), est portée en regard de son nom la mention : "pas d'actif apparent".
Fontes:
- Archives Bordeaux Métropole
BORDEAUX 3 E 356 - Registre des actes de décès de Bordeaux, section 2, 1906 - vue 123/370
- Archives Bordeaux Métropole
ureaux de Bordeaux - Table des successions et absences : 1er bureau volume 65

190712 mar.
27 anos

Nascimento de um filho

19088 out.
28 anos

Morte da mãe

 
Notas

Falecida durante travessia do Rio Tamanduá, sendo a única fatalidade de que se tem notícia no local. Retornava de um trabalho de parto, seja do Tio Clema ou de um vizinho pertencente à família Marques, a depender da fonte utilizada para reportar a notícia.

190813 out.
28 anos

Nascimento de um filho

 
Baptismo a 8 de dezembro de 1913 (Nossa Senhora da Piedade - Campo Largo, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
1920
41 anos

Morte de uma irmã

192025 jan.
40 anos

Nascimento de uma filha

 
Notas

Local provável, Araucaria

19205 abr.
40 anos

Casamento de um irmão

 
Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
192026 out.
40 anos
192227 abr.
42 anos

Casamento de um irmão

 
Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
192228 out.
42 anos

Nascimento de uma filha

192327 maio
43 anos
192421 jun.
44 anos

Nascimento de um filho

 
São Luís do Purunã - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
Baptismo a 14 de dezembro de 1931 (Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
192523 set.
45 anos

Nascimento de um neto

192828 jan.
48 anos

Casamento de uma filha

 
São Luís do Purunã - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
19373 abr.
57 anos

Casamento de um filho

193718 dez.
58 anos

Casamento de uma filha

 
São Luiz Do Puruna, Balsa Nova, Paraná, BRÉSIL
194015 jan.
60 anos

Morte de um filho

194029 jun.
60 anos

Casamento de uma filha

 
S - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
195014 mar.
70 anos
195018 set.
70 anos

Morte de um irmão

 
Porto Amazonas, Paraná, BRÉSIL
195710 ago.
77 anos
19616 set.
81 anos

Morte de uma irmã

19643 mar.
84 anos

Morte

 
Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL


Antepassados de Maria Clara Marica CASSOU

Jean tuquet DE BALOU Jeanne de loubie DE CASSOU Jean SALIS DEBAT 1719-/1780 Jeanne Marie FRADY 1726 Pierre CALAMY †1806 Marie BARBET DITE MARIOUTOU 1737-1817 Jean Cadet FRECHOU 1741- Marie MENJOULET DITE SAINT JEAN †/1803 Jean DONJOAN /1729-?1803 Catherine LACOSTE ca 1722-1801 Raymond BEGORRE BATGUSER †1802 Jeanne ARREGLADE 1734 Joseph ROQUEHORT dit GUILHOURRET ca 1733-1785 Jeanne ROUSSET 1742-1817 Pierre SALLENAVE †1799 Marie TRESSERRE 1744-1806 Jean LESBATS 1745-1799 Madelaine QUILLACQ 1743-1799 Laurent DUMORA 1741-1794 Jeanne GOUSSE 1752-1807 Pierre LABAT ca 1726-1776 Catherine GUERIN OU GRAIN ca 1741-1779 Jean MAGEN(C) ca 1741-1795 Catherine BARRERE 1743-1809 Joseph GRANDGUILLOT  Marguerite HELIX  Charles ROUSSEL 1726-1781 Marie Denise Françoise MASSERON 1732-1809 Charles Joseph COUPIN COPIN 1748-1797 Hélène GIMET GIMEL 1756-1798 Antoine FAYNOT 1769-1836 Magdeleine COURAUD 1766-1827
| | |- 1745 -| |- 1768 -| |- 1772 -| |- 1749 -| |- 1753 -| |- 1768 -| |- 1777 -| |- 1770 -| |- 1772 -| |- 1757 -| |- 1765 -| |- 1749 -| |- 1747 -| |- 1786 -| |- 1790 -|



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


| | | | | | | | | | | | | | | |
Paschal CASSOU DU BOURDELAT 1766-1822 Bernarde SALIS 1762-1822 Ambroise CALAMY 1781-1813 Catherine FRECHOU 1783-1871 Jean DONJOAN 1768-1827 Marie Madeleine BEGORRE 1769-1813 Jean Pierre 2ème Né GUILHOURET 1781-1853 Marie SALENAVE 1780-1852 Pierre LESBATS 1772-1844 Jeanne DUMORA 1777-1835 Jean LABAT 1758-1855 Marguerite Elisabeth MAGEN 1768-1809 Julien GRAND GUILLOT 1754-1802 Angélique Charlotte Denise ROUSSEL 1764-1806 Louis COUPIN 1788-1842 Jeanne FAYNOT (FRAYNOT) 1795-1842
|- 1790 -| |- 1803 -| |- 1795 -| |- 1802 -| |- 1794 -| |- 1797 -| |- 1781 -| |- 1816 -|



 


 


 


 


 


 


 


| | | | | | | |
Jean CASSOU ca 1795-1842 Marie CALAMY 1804-1832 Bernard DONJOAN 1798-1833 Marie GUILHOURET 1806-1830 Jean LESBATS 1800-1858 Françoise Clémence LABAT 1803-1871
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 Pierre GRANDGUILLOT 1796-1871
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 Madelaine Adèle COUPIN 1817-1866
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|- 1828 -| |- 1826 -| |- 1825 -| |- 1835 -|



 


 


 


| | | |
Jean CASSOU 1828-1906 Marie DOUNJOUAN 1828-1897 Pierre Octave Pedro Octavio LESBATS 1827-/1900
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 Alexandrine Clara GRANDGUILLOT 1836-1868
|- 1851 -| |- 1859 -|



 


| |
Barthélémy CASSOU 1853-1902
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Descendentes de Maria Clara Marica CASSOU

  

























































































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