Estação Ferroviária de Antonina na década de 1920.
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Ano 1949. Rua: 7 de setembro. A casa lá no alto: residência de Guido Viaro (ainda de pé, esquina com Castro Alves).
Ano 1949. Rua: 7 de setembro. A casa lá no alto: residência de Guido Viaro (ainda de pé, esquina com Castro Alves).
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Trecho da atual Avenida Affonso Camargo, e uma grande movimentação, provavelmente era desembarque de passageiros. ANOS 50
Trecho da atual Avenida Affonso Camargo, e uma grande movimentação, provavelmente era desembarque de passageiros. ANOS 50
Curitiba em 1889, fotografia do alto da Catedral que estava em construção. Créditos: Bortolan Leilões.
Curitiba em 1889, fotografia do alto da Catedral que estava em construção. Créditos: Bortolan Leilões.
A Escola Estadual República Oriental do Uruguai fica na Avenida Presidente Afonso Camargo, no Capão da Imbuia. Foi criada pela Prefeitura Municipal de Curitiba, que reuniu no local três escolas isoladas na então região rural do Cajuru, sendo inaugurada no dia 5 de maio de 1942, com a denominação de Escola Municipal do Cajuru. Em 20 de outubro de 1942 o nome foi alterado para Grupo Escolar República do Uruguai.
A Escola Estadual República Oriental do Uruguai fica na Avenida Presidente Afonso Camargo, no Capão da Imbuia. Foi criada pela Prefeitura Municipal de Curitiba, que reuniu no local três escolas isoladas na então região rural do Cajuru, sendo inaugurada no dia 5 de maio de 1942, com a denominação de Escola Municipal do Cajuru. Em 20 de outubro de 1942 o nome foi alterado para Grupo Escolar República do Uruguai.
CHEGADA DA COMPANHIA TAUROMACHICA EM CURITIBA
CHEGADA DA COMPANHIA TAUROMACHICA EM CURITIBA
" [...] Em outubro de 1895, a imprensa noticiava um dos entretenimentos mais inusitados em Curitiba, anunciando a apresentação de uma "Companhia Tauromachica", instalada na Praça Thereza Christina (hoje, Praça Santos Andrade). A realização de touradas, contudo, não era novidade em terras curitibanas.
Os comentários tecidos pelos jornais, quanto à organização do evento e o comparecimento regular do público, registraram a presença do evento:
' Realizou-se anteontem a estréia da companhia de que é diretor o toureiro José Vieira. A função começou fora da hora, bastante tarde. A praça estava regularmente cheia, pois é uma das maiores que temos visto neste gênero de circo. É preciso, porém, que todas as tábuas sejam repregadas, pois apesar da comodidade, notamos que as arquibancadas, não estavam muito firmes, sendo o madeiramento um tanto fraco. A primeira parte da função desagradou, pois os touros negavam-se aos trabalhos, e eram naturais de bom gênio. Alem disso os artistas estavam muito encaiporados e a direção dos trabalhos não era nada regular. À segunda parte, um como que "brio" se apoderou dos toureiros e touros, havendo de parte a parte excelentes sortes, boas quedas admiráveis e cornadas que arrancaram aplausos.[...] '.
Apesar das críticas iniciais, a companhia permaneceu até dezembro, atraindo grande número de espectadores e enriquecendo suas apresentações. O jornal A República, de 15 de dezembro de 1895, anunciava um variado programa, composto por bandarilhamento de touros, a interessante prova de força de um homem, conhecido por Hércules, que deveria sustentar um arranque de quatro cavalos "bem nutridos", e ainda arrastar vinte homens dos "mais forçosos". Os preços para assistir ao espetáculo variavam entre os lugares reservados, diferenciando-se entre aqueles que ficavam na sombra ou os que ficavam no sol. Ao final das apresentações, geralmente, abria-se espaço para os chamados "profanos", aventureiros que saltavam para o picadeiro a fim de arriscar-se a domar o touro à unha.
No final do ano, o desmoronamento das arquibancadas construídas para os espectadores prejudicou as apresentações. O desastre valeu uma acirrada pendenga entre Pedro Falce, responsável pela construção da praça, e o engenheiro Carlos Barromei, chefe da Ia seção da Secretaria de Obras Públicas da Secretaria de Estado, acusado de ter liberado o local, estando ele sem as condições de segurança adequadas.
Nos anos seguintes, novas companhias tauromachicas visitaram Curitiba, sempre estabelecendo-se na Praça Thereza Christina. Em 1897, a companhia de João Vieira retornou à cidade. Desta feita, para incrementar o espetáculo, Vieira anunciava uma corrida de quatro touros trazidos da Fazenda Cambuguy, além de artistas vindos diretamente do Rio de Janeiro. Também estavam previstas apresentações de pantomimas, como encerramento do programa. A imprensa, procurando evitar novo desastre, alertava para a solidez da praça de touros, solicitando à prefeitura uma vistoria prévia. [...].
(Extraído de: acervodigital.ufpr.br)
Paulo Grani
AS MATINÊS DE ANTIGAMENTE
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