quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Assim era, a AVENIDA do BATEL em 1913. Ainda resiste ao tempo, a Edificação ao centro, onde funcionava a Cervejaria Cruzeiro, onde existiu uma Churrascaria.

 Assim era, a AVENIDA do BATEL em 1913. Ainda resiste ao tempo, a Edificação ao centro, onde funcionava a Cervejaria Cruzeiro, onde existiu uma Churrascaria.



A Praça da Republica, (RUI BARBOSA) em 1906, um descampado usado para manobras militares do quartel que ali estava instalado, o 6º. Regimento de Artilharia, cujo efetivo vemos desfilando. O sobrado ao fundo era o Hospital Militar, mais tarde o prédio foi usado pelo Colégio Iguaçu (Foto: Acervo / Cid Destefani)

 A Praça da Republica, (RUI BARBOSA) em 1906, um descampado usado para manobras militares do quartel que ali estava instalado, o 6º. Regimento de Artilharia, cujo efetivo vemos desfilando. O sobrado ao fundo era o Hospital Militar, mais tarde o prédio foi usado pelo Colégio Iguaçu (Foto: Acervo / Cid Destefani)



O AEROPORTO BACACHERI, ONTEM E HOJE

 O AEROPORTO BACACHERI, ONTEM E HOJE


Foto 1 - Vista da alameda frontal, em fins da década de 1940, quando a torre de controle parecia com uma cidadela de fortaleza medieval. Em pé, está Luiz Antonio Peralta em frente à pérgola que ainda existe por lá.
Portão de entrada do 5º Regimento de Aviação, instalado no Bacacheri, em 1933.

Foto 3 - Vista do pátio de aeronaves, com a torre de controle já reformada, com grandes janelões de vidro e exibindo o número do 12º Grupo de Aviação. Em primeiro plano aparece um bravo Vultee BT-15 Valiant (o Vultizinho), aeronave de treinamento básico da FAB, que possuía 122 destes aparelhos, entre 1942 e 1956.
Estação de passageiros do Aeroporto do Bacacheri, em 1939.
embarque de passageiros da Aerolloyd Iguassú no Aeroporto Bacacheri, em 1934.
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)
Hangares e patio de estacionamento do Aeroclube do Paraná, década de 1950.

Um avião Junckers da empresa VASP, década de 1940.
(Foto: Wischral, acervo Paulo José Costa)
Vista aérea das instalações do Aeroporto Bacacheri e arredores, em 1952.
(Foto: Acervo Esteio Engenharia)


















No início da década de 1930, no bairro do Bacacheri, foi estabelecida uma base aérea militar na área do antigo Colégio Agrícola Estadual, que já possuía uma pista para pouso e decolagens.

Na foto 1, vista da alameda frontal do velho prédio do comando da base aérea do Bacacheri, Curitiba, em fins da década de 1940, quando a torre de controle parecia com uma cidadela de fortaleza medieval, construida ainda no tempo da Escola Agrícola.

Na foto 3, vista do pátio de aeronaves, com a torre de controle já reformada, com grandes janelões de vidro e exibindo o número do 12º Grupo de Aviação. Em primeiro plano aparece um bravo Vultee BT-15 Valiant (o Vultizinho), aeronave de treinamento básico da FAB, que possuía 122 destes aparelhos, entre 1942 e 1956.

Desde 1932, o local do Aeroporto Bacacheri foi usado para fins militares. Em 1933, ali foi instalado um Destacamento de Aviação da FAB que passou a sediar o 5° Regimento de Aviação, comandado pelo major Samuel Ribeiro Gomes Pereira que, Imediatamente iniciou os serviços de terraplanagem, construção de um hangar provisório, duas pistas, uma rua de acesso, dois pontilhões e um portão na entrada pela Estrada da Graciosa. Enquanto eram construídos os hangares a pavilhões do 5° Regimento de Aviação, este instalou-se, provisoriamente, no Edifício da Escola Agronômica, no próprio Campo do Bacacheri.

Foram compradas as primeiras aeronaves do 5° R.Av., sete Vought Corsair, se deslocaram do Rio de Janeiro para Curitiba, em 03 de novembro de 1933.

Concomitantemente, em 1932, o governo do Estado doou ao Aeroclube do Paraná uma área de terras de 250.000 m2, nos fundos da Escola Agronômica, e mais uma faixa de seis metros para o acesso pela Estrada da Graciosa.

O Aeroclube do Paraná foi fundado, também em 1932, por vinte curitibanos simpatizantes da aviação que tinham íntima ligação com o governo da época. Logo de início a diretoria do clube concentrou esforços na construção do campo de aviação e na aquisição de aviões para treinamento; pois na época os aviões aterrissavam em campos naturais do Boqueirão, Guabirotuba, Bacacheri e Portão. 

Assim, inicialmente a área foi ocupada pelo Aeroclube do Paraná e o 5° Regimento de Aviação da FAB. 

Após a criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941, abrigou o Destacamento de Base Aérea de Curitiba, a Escola de Formação de Mecânicos, a Escola de Oficiais de Infantaria de Guarda (EOIG) e a Escola de Oficiais Especialistas da Aeronáutica (EOEAR).

Na década de 1980, após o fim da EOEIG, o brigadeiro Délio Jardim de Mattos, quando ministro da Aeronáutica, determinou que lá fosse instalado o CINDACTA II, inaugurando uma nova fase para o antigo campo de aviação.

A constante utilização da área de pouso por aeronaves civis fez com que, em abril de 1980, parte da localidade da Base Aérea do Bacacheri fosse transferida para a administração da Infraero, surgindo assim o Aeroporto do Bacacheri. Logo depois, foram construídos pátio de manobras, taxiways e o terminal de passageiros.

Empresas aéreas nacionais passaram a operar no terminal até a inauguração do Aeroporto Internacional Afonso Pena/São José dos Pinhais (PR) em 1997 quando a  aviação regional foi transferida para lá, ficando no Bacacheri as aeronaves executivas e de aviação geral. 

O terminal Bacacheri atende a operações de aviação englobando voos não regulares como empresas de táxi aéreo e escolas de aviação. Na área do sítio aeroportuário, com aproximadamente 1,4 milhão de m², estão instalados 43 hangares de empresas que fazem manutenção de aeronaves e hangaragem, além de ser base para as operações da Polícia Rodoviária Federal, Militar e Civil; Receita Federal e Casa Militar do Estado do Paraná. O aeroporto atende também as operações de transporte de enfermos e de órgãos.

O terminal de passageiros tem 157,10 m² e a pista de pousos e decolagens conta com 1.390 metros de comprimento, por 30 metros de largura. O aeroporto também dispõe de um pátio com 17 posições de estacionamento para aeronaves e funciona de 7h às 22h. Com capacidade para atender a até 200 mil viajantes ao ano, em 2016 foram registrados quase 23 mil pousos e decolagens, e passaram pelo local 85.761 passageiros.

Apesar de todas as glórias, o velho e bom Bacacheri não foi o campo de aviação mais antigo da cidade. Por coincidência do destino, foi a chácara da família Biscaia, situada nos arrabaldes do bairro do Portão.   

(Extraído de: acperalta.blogspot.com / Gazeta do Povo / Wikipédia / jws.com.br)

Paulo Grani

Volvo XC90 2.9 Executive Geartronic

 

Volvo XC90 2.9 Executive Geartronic

Volvo XC90

O Volvo XC90 2.9 Executive Geartronic é uma das versões de alto desempenho da linha XC90.

Fabricado na fábrica da Volvo em Torslanda, na Suécia, o XC90 ganhou a reputação de ser um veículo um tanto monótono, mas extremamente versátil.

O apresentador do Top Gear, Jeremy Clarkson, já foi dono de três XC90s no passado. E se você pode agradá-lo, então deve ser bom.

Os destaques do Volvo XC90 incluem altas pontuações de segurança, especialmente para impactos frontais e segurança de pedestres. O teto também é reforçado com aço de alta resistência para proteger os ocupantes em caso de capotamento.

O Instituto de Seguros para Segurança Rodoviária já concedeu ao Volvo XC90 o prêmio Top Safety Pick.

Volkswagen Touareg R50

 

Volkswagen Touareg R50

Volkswagen Touareg R50 2008Volkswagen Touareg R50 2008Volkswagen Touareg R50 2008

O diesel V10 turboalimentado de 345 cavalos do Touareg R50 é marcado por um nível de torque massivo de 627 lb-pés (850 Newton-metros) desenvolvido a 2.000 rpm. Isso dá ao Touareg R50 um tempo de 0-60 mph de 6,7 segundos e uma velocidade máxima de 146 mph.

De acordo com os números de desempenho do Touareg R50, a Volkswagen projetou novos recursos externos e internos de acordo com a filosofia R. Do lado de fora, o Touareg R50 é fácil de reconhecer com suas rodas de liga leve do tipo Omanyt de 21 polegadas e pneus de tamanho 295, pinças de freio pintadas de azul, alargamentos de roda discretos, saias laterais e pára-choques distintos (Pacote de Design Esportivo), bem como um grade do radiador modificada (em um acabamento cromado fosco).

Os extensos recursos do VW Touareg R50 também incluem um chassi esportivo com suspensão a ar: O chamado "Pacote de dinâmica de direção com compensação de rotação adaptativa" e chassi rebaixado em 20 milímetros complementa o modo "Sport" da suspensão a ar controlada manual ou automaticamente, alcançando um taxa de mola mais rígida.

No interior, as características do Touareg R50 incluem um sistema de assento desportivo em napa cor antracite com o logótipo R50 integrado nos encostos de cabeça. O logotipo também foi integrado nas placas de piso de aço inoxidável. Também em consonância com o carácter desportivo do Touareg está a decoração interior de "rotação do motor" de cor clara - uma estrutura metálica semelhante à utilizada anteriormente em carros de corrida - bem como tampas de metal trabalhado para os pedais do acelerador e do travão. Um logotipo R50 também decora a alavanca de câmbio da transmissão automática Tiptronic de seis velocidades.

Toyota Mega Cruiser

Toyota Mega Cruiser


 Toyota Mega Cruiser

Toyota Mega CruiserInterior do Toyota Mega Cruiser


O Toyota Mega Cruiser foi visto pela primeira vez no Tokyo Motor Show de 1993, dois anos depois entrou em produção. O Toyota Mega Cruiser foi a resposta do Japão ao Hummer H1 . Originalmente concebido como veículo militar, vários foram utilizados para uso civil. Muitos Mega Cruisers também encontraram seu caminho para a Polícia e outros serviços de emergência.

Movendo o maciço Toyota Mega Cruiser de 2,1 metros de largura é um motor de quatro cilindros em linha de 4,1 litros que desenvolve 150 cavalos de potência e 280 pés-lbs de torque. Isto está conectado a uma transmissão automática de quatro velocidades com overdrive, o Mega Cruiser está equipado com tração nas quatro rodas em tempo integral.

O Mega Cruiser ajudou a Toyota a entender o que torna um veículo off-road capaz, e as lições aprendidas e a tecnologia testada foram incorporadas a produtos mais convencionais, como o Toyota Land Cruiser.

Toyota FJ Cruiser

 

Toyota FJ Cruiser





O Toyota FJ Cruiser é um SUV elegante que apresenta influências de estilo dos modelos off-road anteriores da Toyota.

O FJ Cruiser chegou aos showrooms em 2006, sua primeira aparição, porém, foi em 2003 como um modelo-conceito. Originalmente, não estava programado para produção, mas devido a uma resposta tão positiva da imprensa e do público, a Toyota decidiu tornar o conceito uma realidade.

Drivetrain

O FJ Cruiser é movido por um motor 4.0L V6 com temporização de válvula variável (VVT-i). Esta unidade gera 239 hp @ 5200 rpm e 278 lb-ft (377 Nm) de torque a 2700 rpm. O mesmo motor é usado em algumas versões do Tacoma e 4Runner. Em 2010, o motor se beneficiou da adição do Dual VVT-i, resultando em um aumento adicional de 19 HP em potência e economia de combustível aprimorada também.

As transmissões oferecidas incluem 5 velocidades automáticas e um manual de 6 velocidades.


Carroçaria
O Toyota FJ Cruiser é um daqueles veículos que adoram ou odeiam em termos de estilo. Geralmente não há muitos problemas com a carroceria do veículo, porém os proprietários de alguns dos veículos anteriores relataram rachaduras e empenamentos nos arcos das rodas internas. Nos modelos subseqüentes, a Toyota relatou o problema.


Segurança
No geral, o FJ Cruiser teve uma pontuação muito boa em testes de segurança. Ele recebeu uma pontuação "Boa" em todos os testes do IIHS. Sua pontuação foi particularmente alta para impactos frontais e laterais. A proteção contra rollover foi seu ponto mais fraco.

ZPTP

 

ZPTP 


O ZPTP tem forte capacidade de suspensão e maior desempenho do grupo de potência.

O ZPTP possui proteção balística e contra minas. A configuração do veículo pode ser projetada de acordo com as necessidades operacionais do usuário. É a plataforma ideal para defesa aérea, comando e controle, radar móvel de grande escala, apoio de fogo de artilharia, apoio logístico, porta-munições, artilharia autopropelida e sistemas de mísseis.

ZPTP; Foi preferido pelas Forças Armadas turcas como plataforma do Sistema de Defesa Aérea no âmbito dos projetos KORKUT e HİSAR.

A plataforma do veículo KORKUT é anfíbia e tem a capacidade de nadar em rios e rios estagnados.

A plataforma do Sistema de Mísseis de Defesa Aérea de Baixa Altitude projetada para o Projeto HİSAR; Ele carrega os Sistemas de Mísseis de Defesa Aérea de Baixa Altitude (AİHSFS) nele (com radar de busca 3D).

Desta forma, HİSAR é uma plataforma única em sua classe de peso, capaz de realizar tarefas de controle de comando e controle de fogo na mesma plataforma.

Status Zptp Hisar Atis

ZPTP Fortress Shooting Status


Status de transferência Zptp Hisar

ZPTP Hisar - Status de transferência

INFORMAÇÕES GERAIS

Motor

Diesel

Transmissão

Totalmente automatizado

Equipe técnica

3 ou 4 (driver incluído)

Comprimento

7m

Largura

3,9 m

Altura

2,2 m

Suspensão

Eixo de torção

Sistema elétrico

24V

APU (Unidade de Energia Auxiliar)

14 kW

 

MOTILIDADE

Velocidade máxima em estrada

65km / h

Natação

Opcional

Pulando na água

1m

Alcance máximo da estrada

500 km

Gradiente máximo de subida

60%

Inclinação Lateral Máxima

30%

Ditch Jumping

2m

Obstáculo Vertical

0,8 m

 

capacidade de sobrevivência e SUPORTE DE VIDA

Sistema CBRN

(Nuclear, Biológico, Químico)

Pressão positiva

Sistema de ar condicionado

Padrão

 

 

Supressão Automática de Incêndio

No compartimento do motor e da tripulação

Morteiros de nevoeiro

Padrão, 8 peças

 

EQUIPAMENTO DE TAREFA

Periscópio de visão noturna 

AN / VVS-2