Trecho da ALAMEDA DOUTOR MURICY da década de 40.
CURITIBA E PARANA EM FOTOS ANTIGAS
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
sábado, 11 de julho de 2026
Bacacheri - Década de 1930
O povoamento da região que hoje chamamos de Bacacheri teve início em 1869 com o estabelecimento de uma pequena Colônia de imigrantes, em sua maioria Argelinos.
Em 1873, com a inauguração oficial da Estrada da Graciosa, o Bacacheri se tornou um importante local de passagem para o grande movimento, que seguia em direção a Paranaguá. Assim, diversos comércios e serviços foram criados, e o local passou a ser cada vez mais povoado.
Em 1932, foi estabelecido na região o Aeroclube do Paraná e em 1937 o 5º Regimento de Aviação, que em 1941 viria a se tornar a Base Aérea de Curitiba.
Com seu crescimento, em 1947 o território foi demarcado como Bairro do Bacacheri pelo decreto municipal nº 175.
Atualmente, o Bairro possui uma área de 6,98 km², e, em 2022, tinha quase 24 mil habitantes.
- Fontes: Acervo Curitiba Histórica / Foto de Arthur Wischral / Acervo Paulo José da Costa
RELEMBRANDO A ANTIGA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DE CURITIBA
RELEMBRANDO A ANTIGA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DE CURITIBA
Era o ano de 1965, tinha dez anos de idade, lembro-me que fui levado até a Estação Rodoviária de Curitiba, por meu tio Armando Greinert que havia vindo de Paranaguá buscar-me de umas férias escolares, que eu havia passado na casa da minha madrinha Iracema Henze.
Enquanto aguardávamos o horário de partida do ônibus, ele levou-me até um box da estação onde serviam cafés e sanduíches e pediu dois cafezinhos para nós. Logo fomos servidos no balcão, então ele adoçou o meu cafezinho e serviu-me.
Era acostumado a tomar o café caseiro que era passado no coador e depois ficava no bule esperando os membros da família chegarem à mesa. Então, inexperiente com as tecnologias da capital, levei a xícara à boca e dei um bocado como aquele que fazia em casa. Instantaneamente senti o café queimar a boca; desesperado, pensei, não posso dar vexame, então, deixei o café pelar.
Até a pele do céu da boca, soltou-se! Depois, percebi que o café era feito numa máquina toda brilhante, que saía vapor, leite quente e café pelando, coisa estranha e desconhecida para um menino do interior, não sabia que aquele café era servido quase fervendo.
Mas, voltando para a Estação Rodoviária, naquela oportunidade pude conhecê-la rapidamente. Lembro-me que ela tinha varias boxes, onde eram vendidos produtos e alguns serviços prestados. Além do balcão de sanduíches e café queeeente, lembro-me das agências de passagens, banca de jornais e revistas, frutaria, barbearia, pequeno armazém, mercearia, farmácia, etc.
Pois bem, aquela importante edificação fica no local que já foi conhecido como Largo do Ventura e hoje chama-se Praça Senador Correia, tendo como principal cruzamento as ruas João Negrão e André de Barros.
A Estação Rodoviária foi projetada pelo célebre arquiteto Rubens Meyster, inaugurada em 1956, e cumpria sua maior finalidade recepcionando os ônibus que faziam as linhas municipais para as grandes cidades paranaenses e até algumas capitais do país.
À frente dos boxes, havia um amplo corredor e, mais à frente, havia uma pequena mureta que, por fora, abrigava uma fileira de bancos de concreto, desenhados anatomicamente, onde os usuários podiam aguardar seu ônibus.
Logo à frente dos bancos, os ônibus estacionavam enfileirados em diagonal ao meio-fio de alinhamento e, lado-a-lado, formavam os pontos de embarque/desembarque, os quais eram parcialmente abrigados por uma laje que projetava-se do centro da edificação.
À frente dessa linha, abria-se um amplo pátio calçado com paralelepípedos, que servia para circulação e manobra dos ônibus e que ia até a divisa da Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, adjacente ao conjunto.
A Estação Rodoviária funcionou assim até 1972, quando foi construída a Estação Rodoferroviária de Curitiba, para onde migraram todas as linhas de ônibus estaduais e interestaduais.
Nos anos 1980, esse pátio foi replanejado e ao meio dele recebeu um novo eixo coberto, paralelo aos antigos pontos de embarque, cujo conjunto passou a receber os ônibus das linhas que seguem para as cidades da região metropolitana de Curitiba.
Assim, ela passou a ser chamada de Terminal Guadalupe, por onde, hoje, passam cerca de 270 mil pessoas.
Paulo Grani
CONHECENDO AS ORIGENS DA FAMÍLIA MARCHIORO DE CURITIBA
CONHECENDO AS ORIGENS DA FAMÍLIA MARCHIORO DE CURITIBA
"Nascido na Ástica, província de Vicenza na região do Venêto, Itália, descendia de família nobre e seu avô materno era o conde Scalabrini, seus pais, Giacomo Marchioro e Giulia Scalabrini Marchioro, deixaram na Itália tudo o que possuíam e vieram para o Brasil para não perder seus filhos nas cruentas guerras internas, que eram constantes nesta época, quando a Itália, em permanente convulsão procurava a sua unificação.
Havia receio de conflitos com a Etiópia, Somália e quando em 1878 morreu o Vítor Emanoel II e o Papa Pio IX, mais ainda se agravou a vida política da nação. Chegara a hora de procurar terras onde se pudesse viver com tranqüilidade, embora deixando a família e bens. Alexandre, o último filho do casal tinha 11 meses quando desembarcou no Brasil em 15 de dezembro de 1883, fixando-se em Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul.
Naquele época não havia escola na cidade, mas dona Giulia, sua mãe, com educação aprimorada, encarregou-se da educação dos filhos, transmitindo-lhes a sua formação européia. Orientando-os no sentido do trabalho, muitas vezes árduo, pois foram obrigados a começar vida nova em terra estranha, desconhecendo a língua e os costumes da terra, que adotaram como sendo sua.
Os filhos mais velhos: Pietro Giusepe, Maria e Isidoro ajudaram o pai a reorganizar a vida. Assim, em meio a dificuldades e sacrifícios, cresceu o pequeno Alexandre. Residiu, na época, juntamente com muitas outras famílias italianas que haviam chegado ao Brasil, anteriormente nas imediações de Bento Gonçalves, constituído num grupo de estrangeiros peninsular que tomou o nome de Borghetto. Havia estreita amizade entre as famílias Marchioro e Gusi, pertencentes ao núcleo.
Alexandre casou-se com Líbera Gusi, filha de Catarina Pizzato Gusi e Santo Gusi que era industrial. Naquele época iniciava-se, então, no Brasil a cultura da vinha nas encostas do planalto gaúcho com cepas trazidas pelos italianos procedentes de Vicenza. Três cidades formavam o chamado “polígono do vinho”: Caxias, Fordacuí e Bento Gonçalves. Com as suas excelentes costas de uvas e sua prática em matéria de preparo de vinhos, iniciou-se o fabrico em moldes domésticos para consumo próprio; aos poucos evoluíram para a produção comercial. E hoje o Rio Grande do Sul conta com uma grande indústria vinícola, mais ou menos 80% da produção nacional, pertencente ainda a muitos descendentes daquelas primeiras famílias.
Alexandre, dinâmico e empreendedor, por volta de 1903 associou-se a uma dessas indústrias, juntamente com a família Michelon, o que lhe proporcionou a oportunidade de viajar, pois era o encarregado de distribuir a produção da pequena empresa. Conheceu, então, o Paraná. Viajava a cavalo e com outros tropeiros, durando as viagens de 5 a 6 meses.
De volta de suas viagens, Alexandre relatava suas experiências e manifestava seu desejo de fixar residência em Curitiba. Realizou-se a viagem quando o casal já tinha a sua filha Julia Catarina, com 2 anos. Vieram por mar e desembarcaram em Paranaguá. Alexandre estabeleceu-se em Curitiba com uma casa comercial, primeiramente no Batel e depois na Praça Osório à Rua Riachuelo.
Em 1914 comprou um terreno na Água Verde e fundou uma indústria. Progrediu, ampliou os seus negócios, viajando freqüentemente à Argentina para adquirir matéria-prima para sua empresa que era uma fábrica de móveis de junco e de vime, fábrica de chapéus, vassouras, escovas e artefatos de madeira. Foi a primeira fábrica deste ramo no estado do Paraná. A firma que ele fundou ainda existe seguindo a tradição legada pelo seu fundador, nas pessoas de seus filhos e netos. Por volta de 1920 não existia nenhuma espécie de assistência aos trabalhadores. Isso levou o jovem industrial a iniciativa de pessoalmente dar assistência aos seus operários e às suas famílias. [...]
Reunia com freqüência seus operários para comemorar datas festivas. Gostava de música e ele mesmo ensaiava um coral formado por rapazes e moças da fábrica, para as festas religiosas da igreja da Água Verde. Em 14/07/1914, com um grupo de desportistas, fundou o “Savoya Futebol Clube”, (depois mudou para E.C. Água Verde, depois para E.C. Pinheiros e, em 1989, uniu-se ao Colorado E.C, dando origem ao Paraná Clube).
Foi o seu primeiro secretário e desde então, membros de sua família, fazem parte de sua diretoria. Era sócio benemérito das “Associadas Giuseppe Garibaldi” e instituição organizada “Fragli italiani morandi al Paraná”. Nós temos aqui um diploma de associado dele na época do ingresso. Essa sociedade ainda hoje existe e está localizada no Alto São Francisco, junto das ruínas dos jesuítas. Desenvolveu nesta instituição, igualmente, grandes atividades comunitárias.
Quando da Proclamação da República uma lei foi promulgada, tornando cidadãos brasileiros todos aqueles estrangeiros que não declararam a sua vontade de continuar com a naturalidade de origem. Em 1941, Alexandre, que sempre dizia ser o Brasil parte do seu coração, requereu o seu título declaratório de naturalidade brasileira, deferido e assinado pelo então presidente da República o Dr. Getúlio Vargas.
Alexandre foi um dos primeiros moradores do bairro do Água Verde e viu o bairro crescer e sempre esteve ao lado daqueles que trabalharam pelo seu engrandecimento. Qualquer iniciativa de vulto era certa a sua presença dando-lhe apoio e orientação. Muitas vezes foi convidado a participar de atividades políticas. No entanto, a política nunca o atraiu. Preferia sempre trabalhar anonimamente em benefício dos que o cercavam e procuravam.
Constituiu numerosa família. Teve o casal Alexandre e Libera, nove filhos: Julia Catarina, Rogério, Reinaldo, Rolando, Alice, Alzira, Arlindo, Zelinda e Nelson e deixaram mais de 70 descendentes, entre filhos, netos, bisnetos e tataranetos, agora. Faleceu Alexandre Marchioro aos 70 anos no dia 04/07/1953, uma semana antes de completar suas bodas de ouro
Quando veio do Rio Grande do Sul e fixou-se na Água Verde, havia ali poucas casas. Toda a região era coberta de matas e campos, nem havia calçamento. Nunca poderia lhe supor que, precisamente, neste lugar, 60 anos depois se ia inaugurar uma praça com o seu nome. Tal fato ocorreu no dia 5 de março de 1971, concretizando o desejo de vereador, de alguns vereadores. Era prefeito em Curitiba o Dr. Omar Sabbag...
Bem, em suma esta é a biografia de papai. Eu queria só esclarecer, ou acrescentar, que fazendo a biografia de Alexandre Marchioro, eu queria ressaltar também a figura de Libera Gusi Marchioro. Porque sempre se diz que ao lado de um homem de sucesso sempre tem uma mulher de valor. E minha mãe, enquanto papai era industrial e sempre foi industrial, cuidava sozinha da família com 9 filhos e cuidava de cerca de 60 a 70 moças que trabalhavam na indústria. Por isso, então, o mérito e a grandeza do trabalho que meu pai fez está associado também ao trabalho de minha mãe. CM: ... com toda certeza."
Tanque Leve L6/40: O Veículo de Reconhecimento da Itália O último e mais avançado tanque leve produzido pela Itália durante a Segunda Guerra Mundial
L6 / 40 tanque leve
| +Visão geral O tanque leve L6 / 40 é um tanque leve desenvolvido com base no tanque leve 5t planejado pela Fiat Ansaldo em meados da década de 1930. O protótipo do tanque leve 5t tem sido prototipado desde 1936 como um tipo de exportação de desenvolvimento do tanque rápido CV33. Três protótipos de tanques leves 5t foram produzidos, mas todos tinham armamentos e equipamentos diferentes. O primeiro protótipo não foi equipado com uma torre e foi equipado com um canhão tanque de 37 mm de calibre 26 no lado esquerdo da frente da sala de batalha, em vez da metralhadora de 8 mm do tanque rápido CV33. Como o primeiro carro, o segundo protótipo foi equipado com um canhão tanque de 37 mm de calibre 26 no lado esquerdo da frente da sala de batalha, e a torre foi equipada com uma metralhadora Fiat M35 de 8 mm. O terceiro protótipo de carro não estava equipado com armamento em sua carroceria, mas estava equipado com um canhão tanque de calibre 26 de 37 mm em sua torre. O desenvolvimento de um tanque leve em escala real foi iniciado com base no terceiro protótipo deste tanque leve 5t, e o primeiro protótipo foi concluído em 1939. Nos 40 anos seguintes, vários testes práticos foram iniciados, e 583 carros foram encomendados como "6/40 tanques leves" (Carro Armato Leggero 6/40). A estrutura do tanque leve L6 / 40 é rebitada no corpo e na torre, e a espessura da armadura é de 30 mm na frente, 14,5 mm na lateral / traseira, 6 mm na parte superior / inferior, 30 mm na frente , 14,5 mm na lateral / traseira e 6 mm na parte superior. No protótipo do tanque leve 5t, o escudo da torre foi equipado com um canhão de tanque de calibre 26 37 mm como canhão principal, mas como esse canhão era antigo e tinha baixa penetração de blindagem, o Departamento de Armaduras do Exército Italiano substituiu-o por um canhão mais poderoso. esperava isso. Como uma medida temporária até que um novo canhão principal seja selecionado, o tanque leve protótipo L6 / 40 será equipado com uma torre um pouco menor que é diferente do tipo de produção posterior, e a torre será armada com uma metralhadora Breda M38 de 8 mm. Foi equipado com. A versão de produção do tanque leve L6 / 40 tem uma torre maior e foi substituída por um canhão Breda M35 de 20 mm, calibre 65, com alta velocidade inicial e alta cadência de tiro. Além disso, no lado esquerdo do canhão principal, uma metralhadora Breda M38 de 8 mm foi coaxialmente equipada como armamento secundário. O canhão 20mm Breda M35 é um canhão antiaéreo modificado para uso em veículos, podendo usar granadas e granadas perfurantes. Foi um desempenho que superou o padrão da época. Os projéteis foram carregados com clipes a cada oito tiros, e o número de balas carregadas foi de 296. O tanque leve L6 / 40 era um veículo muito pequeno, com apenas dois tripulantes, o motorista do lado direito do campo de batalha e o comandante e artilheiro na torre. Como o tipo de produção também era equipado com um rádio, o comandante tinha que desempenhar as três funções de artilheiro, carregador e rádio, além de comandar seu próprio veículo. A torre era giratória manual, nenhuma cesta era usada e o comandante deveria sentar-se em um assento suspenso por dois tubos. Devido à posição do motorista no lado direito da sala de batalha, a torre é montada com um grande deslocamento para o lado esquerdo, e a sala de máquinas na parte traseira do veículo está equipada com um líquido Fiat 18D de 4 cilindros em linha -motor a gasolina resfriado (potência 68cv) .Estava instalado. A transmissão 18TL da empresa (4 velocidades à frente / 1 marcha à ré) foi alojada na parte dianteira da carroceria do carro, e as rodas de partida também foram dispostas na parte dianteira. A roda guia traseira foi aterrada para aumentar o comprimento da esteira. Em vez da suspensão com mola de lâmina do tanque rápido CV33, o primeiro veículo de esteira do Exército italiano adotou uma suspensão com barra de torção. Esta suspensão de barra de torção era muito distinta, com um bogey consistindo de dois conjuntos de rodas conectadas a um longo braço em forma de arco conectado à barra de torção. Embora a ordem de produção do tanque leve L6 / 40 tenha sido feita em 1940, a produção do carro blindado AB41 com a torre do tanque leve L6 / 40 montado no carro blindado AB40 foi priorizada, então a produção do carro blindado AB41 foi efetivamente priorizado. A produção de tanques começou apenas em 1941 e, no final do mesmo ano, teve início o envio de tropas. No entanto, nesta época, o canhão de 20 mm do canhão principal foi apontado como tendo poder de fogo insuficiente como o tanque Panzer II alemão, e a produção foi interrompida no final de 1942 devido ao fraco poder de defesa, e foi concluído como um L6 / Tanque leve 40. Apenas 283 carros. Os 300 carros restantes foram desviados do corpo do tanque leve L6 / 40 e direcionados ao fuzil Semovente L40 da 47/32 com um fuzil de 47mm calibre 32 no lado esquerdo da frente da sala de batalha. Além disso, como um derivado do tanque leve L6 / 40, o tanque lança-chamas L6Lf (Lf significa Lanciafiamme: lança-chamas) foi prototipado, mas não foi oficialmente adotado. Este veículo foi equipado com o último sistema lança-chamas do tanque L3Lf do lança-chamas dentro do tanque leve L6 / 40. O tanque leve L6 / 40 era capaz de atingir uma velocidade máxima de 42km / h na estrada e não era mal manobrável fora da estrada, por isso foi implantado na divisão de cavalaria, que era a principal responsável pelo reconhecimento, em setembro de 1943. Foi usado no Norte da África, a Campanha Oriental, a Península Balcânica, Itália, Córsega, etc. até a rendição da Itália. Após a rendição da Itália, o exército alemão o requisitou, desdobrou-o para o batalhão de tanques Adria e a polícia e o exportou para a Croácia. Além disso, um número muito pequeno foi usado por guerrilheiros iugoslavos. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<L6 / 40 tanque leve> Comprimento total : 3,78 m Largura total: 1,92 m Altura total: 2,03 m Peso total : 6,8t Tripulação: 2 pessoas Motor: Fiat SPA 18D 4 tempos em linha 4 tempos 4 cilindros em linha com gasolina refrigerada a líquido Máximo potência: 68hp / 2.500rpm Velocidade máxima: 42km / h Alcance de cruzeiro: 200km Armados: 65 calibre 20mm Metralhadora Breda M35 x 1 (296 tiros) 8mm Metralhadora Breda M38 x 1 (1.560 tiros) Espessura da armadura: 6-30mm | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<Tanque do lança-chamas L6Lf> Comprimento total : 3,78 m Largura total: 1,92 m Altura total: 2,03 m Peso total : 6,8 t Tripulação: 2 pessoas Motor: Fiat SPA 18D 4 tempos em linha 4 tempos 4 cilindros em linha com gasolina refrigerada a líquido Máximo potência: 68hp / 2.500rpm Velocidade máxima: 42km / h Alcance de cruzeiro: 200km Armados: Radiador de chama x 1 (60 litros) Metralhadora Breda M38 de 8mm x 1 (1.560 tiros) Espessura da armadura: 6-30mm | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<Referências> ・ "Tanque italiano Pantzer Janeiro 2002 da Segunda Guerra Mundial (3) Série L6 tanque leve" por Mitsuru Shiraishi Argonaute Co. , Ltd.・ "Tanque italiano Panzer março 2002 da Segunda Guerra Mundial" (4) Tanque Flame, Mitsuru Shiraishi, Argonaute , maio de 2020, Italian Tank, Its Birth and the History of Hardships, Kazuatsu Yoshikawa, Argonaute , setembro de 2000, Italian Army in North Africa AFV "Mitsuru Shiraishi, Argonaute ," Panzer outubro de 2014, Italian L6 / 40 Light Tank " Kenji Jojima, Argonaute , "Grand Power Abril de 2000, Exército Italiano (1) Veículo Militar do Exército Italiano" Kaoru Shimada, Delta Publishing , "Grand Power June 2000, Italian Army (3) Italian Army Firearms", Miaki Inada, Delta Publishing , " Tanques do Mundo (1) 1ª e 2ª Guerras Mundiais "Galileo Publicado por" O Veículo Militar Italiano da Segunda Guerra Mundial "por Kaoru Shimada Galileo Publishing e" Os Tanques do Mundo 1915-1945 "por Peter Chamberlain / Chris Ellis Pintura Dainippon ・"Guia Visual WWII Tank (2) Eastern Front" Hideki Kawabata Escrito por Koei "Tank Directory 1939-45" Koei "Tank Mechanism Encyclopedia" por Shin Ueda Grand Prix Publishing ・ "Tanques e carros blindados do mundo", de Akira Takeuchi Gakken Tanque Leve L6/40: O Veículo de Reconhecimento da ItáliaO último e mais avançado tanque leve produzido pela Itália durante a Segunda Guerra Mundial 📋 Visão GeralO L6/40 foi desenvolvido pela Fiat-Ansaldo a partir de um projeto iniciado em meados da década de 1930, originalmente chamado de “tanque leve de 5 toneladas”. Surgiu como evolução dos pequenos veículos da série CV33, com o objetivo de criar um blindado mais moderno, com melhor proteção e capacidade de combate, voltado principalmente para funções de reconhecimento, escolta e apoio à infantaria. Após uma série de protótipos com diferentes configurações de armamento, o modelo final foi oficializado em 1940. A produção começou efetivamente em 1941 e durou até o final de 1942, quando foi considerado obsoleto para o confronto direto com tanques inimigos. Mesmo assim, continuou em serviço até o fim da guerra, inclusive utilizado pelas forças alemãs e por outros grupos após a rendição italiana. 🛠️ Desenvolvimento e Características PrincipaisOrigem e Protótipos
Armamento
Estrutura e Mecânica
⚙️ Especificações TécnicasL6/40 – Versão PadrãoTabela
L6Lf – Versão Lança-ChamasTabela
🚚 Produção, Versões Derivadas e ServiçoProdução
Versões Derivadas
Uso em Combate
📚 Referências Bibliográficas
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