segunda-feira, 29 de maio de 2023

A abelha azul, cujo nome científico é Amegilla cingulata, também é conhecida por Blue Banded Bee!!

 A abelha azul, cujo nome científico é Amegilla cingulata, também é conhecida por Blue Banded Bee!!



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As abelhas azuis não são agressivas e, apesar de possuírem ferrão, só picam pessoas ou animais apenas quando são ameaçadas ou machucadas.

Aliás outra característica curiosa desta espécie é o seu comportamento solitário, pois ao contrário dos outros tipos de abelhas que formam colônias enormes e barulhentas, as abelhas azuis vivem sozinhas.

Tanto que é comum ver os machos dormindo agarrados em caules ou no interior de certas flores, enquanto as fêmeas solteiras preferem se abrigar em tocas de argila.

Porém, como tudo tem sua exceção que confirma a regra, no período de acasalamento os casais escolhem fazer seus ninhos próximos a outros casais da mesma espécie, geralmente as margens de rios secos ou casas com paredes de barro ou tijolo. 

BERGAMA CIDADE ANTIGA NA ESMIRNA TURQUIA

 BERGAMA CIDADE ANTIGA NA ESMIRNA TURQUIA


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O distrito de Bergama, localizado a 130 km ao norte da província de Esmirna, foi a capital do Reino de Pérgamo, uma das civilizações mais enraizadas do mundo. Tendo testemunhado inúmeros desenvolvimentos nos campos da ciência, cultura e história desde a sua criação, Bergama foi um dos principais centros de desenvolvimento da ciência médica na Anatólia.

Invenções revolucionárias como a descoberta dos primeiros instrumentos usados ​​na medicina em torno de Bergama, o símbolo da farmácia, o símbolo da cobra aninhada e o tratamento psicológico com o som da água têm a assinatura de Bergama.

Conhecida como a antiga cidade de Pérgamo abriga as obras arquitetônicas mais impressionantes dos períodos jônico, helênico, romano e bizantino. A cidade, que se tornou conhecida como centro de cultura, ciência e arte no período helenístico, é uma cidade onde pela primeira vez foram utilizados métodos naturais de tratamento como música, teatro, esportes, sol e lama, onde a cobra, o símbolo da medicina e das ciências farmacêuticas, e o primeiro grande hospital da história, Asklepion foi fundado.

Bergama, cidade de saúde onde foram utilizados os primeiros remédios preparados com psicoterapia e ópio, está listada entre as 100 cidades históricas de importância comum da Bacia do Mediterrâneo pelas Nações Unidas.

As primeiras obras de Bergama, que se destacou no mundo com as suas primeiras, que também são consideradas patrimônio da humanidade, são as seguintes:

Primeiro pergaminho (fazendo papel de couro)

A primeira biblioteca asiática (200 mil volumes)

Primeiro grande hospital (Asclepion)

Terapia de primeira sugestão (Psicoterapia)

Primeiro tratamento natural (com música, teatro, esportes, sol e lama)

Primeira farmacologia (remédios naturais)

Primeira droga modelo de ópio

Primeira higiene urbana (infraestrutura de saúde)

Cobra, o primeiro símbolo da medicina e da farmácia.

Com suas ruínas antigas, estruturas históricas e belezas naturais, Bergama é uma parada obrigatória entre os lugares a visitar em Izmir.

O lince-do-canadá (Lynx canadensis) é uma espécie de felino nativa do Canadá e parte dos Estados Unidos.

 O lince-do-canadá (Lynx canadensis) é uma espécie de felino nativa do Canadá e parte dos Estados Unidos.


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O lince-do-canadá (Lynx canadensis) é uma espécie de felino nativa do Canadá e parte dos Estados Unidos.

O lince-do-canadá é carnívoro. As lebres americanas são parte importante de sua dieta. Alimenta-se também de roedores, pássaros e peixes. No inverno, pode alimentar-se de presas maiores, tal como cervos.

O cio pode demorar até 5 dias. Dois ou três filhotes nascem após um período de gestação de 8 a 10 semanas. Os filhotes pesam cerca 200g após o nascimento e começam comer carne a partir de idade, sendo desmamados completamente após 5 meses.

Indivíduos desta espécie possuem pelagem geralmente da coloração marrom-amarelada, muitas vezes com pontos marrons escuros. As partes superiores têm frequentemente uma aparência cinzenta grisalha e a parte inferior amarela pálida. A cauda é curta e quase sempre apresenta a ponta de cor negra.

O comprimento de corpo de espécimes adultos varia entre 67 a 107 cm e o peso de 5 a 17 kg. Os machos são maiores do que fêmeas.

Vive em florestas e áreas rochosas com tampa e tundra. Canadá, e partes de Estados Unidos que incluem Montana ocidental e partes vizinhas de Idaho, Washington. Populações também pequenas em Nova Inglaterra, Utá. 

Povos Bárbaros: os Hunos

 Povos Bárbaros: os Hunos


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Os hunos eram uma tribo nômade de origem desconhecida. Talvez os pesquisadores e estudiosos nunca saberão ao certo de onde eles vieram, pois, esse povo não deixou nenhum tipo de texto. A primeira vez que se teve conhecimento sobre os hunos foi através de fontes romanas em relatos do historiador Tácito em 91 a.C., onde em um de seus relatos ele cita uma tribo bárbara vivendo na região do Mar Cáspio, mas esse povo não passava de mais uma tribo bárbara para o Império Romano.

Livro recomendado: O dia dos bárbaros: 9 de agosto de 378 https://amzn.to/3IOeXSy

Com o passar do tempo os hunos ganhariam importância ao se tornar um dos principais contribuintes da queda do Império Romano, e suas invasões as fronteiras do império inspiraram o episódio que ficou conhecido como a Grande Migração (376 – 476 d.C.). A migração de povos como os Alanos, Godos e Vândalos, enfraqueceram o império com ataques e insurreições. Um dos exemplos da grande influência dos Hunos foi a invasão dos Visigodos sob o comando de Fritigerno, que foram levados pelos Hunos ao território em 376 d.C. Os Visigodos se levantaram em revolta contra Roma, dando início a Primeira Guerra Gótica (376 – 382 d.C.), onde os romanos foram derrotados na Batalha de Adrianópolis, e seu imperador Valente foi morto.

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Sob o comando de Átila (434-453 d.C.) os hunos se tornaram a mais poderosa força militar da Europa levando morte e devastação por onde quer que fossem. Em 453 d.C., Átila ameaçou o imperador Marciano, advertindo-o de que se os tributos há muito atrasados não fossem pagos o Oriente seria devastado, entretanto, após as comemorações de seu novo casamento com a princesa Hilda, Átila morre repentinamente de causas naturais. O império de Átila, o Huno desmoronou após seus filhos lutarem uns contra os outros pela supremacia em 469 d.C.

Desde o século XVIII que estudiosos tentam localizar a origem dos hunos, e especulam que eles podem ter sido o misterioso povo xiongnu que viviam nas fronteiras no norte da China. Acredita-se que a construção da muralha da China seria uma maneira de impedir a invasão dos xiongnu, e após a sua construção a dinastia Han teria os expulsados até o rio Danúbio. Os xiongnu eram povos nômades, seus guerreiros montavam cavalos e atiravam com arco e flecha.

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O escritor antigo Amiano não escreve sobre suas origens, mas descreve-os em sua obra História de Roma:

A nação dos hunos, supera todos os outros bárbaros na selvageria e embora carreguem a semelhança de homens, eles são tão pouco avançados na civilização que não fazem uso do fogo, nem qualquer tipo de prazer, na preparação de sua comida, mas se alimentam de raízes que encontram nos campos e da carne meio crua de qualquer espécie animal.

A conquista da região onde hoje é a Hungria mostra a velocidade com que os hunos se moviam. No ano 370 d.C. eles conquistaram os Alamos, e em 376 d.C. expulsaram os visigodos até o território romano. Eles continuaram sua invasão, e entre os anos de 395 – 398 d.C. ocuparam a Trácia e Síria, pertencentes ao Império Romano, destruindo fazendas e cidades, mas não tinham a intensão de se instalar nas regiões. A pressão sobre as tribos vizinhas e sobre o Império Romano continuava sem precedentes. Wolfram, citando como exemplo os godos e Atanarico escreveu:

O thervingi não tinha esperança de sobreviver em uma terra devastada que um novo tipo de inimigo poderia destruir à vontade, praticamente sem aviso prévio. Ninguém sabia como se defender dos hunos.

Em 406 d.C. os vândalos cruzaram o rio Reno congelado e invadiram a Gália tentando escapar dos hunos, e trazendo com eles muitas outras tribos. O Império Romano também não escapou dos ataques dos hunos e, em 408 d.C., sob o comando de Uldin, um grupo de hunos saqueou a Trácia.

Por falta de poderio militar suficiente para defender as suas fronteiras contra o ataque dos Hunos resolveu pagar pela paz. O comandante Uldin exigiu enorme quantia que os romanos se recusaram a pagar, sendo assim, as negociações de paz fracassaram. Os romanos então tiveram a ideia de comprar os subordinados de Uldin, esse método se mostrou muito eficiente, e se tornou a prática preferida de Roma para lidar com os Hunos desde então.

Átila, o Huno liderou seus exércitos em diversos ataques e campanhas entre os anos de 445-451 d.C., massacrando habitantes e deixado um rastro de destruição pelo território romano. No ano de 451 d.C., foi recebido pelo general Flávio Aécio e seu aliado Teodorico I rei dos Visigodos (418-451 d.C.) na Batalha das Planícies onde sofreu sua primeira derrota. Após a invasão de Átila a Itália em 452 d.C., os moradores das cidades e vilas da região fugiram para os pântanos buscando segurança e eventualmente criaram a cidade de Veneza. 

domingo, 28 de maio de 2023

PARANÁ - LOCOMOTIVA COM GRUPO DE PESSOAS NA ESTAÇÃO VOLTA GRANDE EM 31/08/1924.

 PARANÁ - LOCOMOTIVA COM GRUPO DE PESSOAS NA ESTAÇÃO VOLTA GRANDE EM 31/08/1924.

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Entre rosas, pinturas e um bispo, conheça as histórias do casarão sueco de Curitiba

 Entre rosas, pinturas e um bispo, conheça as histórias do casarão sueco de Curitiba

O casarão que se levanta sobre a Mateus Leme com a Barão de Antonina, logo atrás do shopping Mueller, parece um palacete qualquer aos olhos distraídos. Mas a impressão termina assim que você bota o pé lá dentro, e se depara com uma galeria de pinturas em quase todos os cômodos: holandesinhas dançantes na copa, cruz de Malta na antiga capela, florões dourados em fundo azul no que costumava ser a sala de jantar. É justamente essa colcha de retalhos artística que faz da casa sueca conhecida como Villa Sophia uma joia arquitetônica da cidade.Nenhum outro lugar da cidade oferece tantas pinturas diferentes bem preservadas quanto o casarão”, garantem os arquitetos responsáveis pelo projeto de restauro Ivilyn Weigert e Leandro Gilioli. O que encanta ainda mais é que todos esses ornamentos dão conta de jogar luz sobre os principais capítulos da história de 120 anos do pequeno castelo.

Palacete de apelidos

A casa nasceu por volta de 1896 como uma chácara cercada de pomares pela vontade do sueco Guilherme Lindroth, que ajudou a fundar o Clube Duque de Caxias e o Coritiba Futebol Clube, como consta em um relatório técnico da construção. Apesar da origem escandinava do proprietário, o palacete não guarda características arquitetônicas da terra dos vikings porque Lindroth resolveu “contratar marceneiros alemães, os construtores mais disputados da época, e deixou as pinturas por conta dos italianos, os melhores na lida com o pincel”, conta a restauradora Tatiana Zanelatto Domingues.Com mais de 2 mil m² distribuídos em três pavimentos e um pé direito de 4,5 metros, a casa esbanja o rigor das técnicas construtivas germânicas sem perder o charme eclético, com muitas linhas geométricas do Art Déco. O casarão recebeu o nome de Villa Sophia em homenagem à esposa de Lindroth, Sophia Mueller, filha do suíço Gotlieb Mueller. A moça adorava cultivar rosas e o primeiro apelido da residência vem daí: “casa das rosas”.

A casa da santa

Depois de 40 anos servindo de residência para as famílias Lindroth e Mueller, em 1937 o imóvel foi vendido para a Igreja Católica e passou a se chamar “casa do bispo”. Foi durante esse período que o casarão ganhou um de seus maiores trunfos: uma reprodução da pintura a óleo da Imaculada Conceição de El Escoria, de 1665, do espanhol Bartolomé Murillo, cuja obra original se encontra no Museu Nacional do Prado.Depois da passagem dos bispos, no final da década de 1950, o imóvel foi repassado para outro ramo da igreja. Depois de anos abandonado, foi adquirido em 2007 por um engenheiro que adora investir em edifícios antigos, mas que prefere o anonimato. Junto do escritório de advocacia Vernalha Guimarães & Pereira Advogados, proporcionaram a repaginada do casarão.

Em tempo: a santa foi pintada originalmente em um cômodo do terceiro andar no lugar da sacada. Com a restauração, ela foi realocada para o hall do edifício, e hoje é a primeira a sorrir para os visitantes.


Foto aérea mostrando casas com jardins e quintais, entre as vias Visconde de Guarapuava, Sete de Setembro, Silva Jardim e Iguaçu, na década de 1940

 Foto aérea mostrando casas com jardins e quintais, entre as vias Visconde de Guarapuava, Sete de Setembro, Silva Jardim e Iguaçu, na década de 1940

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Igreja de São Miguel, em Irati (nesta foto ainda construída em madeira) - ano de 1948.

 Igreja de São Miguel, em Irati (nesta foto ainda construída em madeira) - ano de 1948.


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— Vista parcial de Curitiba, contemplando em primeiro plano a Praça Tiradentes- Ano 1905

 — Vista parcial de Curitiba, contemplando em primeiro plano
Praça Tiradentes- Ano 1905


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— Vista da Praça Tiradentes da década de 1910, aparece parte da fonte que lá existia

 — Vista da Praça Tiradentes da década de 1910, aparece parte da fonte que lá existia


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