domingo, 28 de maio de 2023

Angu com molho de linguiça do Hamilton

 Angu com molho de linguiça do Hamilton


Ingredientes (6 porções)

Angu

  • leite500 ml de leite
  • 1 e 1/2 xícara de Milharina ou fubá
  • água300 ml de água
  • margarina1 colher bem cheia de margarina
  • alho3 dentes de alho amassado
  • cebola1/2 cebola picada
  • 2 tabletes de caldo de carne dissolvido em 500 ml de água fervente
  • 2 colheres de sopa bem cheia de requeijão
  • queijo ralado200 g de queijo ralado grosso

Molho de Linguiça

  • 350 g de linguiça suína ou qualquer uma de sua preferência
  • margarina1 colher de margarina
  • alho3 dentes de alho amassado
  • cebola1/2 cebola picada
  • tomate1/2 tomate picado sem semente
  • salsal a gosto
  • molho de tomate200 ml de molho de tomate
  • água200 ml de água

Modo de preparo

Modo de preparo : 40min
  1. 1

    Angu:

    Dissolva o fubá na água e reserve.

  2. 2

    Em uma panela alta doure o alho e a cebola na margarina.

  3. 3

    Adicione o caldo de carne dissolvido e deixe levantar fervura.

  4. 4

    Coloque o leite e mexa.

  5. 5

    Despeje o fubá e vá mexendo para não empelotar, até ficar consistente.

  6. 6

    Após obter consistência, adicione o requeijão e mexa por mais 1 minuto.

  7. 7

    Desligue o fogo e coloque uma camada em um refratário que vá ao forno/microondas, espalhe o queijo ralado sobre esta camada e coloque a outra camada por cima.

  8. 8

    Molho de linguiça:

    Cozinhe a linguiça por 10 minutos.

  9. 9

    Depois escorra e corte no tamanho que desejar.

  10. 10

    Coloque a margarina e a linguiça em uma panela para fritar.

  11. 11

    Adicione a cebola, o alho, o tomate e o sal até dourar a linguiça.

  12. 12

    Despeje o molho de tomate, mexa bem e adicione água aos poucos, até obter uma mistura cremosa e homogênea.

  13. 13

    Deixe ferver para apurar o sabor e desligue o fogo.

  14. 14

    Coloque o angu no forno/micro-ondas por 2 minutos em potência alta, retire do forno/micro-ondas adicione o molho e sirva quente.

  15. 15

    Bom apetite!

Frango ensopado da Mama

 Frango ensopado da Mama


Ingredientes (5 porções)

  • 1 frango inteiro picado
  • 1 cebola cortada em cubinho
  • alho2 dentes de alho amassados
  • 1 pimentão verde sem sementes, cortado em fatias
  • extrato de tomate1 colher de sopa de extrato de tomate
  • água4 copos de água
  • 2 envelopes sazón sabor nordeste
  • cheiro-verdeCheiro-verde a gosto
  • cominhoCominho
  • óleoÓleo
  • salSal

Modo de preparo

Modo de preparo : 1h
  1. 1

    Cortar o frango em pedaços.

  2. 2

    Escaldar os pedaços de frango (reservar).

  3. 3

    Fritar em uma panela grande o alho e a cebola até dourar.

  4. 4

    Na mesma panela colocar o frango em pedaços.

  5. 5

    Refogar o frango até ficar douradinho.

  6. 6

    Quando estiver dourado, colocar 4 copos de água (fogo alto).

  7. 7

    Após jogar a água, despejar os outros ingredientes: extrato de tomate, sal, tempero Sazón, pimentão, cheiro verde e o cominho.

  8. 8

    Mexer um pouco para misturar.

  9. 9

    Quando estiver fervendo, abaixar o fogo e deixar cozinhar até molho ficar grosso ou a água ficar pela metade.

  10. 10

    Cozinhe por aproximadamente 40 minutos.

China potência marítima do século XV

 China potência marítima do século XV

Os juncos de Zheng He

China potência marítima do século XV

China potência marítima, muito antes dos portugueses se lançarem ao mar

Um dos objetivos deste site é disseminar a cultura náutica tão relegada entre nós, a ponto de se dizer que “os brasileiros deram as costas ao mar” e, em consequência, aos problemas a ele ligados. Hoje vamos conhecer a China potência marítima do século 15.

História da navegação

Disseminar não só as questões ecológicas relacionadas aos mares mas procurar, na medida do possível, chamar a atenção para a riquíssima história náutica mundial da qual somos filhos. Este é mais um dos objetivos do Mar Sem Fim. Afinal, nossos antepassados portugueses escreveram uma das mais lindas e trágicas sagas marítimas da história da humanidade. No Brasil, nem por isso as escolas, ou faculdades, dedicam ao tema o espaço que merece.

A ignorância da população não é à toa…

China potência marítima do século XV

A China já era uma potência marítima muito antes dos portugueses se atirarem ao mar. Os chineses dominavam a técnica de navegação e construção naval. Seu maior expoente foi um eunuco muçulmano chinês, chamado Zheng He (1371-1433). No período de 1405 até 1433, navegou sete vezes para o Sudeste Asiático e Oceano Índico. Sua frota era a maior do mundo na época. Consistia em mais de 200 navios e cerca de 27.800 marinheiros e soldados. Os chineses a chamavam de navios do tesouro.

De acordo com o site muslimheritage.com, “os navios usados em todo o Oceano Índico, os juncos, refaziam algumas das mesmas rotas tomadas por Ibn Battuta (chamado de o viajante do islamismo e o maior viajante dos tempos pré-modernos. -site /wol.jw.org). Com eles navegou para a África Oriental, Meca, Golfo Pérsico. Estes navios têm mais de 300 pés de comprimento e 150 pés de largura, sendo o maior de 440 metros de comprimento e 186 de largura. A maioria foi construída no estaleiro Dragon Bay, perto de Nanjing, cujos vestígios ainda podem ser vistos.”
O tamanho descrito não é consenso

O tamanho descrito, porém, não é consenso na academia. Segundo a Wikipedia “ as dimensões são muito debatidas. De acordo com o cientista britânico, historiador e sinólogo Joseph Needham, o tamanho do maior desses navios era de 137 m (450 pés) por 55 m (180 pés), o que os tornariam pelo menos duas vezes maiores que os maiores navios europeus no final do século XVI.” 
China potência marítima no século XV

Entretanto, prossegue o site, “em 1962, um grande leme foi desenterrado no depósito do tesouro em Nanjing. Como tem 11 metros de comprimento, considerou-se que tais dimensões correspondem a navios de 600 pés de comprimento.”
Ibn Battuta no porto de Calicute descreve a frota

Em uma de suas viagens Ibn Battuta chegou ao porto de Calicute onde viu grandes navios mercantes. Os juncos faziam a rota que ele pretendia usar para a China. “Os navios tinham até 12 velas, todas feitas de bambu entrelaçado. A tripulação era de no máximo mil pessoas: 600 marinheiros e 400 guerreiros. As famílias dos marinheiros viviam a bordo do navio, onde “[cultivavam] verduras, legumes e gengibre em tanques de madeira”, disse Ibn Battuta.
Descrição de Marco Polo

Outro famoso viajante de então, Marco Polo, também descreveu os juncos: “Eu lhes digo que são na maior parte construídos da madeira que é chamada abeto ou pinho… têm um andar, que a gente chama de convés. Neste convés há geralmente 60 quartos ou cabanas, e em alguns, mais, e em alguns, menos…E quatro mastros com velas, e eles freqüentemente acrescentam dois mastros, que são levantados e guardados toda vez que desejam, com duas velas, de acordo com o estado do tempo.”

Outras fontes falam em “quatro pavimentos, ou conveses. Os navios podiam acomodar entre 500 a mais de 1.500 passageiros.”
China potência marítima no século XV

Sobre uma das maiores novidades à época, os compartimentos estanques inventados pelos chineses: “Alguns navios, têm além de 13 porões, isto é, divisões, no interior, feitas com pranchas fortes encaixadas, de modo que, se por acaso o navio bater em em uma pedra, faz com que a água entre… E então a água que entra pelo buraco corre até o porão, que nunca fica totalmente inundado.”
China potência marítima no século XV: ilustração dos compartimentos estanques
As invenções na arte da construção naval chinesa

Não bastassem os fabulosos compartimentos estanques, usados até hoje. (Wikipedia): “a quilha dos juncos consistia em vigas de madeira amarradas com aros de ferro. Os navios também usavam âncoras flutuantes nas laterais para aumentar a estabilidade. A fabricação de papel, bússola, pólvora, impressão e porcelana, são apenas algumas das invenções chinesas.
Cascos duplos divididos em compartimentos estanques

“Um avanço importante na construção naval usado desde o segundo século na China foi a construção de cascos duplos divididos em compartimentos estanques separados. Os navios também traziam um método de transporte de água para passageiros e animais, bem como tanques para manter as capturas de peixe frescos. Crucial para a navegação foi outra invenção chinesa do primeiro século, o leme da popa, preso à parte traseira de um navio que podia ser elevado e baixado de acordo com a profundidade da água, e usado para navegar perto da costa, em portos lotados e canais estreitos e rasos. Ambas as invenções eram comuns na China mil anos antes de sua introdução na Europa.
A invenção do leme na popa, que podia subir, ou descer, conforme a necessidade. (ilustração: http://www.southbaysail.com/)
A primeira frota de Zheng He

A partir do início do século 15, ele viajou para o Ocidente sete vezes. Por 28 anos, viajou mais de 50.000 km, visitando mais de 37 países. Zheng He morreu no décimo ano do reinado do imperador Ming Xuande (1433) e foi enterrado na periferia sul de Bull’s Head Hill (Niushou) em Nanjing.
Zheng He no comando da frota chinesa. (Ilustração: http://www.southbaysail.com/)

Muslimheritage.com: “a primeira frota de Zheng He incluiu 27.870 homens em 317 navios, incluindo marinheiros, balconistas, intérpretes, soldados, artesãos, médicos e meteorologistas. A bordo estavam grandes quantidades de carga, incluindo artigos de seda, porcelana, ouro e prataria, utensílios de cobre, utensílios de ferro e artigos de algodão. A frota navegou ao longo da costa da China até Champa, perto do Vietnã, e depois de cruzar o Mar da China Meridional, visitou Java, Sumatra e chegou ao Sri Lanka passando pelo Estreito de Malaca. No caminho de volta, ele navegou ao longo da costa oeste da Índia e voltou para casa em 1407.”
China potência marítima no século XV. As viagens. (Mapa: www.sutori.com)

“A frota formada por juncos gigantes, era escoltada por dezenas de navios de abastecimento, navios que carregavam tanques de água, de transportes para cavalaria e barcos de patrulha.“
“1421 – O Ano Em que a China Descobriu o Mundo”

A China potência marítima não era um fato conhecido do leigo até o submarinista inglês, Gavin Menzies, publicar o livro cujo título reproduzimos acima (década de 2000). De cara tornou-se um best-seller. Ocorre que o autor foi além dos fatos comprovados, insistindo que os chineses descobriram a maior parte do mundo. Menzies afirma que foram eles que descobriram a Antártica, a América do Norte, Austrália, América Central, do Sul (Brasil incluso) e até o polo norte.
Tese fortemente combatida

Mas, esta tese, é fortemente combatida pela vasta maioria dos historiadores mais renomados. Os chineses poderiam ter feitos estas descobertas? Com exceção dos polos, sim, pelo que se já provou de suas fantásticas embarcações. Entre muitas outras, eles de fato tinham barcos grandes o suficiente para manterem pequenas plantações de ervas, frutas e plantas comestíveis, a ponto de seus marinheiros jamais enfrentarem o pesadelo dos nautas portugueses, e outros da mesma época, o escorbuto. Mas, daí a terem descoberto todo o mundo, depende da imaginação do autor. Para historiadores como Eric Hobsbawm, e todos os outros do mesmo calibre, eles jamais ultrapassaram o Cabo da Boa Esperança.
E por que pararam no Cabo da Boa Esperança?

Bem, para isso é preciso conhecer mais a fundo a história da China e suas várias dinastias. Uma breve explicação do site khanacademy.org: “No início da dinastia Ming (1368–1644), a China era líder mundial no uso de armas baseadas em pólvora, construção naval e navegação, e na produção de porcelana e vários outros materiais que exigiam conhecimento tecnológico. Muitos desses desenvolvimentos não continuaram ao longo da era Ming.
O confucionismo

O confucionismo não encorajou o comércio, e isso – combinado com uma forte crença na superioridade de sua própria cultura – levou os imperadores Ming a fechar as portas do país para ideias e pessoas estrangeiras, limitando o acesso a algumas cidades portuárias no sul. Após o reinado do imperador Yongle (1403–1424), houve pouca exploração geográfica. A investigação científica também se atrasou, e no final da dinastia a China estava importando armas da Europa, onde a construção naval e as habilidades de navegação haviam se tornado mais avançadas.”
Pararam porque assim decidiram

Resumindo, pararam porque assim decidiram. Não por falta de barcos capazes de tais feitos. A China quase sempre se considerou o centro do mundo, e os povos não chineses eram por eles tratados como ‘bárbaros’. As viagens de Zheng He aconteceram num único momento de abertura; tinham como objetivo não apenas a exploração, mas conquistar a vassalagem dos ‘bárbaros’. Feito isso, houve mudanças políticas importantes naquele país, ao mesmo tempo em que começou a ameaça mongol. Por isso, ao invés de continuarem navegando, preferiram defender o norte do país (contra a ameaça mongol), ‘fechando-se em sua própria concha’.
Documentário do History Chanel

Encontramos na internet um documentário do History Chanel. O documentário se baseia nos livros do submarinista Gavin Menzies que tenta provar sua tese até hoje não aceita por historiadores, mesmo os chineses. Caso queira assistir procure no youtube por ‘Quien descubrio en realidad America? ‘ (mas não embarque na tese furada). Se preferir o livro, procure por ‘1421 – O Ano Em Que A China Descobriu o Mundo’, Ed. Bertrand Brasil.
Vídeo Chinês

Um amigo do Mar Sem Fim encaminhou um vídeo raro e sensacional que confirma a China potência marítima. Uma produção chinesa, narrada em mandarim com legendas em inglês. Ele mostra a descoberta de um naufrágio da era Fuchuan, debaixo d’água há, aproximadamente, 800 anos; portanto, ainda anterior aos navios do tesouro de Zheng He. Mas, mesmo sendo um navio mercante construído por volta de 1200 d.C, ele já mostra algumas características dos navios do tesouro. O desenho do casco é semelhante, o leme duplo já existia, assim como os porões, aparentemente estanques. E com mais uma característica super interessante: assim como os navios fenícios, eles tinham olhos pintados na proa. Uma tradição que existe até hoje. O naufrágio foi descoberto por pescadores em 1996, no Mar da China. Foi o primeiro descoberto em mar alto, não próximo da costa. Vale a pena assistir:

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Ilustração de abertura: Frota do Tesouro Ming Chegando ao Porto de Mogadíscio, na Costa Suaíli (www.behance.net/).

Fontes: https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/102011285; http://www.pbs.org/wgbh/nova/ancient/ancient-chinese-explorers.html; https://journals.lib.unb.ca/index.php/ihr/article/viewFile/23380/27155; https://en.wikipedia.org/wiki/Chinese_treasure_ship; https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Chinese_inventions; https://www.khanacademy.org/humanities/art-asia/imperial-china/ming-dynasty/a/technology-during-the-ming-dynasty-13681644; http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/05/grandes-navegacoes-chinesas.html.

(Do https://marsemfim.com.br/)

Esqueleto de 7.000 anos perfeitamente preservado é desenterrado durante reforma na Polônia!!

 Esqueleto de 7.000 anos perfeitamente preservado é desenterrado durante reforma na Polônia!!


Pode ser uma imagem de osso e texto

Arqueólogos na Polônia descobriram o esqueleto completo de uma pessoa que viveu há cerca de 7.000 anos perto do que hoje é Cracóvia.

O esqueleto neolítico, desenterrado durante a reforma de uma praça da cidade em Słomniki, está em excelentes condições e foi encontrado com fragmentos de cerâmica ao lado. Com base no estilo da cerâmica, que pertence à Cultura da Cerâmica Linear, o sepultamento provavelmente data de cerca de 7.000 anos atrás, disse Paweł Micyk, um arqueólogo da Galty Earth & Engineering Services que escavou o local, à Live Science por e-mail.
O indivíduo foi enterrado em solo frouxamente compactado com composição química não ácida, o que ajudou a preservar o esqueleto, disse Micyk.
“No momento, não podemos determinar quem era a pessoa enterrada”, embora uma próxima análise por um antropólogo provavelmente revele mais informações, disse Micyk. Além disso, a equipe planeja datar o esqueleto por radiocarbono para obter um período de tempo mais preciso de quando o indivíduo viveu.

Fragmentos de líticos de sílex também foram encontrados ao lado do sepultamento. Alguns dos bens da sepultura foram danificados porque o nível superior da sepultura foi nivelado em algum momento no passado, disse Micyk.
Małgorzata Kot, uma professora adjunta de arqueologia da Universidade de Varsóvia que não está envolvida com a escavação, disse que “esta é uma descoberta emocionante e muito importante, de fato”. O “sepultamento pertence aos primeiros agricultores neolíticos que cruzaram os Cárpatos pelo sul e entraram na Polônia no 6º milênio”, disse Kot à Live Science por e-mail.

Desses primeiros agricultores, “ainda sabemos pouco sobre [sua] cultura e especialmente sobre as práticas funerárias. Eles enterravam seus mortos dentro dos assentamentos ou em cemitérios separados, mas os cemitérios são muito raros”, disse Kot. É possível que esse esqueleto lance mais luz sobre essas pessoas, disse Kot.
“Você deve imaginar que esses primeiros agricultores estavam entrando em uma terra absolutamente nova para eles – a terra da floresta profunda das terras baixas da Europa Central. É uma terra de clima mais severo, mas também uma terra que já era habitada por outras pessoas”, disse Kot, observando que eles teriam encontrado caçadores-coletores que já viviam lá.
Os agricultores e caçadores-coletores coexistiram por cerca de dois milênios, mas como eles interagiram não está totalmente claro, disse Kot.

Por Julio Batista.
Original de Owen Jarus para a Live Science.

Via: Universo Racionalista.

Arquipélago de Svalbard – Noruega: Proibido sepultamentos

 Arquipélago de Svalbard – Noruega: Proibido sepultamentos


Pode ser uma imagem de ártico

É onde o mundo acaba no Ártico.. Último ponto permanentemente habitado. No meio do Oceano Ártico, apenas a 1.000 km do local mais ao norte do planeta Terra: o paralelo 90°+ ou Pólo Norte. Dali para o Norte, não há mais nada a não ser geleiras., Na região da capital Longyearbyen (foto ) 3.000 pessoas convivem com 975 ursos polares (um para cada três pessoas), No inverno, apenas frio e a escuridão da Noite Polar. No verão, claridade de 24 horas com Sol da Meia-Noite. Seu solo possui grandes áreas cobertas por *permafrost *ou o gelo eterno que não derrete nunca e que cobre 15% da superfície terrestre. Nas épocas mais quentes do ano (máxima de 10° C) forma-se nessa área um terreno pantanoso que os solos congelados não são capazes de absorver e que volta a congelar no inverno.
Ė ilegal ser enterrado em Longyearbyen. O único cemitério existente na capital foi fechado em 1950. A camada *permafrost *permanentemente congelada abaixo no solo impede que os corpos enterrados entrem em decomposição. O gelo criogenicamente os preserva e também os vírus dentro deles. Como alguns desses corpos de trabalhadores da mineração de carvão da ilha foram enterrados no início do século passado, ainda carregam vestígios do vírus da gripe espanhola, que assolou o planeta entre 1918 e 1920.. Morreu? Espera o Ferryboat e partiu Tromso, no continente. RIP.