domingo, 28 de maio de 2023

— Vista da Região do Centro Cívico. Avista-se ao fundo o Palácio Iguaçu, dos anos 70

 — Vista da Região do Centro Cívico. Avista-se ao fundo o Palácio Iguaçu, dos anos 70


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Ao Centro a Praça Generoso Marques, próximo de 1930

 Ao Centro a Praça Generoso Marques, próximo de 1930


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***Vista do Alto da Rua XV, a partir da caixa d'água. *** Ano 1955.

 ***Vista do Alto da Rua XV, a partir da caixa d'água. ***
Ano 1955.


Pode ser uma imagem em preto e branco de rua e neblina

RELEMBRANDO O RESTAURANTE NINO

 RELEMBRANDO O RESTAURANTE NINO

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O governador Paulo Pimentel em um jantar no restaurante Nino.


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Giovanni Arcere (1906-1967), proprietário do Restaurante Nino, na Praça Carlos Gomes em Curitiba-PR.

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Alice Corrêa Arcere, esposa do sr. Giovanni Arcere, proprietários do Restaurante Nino, na Praça Carlos Gomes em Curitiba-PR.
" Em 1955, na rua Pedro Ivo nº 423, no vigésimo andar do Edifício Frederico Reichmann, em Curitiba, surgiu o Restaurante Nino, fundado pelo italiano Giovani Arseri, cujo apelido era Nino.
Segundo Bóris Musialowski, um dos assíduos clientes - 'O Restaurante Nino, que ficava no último andar do prédio da Gazeta, na Pedro Ivo, esquina com a praça Carlos Gomes, foi uma das coisas mais fora do comum, na época, para Curitiba: um restaurante num prédio! Pode-se dizer que foi o primeiro restaurante a ir às alturas. O acontecimento foi realmente muito comentado! Era um restaurante de elite. Servia os mais variados pratos com o maior requinte. Acho que para a época era muito caro'.
O Nino era um restaurante bastante procurado pelos políticos. Comenta-se, inclusive, que passou a constar do cardápio o arroz à Ney Braga! em homenagem ao político, ilustre freqüentador do restaurante.
O jornal O Estado do Paraná, registrou à época alguns encontros de executivos e políticos realizados no Restaurante Nino: 'Homenagem da Câmara de Comércio Teuto-Brasileira: Com a presença do Governador Munhoz da Rocha realizou-se no dia de ontem, no Bar e Restaurante Nino, grande almoço oferecido pela Câmara do Comércio Teuto-Brasileira, em homenagem ao Dr. Fritz Oellers, Embaixador da República da Alemanha, atualmente em visita a Curitiba'. (O Estado do Paraná, 16/01/1955).
'Homenageado o Governador Munhoz da Rocha - Pelo transcurso do IV aniversário de sua posse no governo do Paraná, o Dr. Bento Munhoz da Rocha foi alvo de expressiva homenagem que lhe foi tributada pelos auxiliares diretos de seu governo e que constou de um banquete servido no Restaurante Nino'. (O Estado do Paraná, 2 fev. 1955).
Em 1961, o Restaurante Nino passou a ser administrado pelo sr. Hans Egon Breyer e sua esposa. Basicamente manteve o mesmo cardápio existente na época do sr. Giovani: carne, frango, peixe, camarão, vatapá e seus respectivos acompanhamentos, tudo com muito requinte.
Considerado um dos restaurantes mais chiques do sul do Brasil, usava prataria Hering, louça branca, toalhas brancas engomadas e fazia propaganda em out-door na entrada de Ponta Grossa.
Em entrevista, o sr. Breyer afirmou que o Restaurante Nino tinha uma vista panorâmica maravilhosa, podia-se descortinar a Serra do Mar, e isso era um dos motivos para atrair a clientela.
O Nino foi um restaurante que ganhou fama pela sua sofisticação, pela sua cozinha internacional, pelo tratamento dispensado aos fregueses. Conforme comentários das pessoas entrevistadas, todas são unânimes em dizer que o Nino, apesar de ser um restaurante caro, era um ambiente muito agradável, que merecia ser freqüentado, principalmente para se comemorar com amigos ou a dois.
O Nino funcionou até 1972, sob a responsabilidade do sr. Breyer. A partir dessa data, o novo proprietário transformou as instalações para um restaurante vegetariano. "
(Extraído do livro: Gosto, prazer e sociabilidade : bares e restaurantes de Curitiba, 1950-60, de Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim / Fotos: Internet)
Paulo Grani

PLINIO SALGADO E OS INTEGRALISTAS EM CURITIBA

 PLINIO SALGADO E OS INTEGRALISTAS EM CURITIBA


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Plinio Salgado e o núcleo Integralista, em Curitiba.


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Sessão de encerramento do Congresso Integralista. Plínio Salgado encontra-se sentado ao centro. Blumenau, 1935.


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Saudação adotada pelos jovens Integralistas, 1937.


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Nenhuma descrição de foto disponível." ... Em fevereiro de 1932, Plínio fundou a Sociedade de Estudos Políticos (SEP), que congregava os principais intelectuais simpáticos ao fascismo. Meses depois, ele lança o Manifesto de Outubro, que apresentava as diretrizes para a fundação de um novo partido político, a "Ação Integralista Brasileira-AIB". Em fevereiro de 1934, no I Congresso Integralista, em Vitória, Plínio confirmou sua autoridade absoluta sobre a entidade recém-fundada, tendo recebido o título de "chefe nacional" da AIB.
A AIB tinha como base de apoio imigrantes italianos, grande parte da comunidade portuguesa, as classes alta e média e militares, especialmente na Marinha. Conforme o partido crescia, Vargas tinha no integralismo sua única base de apoio mobilizada no espectro da direita, que se extasiava com sua repressão de cunho fascista contra a esquerda brasileira.
Em 23 de julho de 1934, ocorreu a cerimônia oficial de instalação da sede Provincial da AIB no Paraná. A sede localizava-se num sobrado sito à Rua Barão do Rio Branco, no 129. O periódico "A Offensiva" registrou o aparecimento “em Curityba dos seus primeiros camisas-verdes, perto de 50 novos companheiros”.
Em agosto de 1934, publicou-se o primeiro jornal da AIB no Paraná, denominado "O Integralista". Seu redator-chefe era o acadêmico João Alves da Rocha Loures Sobrinho, secretário da Secção Universitária da Província. O primeiro número, um pasquim de 4 páginas, tem claramente a missão de mostrar aos paranaenses o sentido e as diretrizes gerais do movimento. Rocha Loures Sobrinho, em texto inaugural intitulado "A Nossa Revolução", busca mostrar a amplitude da revolução integralista, para além da nação, com o discurso:
"Estamos vivendo o fim de uma cultura. A ideia moderna, o espirito moderno, o archisatisfeito seculo XIX, como fala José Ortega y Gasset, os “immortaes principios” da Revolução Francesa, o artificialismo profundo da concepção liberal da vida, emfim, essa imensa falta do senso do Real e da Finalidade está desaparecendo do mundo. A nossa época forja com os dados reais da vida e do mundo, do homem e da sociedade, a cultura autthentica dos tempo novos. É a Revolução Integral, que se implanta dominando o sentido do seculo. É a maior synthese social da Historia, em contraposição ao analytismo impotente ou ás hypotheses imperfeitas do passado".
Em setembro de 1934, Plínio Salgado fez sua primeira visita à Província, após a fundação oficial, percorrendo Curitiba e Ponta Grossa. Tratava-se de uma viagem circular pelo Sul do país, região onde o Integralismo começara a mostrar números relevantes de adesões. Em Curitiba, no dia 20, Plinio Salgado, acompanhado por Miguel Reale, proferiu uma conferência no Teatro Guaíra, descrita pelo A Offensiva como "um dos mais significativos acontecimentos que já se registraram na capital do Paraná. Uma assistencia formidavel applaudiu delirantemente as palavras de Plinio Salgado e de Miguel Reale".
Em Ponta Grossa, os líderes do Integralismo promoveram também uma conferência no Teatro Éden e visitaram o Ginásio Regente Feijó, cujo diretor era Brasil Pinheiro Machado. Nesse período, a cidade despontava como um promissor núcleo integralista, que, em menos de um ano, atingiria cerca de 500 filiados.
O movimento durou só até 1937.
Origem: Wikipédia.
(Crédito fotos: snh2011.anpuh.org, Pinterest, Wikipédia)
Paulo Grani.

Sopa veloute de frango com champignon paris fresco

 Sopa veloute de frango com champignon paris fresco


Ingredientes (4 porções)

  • 800 g de frango inteiro
  • 300 g de champignon paris fresco
  • creme de leite fresco300 ml de creme de leite fresco
  • 150 g de salsão
  • cebola1 cebola média
  • cenoura2 cenouras médias
  • alho3 dentes de alho
  • louro1 folha de louro
  • 2 colheres de manteiga fresca
  • 1 batata média cozida para engrossar
  • 4 fatias de pão de forma para torrada

Modo de preparo

Modo de preparo : 30min
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    Cozinhe o frango com metade da cebola, salsão e a cenoura picados em pedaços grandes. Junte o alho, o louro picados e a batata.

  2. 2

    Quando cozido retire, desfie o frango e separe. Amasse a batata e também deixe separado. Passe o caldo em um chinoise (coedor) e reserve.

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    Em uma panela leve em fogo brando a manteiga e a outra metade da cebola picada, junte os outros dois alhos picados, a batata amassada e o caldo do frango. Em seguida agregue o champignon picado e o frango desfiado. Finalize com o creme de leite fresco e dê o ponto com sal e pimenta. Servir com as torradas.