sexta-feira, 26 de maio de 2023

Sopão nordestino

 Sopão nordestino


Ingredientes (10 porções)

  • tomate1 tomate grande picado
  • cebola1/2 cebola branca picada
  • pimentão1 pimentão picado
  • alho2 dentes de alho
  • caldo de carne1 tablete de caldo de carne
  • cominho1 colher de chá de cominho
  • 1 colher de sopa de colorau (ou mais se você quiser a cor mais intensa)
  • 2 colheres de sopa de óleo para refogar a carne
  • vinagre1 colher de vinagre
  • cenoura1 cenoura grande picada
  • batata3 batatas pequenas picadas
  • chuchu1 chuchu picado
  • 1/2 repolho cortado
  • couve (à gosto)
  • coentrocoentro (à gosto)
  • cebolinhacebolinha (á gosto)
  • 2 xícaras de chá de carne charque (carne seca)
  • arroz parbolizado1 xícara de arroz parboilizado
  • 1 xícara de chá de macarrão
  • 2 litros de água (se precisar é só acrescentar aos poucos)

Modo de preparo

Modo de preparo : 1h 30min
  1. 1

    Primeiramente coloque a carne e a água para ferver para tirar um pouco do sal.

  2. 2

    Depois que a carne ferver escorra e coloque em uma panela junto com o alho, a cebola e o óleo

  3. 3

    aos pucos vai acrescentando a tomate e o pimentão.

  4. 4

    Quando tiver refogado é só acrescentar os temperos (cominho e colorau) o vinagre, o caldo de carne e a água.

  5. 5

    Quando começar ferver coloque a cenoura e o arroz.

  6. 6

    Depois de uns 10 minutos coloque as batatas, o chuchu, o repolho, a couve (se quiser) e o macarrão.

  7. 7

    Quando estiver tudo cozido coloque o coentro e a cebolinha.

Mulher na praia de Omaha, Normandia, França 1947.

 Mulher na praia de Omaha, Normandia, França 1947.


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Omaha (em inglês Omaha Beach), chamada comummente de Praia de Omaha, foi o nome de código de um dos cinco setores para a invasão dos Aliados ao território da França ocupada, em 6 de junho de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. "Praia de Omaha" refere-se a uma seção de 8 quilômetros (5 milhas) da costa da Normandia, França, de frente para o Canal da Mancha, indo de Sainte-Honorine-des-Pertes a oeste de Vierville-sur-Mer na porção direita do estuário do rio Douve. Os desembarques ali eram necessários para unirem as duas frentes ofensivas, ligando o Exército Britânico que havia desembarcado a leste da Praia Gold, com as forças americanas que haviam chegado pelo oeste da Praia de Utah, desta maneira provendo contínua pressão contra a ocupação alemã da costa da Normandia, na Baía do Sena. Tomar a Praia de Omaha seria responsabilidade das tropas do Exército dos Estados Unidos, sendo estas transportadas até o local do ataque pela Marinha dos Estados Unidos com alguma ajuda da Marinha Real Britânica.

No dia, que ficou conhecido como Dia D, a 29.ª Divisão de Infantaria Americana, que ainda não havia sido posta a teste, uniu-se à nona companhia dos Rangers redirecionada à Pointe du Hoc, onde deveriam empreender ataque à metade ocidental da praia nos setores "Charlie", "Dog Green", "Dog White", "Dog Red" e "Easy Green", abrangendo Vierville-sur-Mer.

O principal objetivo em Omaha era o de assegurar a linha da praia entre Port-en-Bessin-Huppain e o rio Vire (totalizando 8 km de extensão), ligando a frente americana aos britânicos que haviam desembarcado na Praia Gold a leste. Desta maneira, os Aliados alcançariam a área de Isigny-sur-Mer a oeste, unindo-se finalmente com a VII Corporação, que havia desembarcado na Praia Utah. À oposição dos desembarques estava a 352ª Divisão de Infantaria Alemã, formada por um grande contingente de adolescentes, mesmo estes sendo suplementados por veteranos que haviam combatido na Frente Oriental. A 352.ª Divisão nunca passou por qualquer treinamento de batalhão ou regimento. Dos 12 020 homens que compunham a divisão destacada para proteger uma frente de 53 km, somente 6 800 possuíam experiência em combate. Os alemães estavam amplamente posicionados em pontos fortalecidos com casamatas e búnquers ao longo da costa - sua estratégia baseava-se em barrar qualquer assalto pelo mar ainda na linha da praia. De todo o modo, segundo os cálculos dos Aliados, as defesas postas em Omaha indicavam serem três vezes mais fortes que as encontradas durante a Batalha de Kwajalein, e o número de inimigos era quatro vezes maior. Mas muito pouco saiu como planejado. Dificuldades na navegação causaram grande parte das embarcações de desembarque a errarem seus alvos ao longo do dia. As defesas foram inesperadamente fortes e causaram pesadas baixas no desembarque das tropas americanas. Sob fogo pesado, os engenheiros lutaram para superar os obstáculos da praia; desembarques posteriores se agruparam em torno dos poucos canais que foram abertos. Enfraquecidos pelas baixas sofridas apenas no desembarque, as tropas de assalto sobreviventes não conseguiram limpar as saídas fortemente defendidas da praia. Isso causou mais problemas e consequentes atrasos para desembarques posteriores. Pequenas penetrações foram eventualmente alcançadas por grupos de sobreviventes fazendo ataques improvisados, escalando os penhascos entre os pontos mais fortemente defendidos. No final do dia, dois pequenos pontos de apoio isolados foram conquistados, que foram posteriormente explorados contra defesas mais fracas mais para o interior, alcançando os objetivos originais do Dia D nos dias seguintes.

Um trabalhador da construção civil de Nova York caminha ao longo de uma viga bem acima das ruas da cidade, por volta de 1950. (Foto de Ben McCall)

 Um trabalhador da construção civil de Nova York caminha ao longo de uma viga bem acima das ruas da cidade, por volta de 1950. (Foto de Ben McCall)


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Veja que coisa estranha: estamos piorando na construção civil. Pense na tecnologia que temos hoje que não tínhamos na década de 1970. As novas gerações de ferramentas elétricas, modelagem por computador, teleconferência, maquinário avançado, materiais pré-fabricados e transporte global. Você pensaria que poderíamos construir muito mais, muito mais rápido, por menos dinheiro, do que no passado. Mas não. Ou, pelo menos, não nós, americanos.

Durante as décadas de 1950 e 1960, a produtividade no setor de construção —quanto mais poderia ser feito com o mesmo número de trabalhadores, máquinas e terrenos— cresceu mais rápido do que a produtividade no restante da economia. Então, por volta de 1970, começou a decair, mesmo com o aumento da produtividade em toda a economia. Hoje, a divergência é realmente maluca.

Em 2020, um trabalhador da construção civil produzia menos que outro em 1970, pelo menos segundo as estatísticas oficiais. Compare isso com a economia em geral, onde a produtividade do trabalho aumentou 290% de 1950 a 2020, ou com o setor manufatureiro, cuja produtividade aumentou nove vezes.

Em "The Strange and Awful Path of Productivity in the U.S. Construction Sector" (o estranho e terrível caminho da produtividade no setor de construção nos EUA), Austan Goolsbee, recém-nomeado presidente do Federal Reserve de Chicago e ex-presidente do Conselho de Consultores Econômicos do presidente Barack Obama, e Chad Syverson, economista da Escola de Administração Booth da Universidade de Chicago, decidiram descobrir se tudo isso é apenas um truque de estatística e, se não, o que deu errado.

Seu trabalho funciona por processo de eliminação. Primeiro, eles analisam se houve menos investimento de capital na construção do que em outras partes da economia. Não.

Em seguida, examinam se estamos medindo mal a construção —o que significaria que, a partir da década de 1970, começamos a superestimar a mão de obra e os materiais usados pela indústria da construção ou a subestimar o quanto foi produzido com eles, ou ambos.

Eles testam isso de algumas maneiras diferentes, mas o mais interessante é ver quantas casas foram construídas por trabalhador, ajustadas pela área construída. Aí, a tendência parece mais estável do que negativa, e talvez ligeiramente positiva para residências unifamiliares, mas está longe de levar a produtividade da construção para um nível próximo da economia em geral.

Reforçando a ideia de que isso não é uma peculiaridade dos registros americanos, a desaceleração é internacional. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico acompanhou a produtividade da construção em 29 países de 1996 a 2019. Em 40% deles a produtividade caiu.

Syverson me enviou os dados subjacentes, e os únicos países em que a produtividade aumentou mais de 2 pontos percentuais ao ano foram Eslováquia, Letônia, Estônia e Lituânia —países mais pobres que se reconstruíram após o colapso da União Soviética e do bloco soviético.

Então, se não é subinvestimento e não é uma ilusão estatística, o que é? Aqui, Goolsbee e Syverson parecem perplexos. A Escola de Administração Wharton, por exemplo, acompanha os regulamentos de construção em todas as cidades, e a dupla testou a carga regulatória contra a produtividade da construção.

Houve uma leve relação, mas nada impressionante. Eles analisaram quais estados americanos tiveram as taxas mais altas e mais baixas de aumentos de produtividade. Os piores desempenhos, segundo Syverson, foram Alasca, Idaho, Wyoming, Delaware e Michigan. As estrelas relativas foram Geórgia, Carolina do Norte, Carolina do Sul, Virgínia e Colorado. Isso não se presta a uma história clara de estados republicanos e estados democratas, ou estados urbanos e estados rurais.

Syverson, por exemplo, é cético quanto à existência de uma única resposta. "Não sei como você consegue 50 anos de declínio sem ter vários problemas", disse ele. "Todo mundo tem sua teoria preferida. Mas todo mundo tem uma preferência diferente."

Mas Goolsbee e Syverson são economistas. Talvez a causa seja óbvia para os especialistas do setor. Liguei para Ed Zarenski, que trabalhou em construção, principalmente como estimador, por mais de 40 anos e agora dirige a empresa de análise de mercado Construction Analytics. Zarenski, que acompanha de perto os custos de construção e o volume de negócios. Ele concorda que houve uma desaceleração. E concorda que não há uma causa única para isso. Mas quando ele pensa em como era a indústria da construção quando começou sua carreira e como é agora, os exemplos são muitos.

"Quando comecei nos anos 1970, você fazia uma estimativa para um projeto", ele me disse. "Você apresentava, fazia sua oferta e, se ganhasse, começava a construção. Quando saí em 2014, você fazia três orçamentos para cada trabalho antes mesmo de fazer a oferta. Isso se torna parte do custo do trabalho."

Ou veja o canteiro de obra, disse ele. "Os recursos de segurança nas obras quando comecei na indústria nem eram perceptíveis. A segurança em uma obra hoje é incrivelmente diferente. Você não caminha sobre uma viga, você contorna por um caminho marcado para que você fique seguro e não caia pela lateral do prédio. Quando me aposentei, uma coisa que acontecia todos os dias, em todas as obras, eram 15 minutos obrigatórios de ginástica antes de começar o dia de trabalho. Isso é totalmente improdutivo, mas levou a menos lesões no local de trabalho durante o dia."

E por trás de tudo isso há papelada, papelada e mais papelada. "O trabalho que fazemos hoje exige mais centenas de pessoas no escritório para rastrear e concluir", ele me disse. "O nível de relatórios que você tem que enviar para o governo, para as seguradoras, para o proprietário, para mostrar que você está cumprindo todos os requisitos no canteiro de obras, tudo isso aumentou. E assim o número de pessoas necessárias para produzi-los aumentou."

O argumento de Zarenski não é que isso seja ruim. Se 15 minutos diários de exercícios ajudam a prevenir uma vida inteira de problemas nas costas, vale a pena. O problema é que há mais trabalho em todos os níveis do processo, desde as análises feitas no back office até as regras seguidas nas obras.

Como podemos aumentar novamente a produtividade da construção? Não tenho ideia. A construção deve se tornar mais segura, mais respeitosa com as preocupações da comunidade e mais ambientalmente sustentável à medida que os países se tornam mais ricos e menos desesperados por crescimento.

Mas também é verdade que muitos dos problemas que os Estados Unidos enfrentam –da descarbonização à moradia popular– seriam muito mais fáceis de resolver se estivéssemos melhorando na construção, em vez de piorando.

Ezra Klein
Colunista do New York Times 

Até o final do século 19 as cirurgias eram feitas “sem anestesia”.

 Até o final do século 19 as cirurgias eram feitas “sem anestesia”. 


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Até o final do século 19 as cirurgias eram feitas “sem anestesia”. Para amputar uma perna era preciso cortar a pele e apertar a veia, enquanto outro médico vinha com um serrote cortando o osso. E o paciente gritava, gritava e gritava de dor.

Veja o relato de Fanny Burney, famosa romancista e dramaturga do século XIX, contando sobre a mastectomia a qual foi submetida sobre o efeito de apenas uma taça de vinho para aliviar a dor (além de sete homens a segurando após o início da cirurgia):

“Quando o terrível aço foi mergulhado no peito – cortando as veias, artérias, carne, nervos, não precisei de injunção para não conter meus gritos. Comecei um grito que durou ininterruptamente durante todo o tempo da incisão ... Oh, céu! – eu então senti a faca contra o osso do peito – raspando-o! Isso foi feito enquanto eu ainda permanecia em uma tortura totalmente muda.”

As primeiras formas de anestesia conhecidas datam dos tempos pré-históricos na forma de ópio. Os xamãs incas usavam coca para anestesiar um território de corpo. Na Idade Média, usava-se uma preparação que incluía ópio, suco de amoras amargas, suco de eufórbia, suco de meimendro, suco de mandrágora, suco de hera, sementes de bardana, sementes de alface e sementes de cicuta.

O primeiro passo para a anestesia geral foi em 1796 com um farmacêutico, Humphry Davy, experimentando os efeitos da inalação de óxido nitroso. Ele percebeu que o gás produzia uma sensação agradável, acompanhada de um desejo incontido de rir e seria bom empregá-lo contra as dores cirúrgicas.

Dia 16 de outubro de 1846 é considerada a data em da primeira cirurgia oficial com anestesia geral. O procedimento foi a retirada de um tumor no pescoço de um jovem de dezessete anos (Gilbert Abbot) anestesiado com éter pelo dentista William Thomas utilizando um aparelho inalador.

De forma concisa, anestesia geral é o estado que reúne sedação, analgesia, amnésia e paralisia muscular (o famoso bloqueio neuromuscular) induzido pelo uso de medicamentos. É a perda de consciência induzida, reversível e controlada.

Hoje, temos uma variedade imensa de sedativos, hipnóticos, analgésicos, anestésicos, bloqueadores musculares, para que os profissionais de anestesiologia possam utilizar o que julgarem mais adequados para cada paciente e procedimento em particular.

Imagem: Primeira cirurgia com o uso de éter anestésico

Grupo: Divulgação de fatos e conhecimentos: ciências e afins.

Os samburu são um povo nilótico do centro-norte do Quênia.

 Os samburu são um povo nilótico do centro-norte do Quênia.


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Os samburu são um povo nilótico do centro-norte do Quênia. Samburu são pastores seminômades que pastoreiam principalmente gado, mas também criam ovelhas, cabras e camelos. O nome que eles usam para si mesmos é Lokop ou Loikop, um termo que pode ter uma variedade de significados com os quais os próprios Samburu não concordam. Muitos afirmam que se refere a eles como "proprietários da terra" ("lo" refere-se à propriedade, "nkop" é terra), embora outros apresentem uma interpretação muito diferente do termo. Os Samburu falam o dialeto Samburu da língua Maa, que é uma língua nilótica. A língua Maa também é falada por outras 22 subtribos da comunidade Maa, também conhecida como Maasai. Muitos antropólogos ocidentais tentaram esculpir e criar a tribo Samburu como uma comunidade própria, não afiliada à sua comunidade mãe Maasai, uma narrativa que parece que muitas pessoas Samburu hoje mantêm. Existem muitos parques de caça na área, um dos mais conhecidos é a Reserva Nacional de Samburu. A subtribo Samburu é a terceira maior na comunidade Maa do Quênia e da Tanzânia, depois do Kisonko (Isikirari) da Tanzânia e Purko do Quênia e da Tanzânia.

A religião Samburu tradicionalmente se concentra em sua divindade multifacetada (Nkai). Nkai (um substantivo feminino), desempenha um papel ativo na vida dos Samburu contemporâneos. Não é incomum que crianças e jovens, especialmente mulheres, relatem visões de Nkai. Algumas dessas crianças profetizam por algum tempo e algumas ganham reputação de profetizar ao longo de suas vidas. Além desses profetas espontâneos, os Samburu têm adivinhos rituais, ou xamãs, chamados 'loibonok', que adivinham as causas de doenças e infortúnios individuais e guiam guerreiros.

Samburu acredita que Nkai é a fonte de toda proteção contra os perigos de sua existência. Mas Nkai também inflige punição se um ancião amaldiçoar um júnior por alguma demonstração de desrespeito. A raiva do ancião é vista como um apelo a Nkai, e é Nkai quem decide se a maldição é justificada. Diante do infortúnio e após alguma demonstração de desrespeito para com um homem mais velho, a vítima deve se aproximar de seu pai e oferecer reparação em troca de sua bênção. Isso acalma a raiva do ancião e restaura a proteção de Nkai. É, no entanto, incomum para um ancião amaldiçoar um júnior. Maldições são reservadas para casos de desrespeito extremo.

Muitos Samburu são crentes cristãos em Jesus Cristo. Muitos dos pastores cristãos em Samburu residem perto da cidade central de Wamba. Muitos dos pastores desta área falam fluentemente inglês, suaíli e samburu. À medida que os pastores saem da cidade para os “manyattas” (isso se refere às suas pequenas cabanas e aos limites circulares de espinhos que os cercam), lá eles visitam as igrejas que plantaram entre o povo. Quando perguntados quando eles têm cultos na igreja, eles simplesmente respondem: “Quando o pastor sai, temos adoração.

Em um artigo de 2009, a MSNBC levou os leitores a um passeio por lugares que supostamente ficavam no condado de Samburu, enquanto afirmava que os conflitos entre Samburu e o vizinho povo Pokot eram o resultado de ambos os lados passarem fome porque tinham mais gado do que as pastagens podiam suportar.

O conflito armado entre as tribos Samburu e Pokot aumentou desde 2010 e está quase inteiramente centrado nas pastagens em declínio disponíveis para aumentar o tamanho do rebanho de gado, totalizando agora até 1.500 cabeças de gado em um único rebanho. Com as secas recorrentes desde 2010 e a seca catastrófica de 2017, as batalhas por pastagens levaram ambos os lados a invadir as reservas naturais do condado de Laikipia. O conflito armado é incitado por políticos de todos os lados que o utilizam como meio para melhorar suas credenciais entre as comunidades pastoris.