quarta-feira, 31 de maio de 2023

Sopa de aipim com linguicinha caseira e pinhão

 Sopa de aipim com linguicinha caseira e pinhão


Ingredientes (5 porções)

  • 1 kg de mandioca (aipim/macaxeira)
  • 300 g de linguiça caseira (aquela mais fininha, temperadinha)
  • pinhão300 g de pinhão
  • caldo de bacon2 cubos de caldo de bacon
  • 1 cebola em cubos ou rodelas
  • alho1 colher de sopa de alho
  • demais temperos a gosto
  • cebolinhacebolinha a gosto

Modo de preparo

Modo de preparo : 50min
  1. 1

    Primeiro corte as mandiocas em pedaços pequenos, de modo que ao cozinhar na panela de pressão se desmanchem um pouco.

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    Coloque o pinhão para cozinhar.

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    Na panela de pressão, frite as linguiças, sem óleo. Quando estiverem coradinhas, acrescente a cebola, o alho e o caldo de bacon. Refogue um pouco, coloque as mandiocas, cubra com água e acerte o sal. Cuidado para não salgar demais pois ela pega tempero durante o cozimento.

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    Cozinhe na pressão por cerca de 40 minutos. Se ao terminar o cozimento não estiverem bem moles, acenda o fogo mais um pouco.

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    Após terminar, coloque os pinhões já cozidos, descascados e cortados ao meio e a cebolinha. Verifique o sal e sirva bem quente.

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    Uma dica é ralar um pouquinho de queijo provolone defumado sobre o prato já servido.

Canja de galinha cremosa

 Canja de galinha cremosa


Ingredientes (10 porções)

  • peito de frango1 peito de frango
  • leite250 ml de leite
  • água750 ml de água
  • molho do frango que será cozido
  • amido de milho3 colheres de maisena
  • cebola2 cebolas
  • tomate1 tomate
  • coentrocoentro
  • pimentão1/2 pimentão
  • corantecorante
  • salsal a gosto
  • cominhocominho
  • azeite ou óleo (2 colheres)
  • batata3 batatas médias
  • cenoura2 cenouras médias

Modo de preparo

Modo de preparo : 1h
  1. 1

    Tempere o frango com os ingredientes acima, exceto as batatas, cenouras, o leite e a maisena que será usado para o creme. O ideal é que o frango fique bem temperado para a canja ficar mais saborosa.

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    Refogue então, nesses temperos, adicione 750 ml de água (é importante que fique muito caldo no frango) e deixe na pressão por 20 minutos.

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    Enquanto o frango está cozinhando coloque no fogo as batatas e cenouras cortadas.

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    Espere esfriar um pouco e então triture no liquidificador juntamente com a água do cozimento e o leite até que vire um creme grosso.

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    Depois que o frango cozinhou, desfie.

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    Refogue o frango com um pouco de óleo ou azeite com cebola picada só até dar um gostinho a mais, reserve.

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    Em seguida, misture o creme das verduras com o molho do frango e leve ao fogo numa panela funda até ferver. Ferveu, adicione a maisena diluída em uns 2 dedinhos de água para não empelotar. Mexa até engrossar, acrescente o frango desfiado e mexa mais um pouco.

O Château Frontenac é um grande hotel e uma das atrações mais famosas da cidade de Quebec, na província de Quebec, Canadá.

 O Château Frontenac é um grande hotel e uma das atrações mais famosas da cidade de Quebec, na província de Quebec, Canadá.


Pode ser uma imagem de castelo

O hotel foi inaugurado em 1893 e comemorou seu centenário em 1993. O local onde o hotel foi construído abrigava a antiga sede de governo do Quebec. O hotel possui um total de 650 quartos e cerca de 77 metros de altura. O útlimo andar do edifício abriga um observatório, que oferece uma vista espetacular de muitos quilômetros do rio São Lourenço. Com seu telhado de cobre, o hotel é considerado o melhor da cidade, um dos mais prestigiosos do país.

O Château Frontenac foi um dos hotéis-castelos construídos pela Canadian Pacific Railway, a maior companhia ferroviária do Canadá, entre o final do século XIX e o começo do século XX. O objetivo dessas construções de hotéis luxuosos era incentivar o turismo de alta classe e, assim, o transporte de passageiros nos trens da companhia.

O Château Frontenac foi nomeado em honra do Conde de Frontenac, que foi governador da Nova França (1672-1682 & 1689-1698). O castelo foi construído não muito longe do centro antigo da cidade. O arquiteto responsável pelo projeto foi Bruce Price.

Na Segunda Guerra Mundial, Franklin Delano Roosevelt, presidente dos Estados Unidos, Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido, e William Lyon Mackenzie King, primeiro-ministro do Canadá, reuniram-se na cidade para discutir o rumo da guerra, hospedando-se no Château Frontenac, onde eles e outras pessoas foram os únicos hóspedes permitidos no hotel, por questões de segurança.

O hotel é administrado pela companhia Hotéis e Resorts Fairmont, cuja sede está localizada em Toronto, Ontário. Em 31 de outubro de 2000, a Fairmont vendeu o Château Frontenac para a Legacy Hotels REIT por $185 milhões de dólares canadenses. Entretanto, a Fairmont tem um contrato de administração de longo período.

O Antigo Estádio de Olímpia é um local histórico significativo localizado no santuário de Olímpia, na Grécia, o berço dos Jogos Olímpicos!!

 O Antigo Estádio de Olímpia é um local histórico significativo localizado no santuário de Olímpia, na Grécia, o berço dos Jogos Olímpicos!!


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Este estádio sediou os antigos Jogos Olímpicos a cada quatro anos, de 776 aC até 393 dC, quando foram abolidos pelo imperador Teodósio I por considerá-los um ritual pagão.

O estádio pode acomodar mais de 45.000 espectadores que se sentaram nas encostas gramadas ao longo das laterais do estádio.

A pista, com aproximadamente 212 metros de comprimento e 30 metros de largura, foi projetada para corridas a pé, incluindo a corrida de estádios, que era uma corrida com comprimento de estádio e foi o único evento nas primeiras Olimpíadas.

O acesso ao estádio era feito por uma passagem de pedra abobadada, ou cripta, do santuário ao estádio, passagem exclusiva para juízes e atletas. Havia uma plataforma de pedra, conhecida como êxedra, onde os juízes se sentavam.

Quanto à sua condição atual, o Antigo Estádio de Olímpia é um sítio arqueológico ao ar livre.
Embora as estruturas estejam em grande parte em ruínas, ainda é possível ver o campo onde os atletas competiram, os aterros que abrigavam os espectadores, as linhas de partida e chegada das corridas e a cripta. O local é mantido e os visitantes podem percorrer a trilha e imaginar os jogos antigos.

A área faz parte do Sítio Arqueológico de Olympia, que é um Patrimônio Mundial da UNESCO. Juntamente com o estádio, o local também inclui o Templo de Zeus, o Templo de Hera, um ginásio, uma escola de luta livre (palaestra) e o Museu Arqueológico de Olímpia, que abriga muitos artefatos encontrados na área.

"FAMÍLIA DAS VIOLAS BRASILEIRAS"

 "FAMÍLIA DAS VIOLAS BRASILEIRAS"

Pode ser uma imagem de texto que diz "FAMÍLIA DAS VIOLAS BRASILEIRAS Postulação: JOÃO ARAUJO 12x6 7x5 7x5 10x5 12 CORDAS BRANCA Caiçara Fandangueira BURITI CABAÇA CAIPIRA CÔCHO MACHÊTE NORDESTINA ("Dinâmica")"

A NATUREZA RETOMANDO SEU CURSO

"FAMÍLIA DAS VIOLAS BRASILEIRAS" é uma visão inédita registrada oficialmente por João Araújo no requerimento pela Viola como Patrimônio Imaterial junto ao IPHAN, em 2017 - e contextualizada cientificamente em sua monografia "Linha do Tempo da Viola no Brasil" (2021) e seu livro "A Chave do Baú" (2022).

A monografia, embasada a partir da Metodologia Dialética e com uma base de dados e registros históricos suficiente para contextualizar as violas brasileiras segundo a História Ocidental dos Cordofones, teve orientação do Dr. Luiz Antônio Barbosa Guerra Marques e revisão final do Dr. Paulo Castagna - além de uma centena de colaboradores acadêmicos e práticos de execução, história, musicologia, antropologia, sociologia, geografia, sociologia e outras áreas.

A postulação vai ao contrário da visão comercial e entendimento coletivo de prevalência de apenas um dos modelos, ligado ao caipirismo - ou de que daquele teriam sido gerados os demais - e ainda não tem grande reconhecimento e eco público, principalmente por ser desprezada ou até negada pelos principais formadores de opinião do meio da viola, por seus inegáveis méritos e talentos: os Drs. Roberto Corrêa e Ivan Vilela. Pelo menos, histórica e cientificamente, estes dois nomes são os mais citados e secundados no Brasil, desde a década de 2010.

Acredita-se, entretanto, que a postura geral deverá mudar aos poucos: a evidência de similaridade ao acontecido em Portugal - onde também há uma Família de Violas Dedilhadas registradas, cuja geração / surgimento aponta para a virada dos séculos XVIII e XIX -, além de inúmeros outros apontamentos científico-históricos levantados por João Araújo, não deixam dúvida a quem os quiser conferir. E estes dados são apontados e disponibilizados, sistemática e gratuitamente, inclusive via redes sociais virtuais.

O modelo "Viola Caipira", embora tenha começado a ser desenvolvido a partir de 1900 (curiosamente, não "na interior", mas como iniciativa comercial na capital de São Paulo), só veio a ter esta nomenclatura consolidada a partir de meados da década de 1970, sendo que sequer na época de Cornélio Pires era chamado assim, muito menos antes do grande empresário paulista, quando não há registro de nenhuma "cultura" chamada "caipira".

Já o modelo com registros mais remotos no Brasil seria o "Viola Machete": ainda chamada "machinho", apareceu em documentos de alfândega do Rio de Janeiro em 1744, mas já com citação, no mesmo documento, também de "violas grandes e ordinárias" e de outras "violas pequeninas" - ou seja, já haveria diversos modelos.
Equivocam-se os que imaginem (ou temam) que a constatação da verdade histórica venha a atrapalhar o mercado caipira, ou a fé que guia tantos afetivamente a ele ligados, sejam letrados acadêmicos ou os que não tem hábito de leitura: a função da Ciência sempre foi de tentar apontar fatos o mais claramente possível, por meio de dados comprováveis, dando credibilidade aos entendimentos públicos. Se a Ciência atrapalhasse faturamentos, o Natal não seria comemorado no mundo todo como é, vez que não há prova científica que Jesus tenha nascido em 25 de dezembro.

A maior resistência quando aos modelos da Família (elencados, a princípio, por critérios de existência de estudos e utilização em vários Estados do Brasil além das suas regiões consideradas de origem) é contra o modelo "Viola 12 Cordas", atestado cientificamente primeiro por Júnior da Violla - professor e violeiro paulista. Curiosamente, há provas de que o modelo foi utilizado exatamente por uma dupla caipira, na década de 1930 - Mandy & Sorocabinha - além de constar de catálogos da fábrica Gianini na década de 1950.

A dificuldade (que entendemos, em fase de ser superada) na aceitação de modelos de formatos e armação de cordas variados vem da falta de contextualização de que somos um país de grande diversidade cultural, num vastíssimo território - sendo, por isso, diferente aqui o que aconteceu em Portugal, muito menor em extensão e população. Além, naturalmente, do interesse comercial e afetividade ao caipirismo, que não quer a princípio abrir mão da primazia, imaginada e defendida como "divina", do modelo caipira, de 10 cordas em 5 pares. Historicamente, esta armação "10x5" tem origem nas guitarras espanholas, desde o século XVII e nem era a mais utilizada nas violas portuguesas no século XVIII, só vindo a se consolidar nelas depois da ascensão do violão. Violas portuguesas que são as inspiradoras de nossas violas brasileiras, embora o entendimento coletivo, sem argumento científico, às vezes parece querer sugerir que poderiam ter surgido independente e milagrosamente aqui

Atualmente, o próprio Dr. Roberto Corrêa vem apresentando espetáculos e palestras onde demonstra vários modelos de violas (excluindo o modelo de 12 cordas) - mas a primeira vez que toda a Família das Violas Brasileiras foi demonstrada junta, em um mesmo palco, se deve à recente iniciativa dos violeiros e professores paulistas André Moraes e Cesar Petená. Um marco histórico, que provavelmente será também negado e desprezado, por um período - mas que no futuro deverá ser apontado por estudiosos sérios, que não tenham ligação comercial nem afetiva com o fato.

Acredita-se que em breve Ivan Vilela, Roberto Corrêa e outros passem também a aceitar e divulgar a verdade científica (ou que a descomprovem, com argumentos embasados em registros históricos e não apenas teorias sociológicas), levando assim a população brasileira gradualmente a se interessar mais pela leitura e reflexão sobre dados históricos comprovados. E que se encerrem as hostilidades e desprezos a João Araújo, que nada mais faz do que defender a verdade histórica dos fatos (mesmo dizendo o que a maioria não quer que seja dita, nem da maneira como gostam que seja dita). Similar (mas não com o mesmo valor científico, naturalmente) ao que foi feito, por exemplo, com Copérnico e Galileu ao defenderem que o Sol é o centro do universo, e não a Terra, como era o entendimento coletivo na época deles.

É só Ciência, naturalmente ajudando a levar os entendimentos para seus caminhos mais provavelmente corretos, mesmo que demorem séculos de resistência por outros motivações.

(João Araújo é músico, produtor, gestor cultural, pesquisador e escritor. Tem carreira ligada às violas desde 2005, com 14 CDs, 5 DVDs, 6 EPs e 3 livros lançados. Atualmente, dá continuidade às pesquisas e descobertas na Coluna semanal "Viola Brasileira em Pesquisa", dos portais web VIOLA VIVA e CASA DOS VIOLEIROS).